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Suspeito de roubos morre em confronto com a PM e comparsa é preso

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Um criminoso identificado como Carlos Eduardo Betarelli de Souza, 28, morreu em um confronto com a Polícia Militar, na noite de terça-feira (4), na zona rural de Sinop (500 km ao norte de Cuiabá). O comparsa foi preso.

Na ação foram apreendidos dois revólveres e munições calibres 38 e 22, tablete e porções de maconha, pasta base, três relógios, quatro anéis, cinco celulares e um tablet, 15 perfumes importados, além de diversos aparelhos eletrônicos.

De acordo com as informações a Polícia Militar foi acionada por uma denúncia anônima relatando que suspeitos de roubos em casas da cidade estavam indo até um local em que uma facção criminosa armazenava armas.

Os policiais viram o veículo e fizeram abordagem. Ele informou que Carlos estava dentro de uma casa. No carro com ele estava a esposa e uma criança de 1 mês e meio de vida.

A polícia fez a incursão na residência, mas o criminoso em posse de uma arma de fogo tentou contra a equipe policial, que de imediato revidou.

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Carlos foi atingido e socorrido e encaminhado para o Hospital Regional, onde morreu. tinha passagens criminais por delitos como tráfico de drogas, roubos e furtos.

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Vereadores são alvo de operação que investiga desvio de R$ 1,95 milhão em cestas básicas

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Vereadores e outros investigados foram alvos da Operação Mesa Vazia, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (3), para apurar um suposto esquema de desvio de cestas básicas e kits de higiene e limpeza destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social em Barra do Garças.

De acordo com as investigações, aproximadamente 13 mil cestas básicas e kits teriam sido desviados, causando um prejuízo estimado em R$ 1,95 milhão aos cofres públicos. A Polícia Civil não divulgou os nomes dos investigados.

Os produtos faziam parte do Programa SER Família Solidário, coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e deveriam ser distribuídos a famílias previamente cadastradas por meio de órgãos públicos e entidades devidamente credenciadas.

No entanto, as apurações apontam que parte desse material teria sido desviada para um esquema paralelo de distribuição, realizado sem controle institucional e sem qualquer prestação de contas.

Durante a investigação, os policiais identificaram inconsistências entre os registros oficiais de entrega e a quantidade de produtos efetivamente recebida por representantes de entidades beneficiadas.

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Para avançar na apuração, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo de dados, afastamento de agentes públicos de suas funções e outras medidas cautelares, incluindo a proibição de contato entre os investigados e o impedimento de frequentarem locais relacionados aos fatos investigados.

Segundo a Polícia Civil, os alimentos e kits eram retirados em centros oficiais de distribuição, principalmente em Cuiabá, e transportados até Barra do Garças. Em vez de serem encaminhados às instituições responsáveis pela entrega às famílias, parte da carga teria sido levada para imóveis particulares, chácaras, sedes de associações e outros locais privados, onde ocorria uma redistribuição considerada irregular.

As investigações indicam que o esquema funcionava por meio de dois modelos distintos. O primeiro seguia o fluxo regular, com solicitação formal, documentação, entrega por órgãos competentes e prestação de contas. Já o segundo utilizava um fluxo paralelo, no qual os produtos eram movimentados com aparência de legalidade, por meio de entidades, documentos considerados suspeitos e representantes sem legitimidade formal, mas sem o devido controle dos órgãos públicos.

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A Polícia Civil continua as investigações para identificar todos os envolvidos, esclarecer a extensão do esquema e apurar o destino final dos produtos que deveriam beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade social.

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