CRIME BÁRBARO

Vigilante é preso após se esconder em matagal depois de matar jovem de 22 anos

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Pedro Padilha de Oliveira, de 53 anos, foi preso sob acusação de feminicídio após a morte da jovem Geovana Diogo da Silva, de 22 anos, ocorrida na madrugada desta terça-feira (6), em Sinop, a 500 km de Cuiabá. Segundo informações da Polícia Militar, após cometer o crime, o suspeito fugiu e se escondeu em uma área de mata próxima à sua propriedade rural no município de Santa Carmen, onde acabou capturado.

De acordo com o tenente-coronel Juliano Paulo de Athayde, comandante do 11º Batalhão da PM, Pedro confessou que mantinha um relacionamento com Geovana há cerca de um mês. O casal estava hospedado no Hotel Covari quando houve uma discussão. Durante o conflito, o vigilante estrangulou a jovem até a morte.

Após o homicídio, Pedro deixou o hotel e contou sobre o ocorrido ao seu empregador. O patrão, por sua vez, procurou a Polícia Militar para relatar o crime. Com base nas informações repassadas, os policiais realizaram buscas na casa do suspeito e, posteriormente, em sua chácara, onde ele foi localizado escondido em meio à vegetação.

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O vigilante foi preso em flagrante e encaminhado para Sinop, onde será interrogado pelas autoridades responsáveis pela investigação.

*Com informações de Olhar Direto

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Vereadores são alvo de operação que investiga desvio de R$ 1,95 milhão em cestas básicas

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Vereadores e outros investigados foram alvos da Operação Mesa Vazia, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (3), para apurar um suposto esquema de desvio de cestas básicas e kits de higiene e limpeza destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social em Barra do Garças.

De acordo com as investigações, aproximadamente 13 mil cestas básicas e kits teriam sido desviados, causando um prejuízo estimado em R$ 1,95 milhão aos cofres públicos. A Polícia Civil não divulgou os nomes dos investigados.

Os produtos faziam parte do Programa SER Família Solidário, coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e deveriam ser distribuídos a famílias previamente cadastradas por meio de órgãos públicos e entidades devidamente credenciadas.

No entanto, as apurações apontam que parte desse material teria sido desviada para um esquema paralelo de distribuição, realizado sem controle institucional e sem qualquer prestação de contas.

Durante a investigação, os policiais identificaram inconsistências entre os registros oficiais de entrega e a quantidade de produtos efetivamente recebida por representantes de entidades beneficiadas.

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Para avançar na apuração, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo de dados, afastamento de agentes públicos de suas funções e outras medidas cautelares, incluindo a proibição de contato entre os investigados e o impedimento de frequentarem locais relacionados aos fatos investigados.

Segundo a Polícia Civil, os alimentos e kits eram retirados em centros oficiais de distribuição, principalmente em Cuiabá, e transportados até Barra do Garças. Em vez de serem encaminhados às instituições responsáveis pela entrega às famílias, parte da carga teria sido levada para imóveis particulares, chácaras, sedes de associações e outros locais privados, onde ocorria uma redistribuição considerada irregular.

As investigações indicam que o esquema funcionava por meio de dois modelos distintos. O primeiro seguia o fluxo regular, com solicitação formal, documentação, entrega por órgãos competentes e prestação de contas. Já o segundo utilizava um fluxo paralelo, no qual os produtos eram movimentados com aparência de legalidade, por meio de entidades, documentos considerados suspeitos e representantes sem legitimidade formal, mas sem o devido controle dos órgãos públicos.

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A Polícia Civil continua as investigações para identificar todos os envolvidos, esclarecer a extensão do esquema e apurar o destino final dos produtos que deveriam beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade social.

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