Política

Botelho envia proposta a Mauro para por fim a greve dos professores

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Eduardo Botelho (DEM), encaminhou nesta quarta-feira (10.07), uma proposta para o governador Mauro Mendes (DEM) que pode colocar fim na greve dos professores da rede Estadual de educação. 

“Com o objetivo de assegurar as condições para finalização do movimento grevista dos trabalhadores da educação estadual, encaminhamos para a vossa excelência em nome da AL, proposta para atendimento ao reajuste salarial em 7,69%.”, disse o presidente da ALMT, durante sessão.

Na proposta encaminhada pelo presidente da Casa de Leis, a Assembleia Legislativa propõe contemplar os professores com aumento salarial de 7,69%. O plano prevê que o aumento salarial seja realizado em três etapas.

De acordo com a proposta da AL, a primeira parte do reajuste salarial será de 2,6%, sendo repassados a partir de agosto. A segunda etapa do reajuste, acontece em novembro deste ano e corresponde também a 2,6%. A última parte do reajuste ficaria para fevereiro de 2020 e corresponderia a 2,49%.

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Para chegar na construção da proposta final para ser encaminhada ao Executivo, os parlamentares reuniram na manhã desta quarta-feira com o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), onde discutiram as medidas para encerrar a greve.

No plenário da Casa de Leis, o deputado Eduardo Botelho levou em consideração o incremento da receita estadual no primeiro quadrimestre por meio do ICMS no valor de R$ 224,5 milhões, em comparativo com o mesmo período do ano passado.

 
O parlamentar também usou como argumento o aumento da receita por meio do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) em R$ 268,2 milhões no primeiro quadrimestre, em relação à previsão orçamentária inicial, e o possível incremento da receita com a lei ainda a ser aprovada que mudará critérios para a concessão de incentivos fiscais.

Também foi considerado pelos deputados, a inclusão do Auxílio Financeiro para Fomento das Exportações, o FEX, no cálculo de recente de corrente líquida, além do projeto de renúncia fiscal que deve aumentar a arrecadação do Estado.

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Paralisados desde 27 de maio, os professores cobram aumento salarial de 7,69% e o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA). Conhecida como Lei da Dobra, a legislação prevê reajuste salarial em 2019, e é a principal reivindicação do movimento.

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Trump sobre Venezuela: “Nós iremos administrar o país”; assista

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste sábado (3/1) que os Estados Unidos irão administrar a Venezuela após a captura de Nicolás Maduro até a transição do governo. O republicano deu a declaração durante coletiva, que ocorre neste momento em Mar-a-Lago, sobre o ataque norte-americano ao território venezuelano.

“Hoje de madrugada, sob minha direção, os Estados Unidos, através de suas Forças Armadas, conduziram uma operação militar extraordinária na capital da Venezuela. O poder militar americano por terra e pelo mar foi usado para lançar um ataque espetacular. […] toda a capacidade militar venezuelana ficou sem poder”, declarou o norte-americano durante a coletiva.

O republicano prosseguiu: “Nós estamos lá [na Venezuela] e ficaremos até que uma transição adequada aconteça. Nós vamos basicamente executar, administrar o país até que uma transição apropriada aconteça. Como todos sabem, o negócio do petróleo na Venezuela tem sido usado por muito tempo. Eles não estão retirando nada do que eles poderiam em comparação e o que poderia acontecer nesse país”.

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Na sequência, Trump justificou a permanência americana no país ao associar a intervenção à exploração dos recursos energéticos venezuelanos, especialmente o petróleo, que, segundo ele, teria sido apropriado de forma ilegal por governos anteriores e pelo regime de Maduro.

“Também conseguimos apreender o petróleo venezuelano para trazer para o solo americano porque eles retiraram isso, eles fizeram, eles roubaram bilhões de dólares no nosso petróleo. Nunca tivemos um presidente que tenha decidido fazer algo com o respeito. Eles lutaram guerras a milhares de quilômetros de distância e nós que construímos a indústria petrolífera na Venezuela com o nosso talento, com o nosso trabalho, deixamos que um exílio socialista roubasse durante esses governos anteriores e roubassem usando a força”, disse.

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