INTERVENÇÃO AMERICANA

Trump sobre Venezuela: “Nós iremos administrar o país”; assista

Publicado em

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste sábado (3/1) que os Estados Unidos irão administrar a Venezuela após a captura de Nicolás Maduro até a transição do governo. O republicano deu a declaração durante coletiva, que ocorre neste momento em Mar-a-Lago, sobre o ataque norte-americano ao território venezuelano.

“Hoje de madrugada, sob minha direção, os Estados Unidos, através de suas Forças Armadas, conduziram uma operação militar extraordinária na capital da Venezuela. O poder militar americano por terra e pelo mar foi usado para lançar um ataque espetacular. […] toda a capacidade militar venezuelana ficou sem poder”, declarou o norte-americano durante a coletiva.

O republicano prosseguiu: “Nós estamos lá [na Venezuela] e ficaremos até que uma transição adequada aconteça. Nós vamos basicamente executar, administrar o país até que uma transição apropriada aconteça. Como todos sabem, o negócio do petróleo na Venezuela tem sido usado por muito tempo. Eles não estão retirando nada do que eles poderiam em comparação e o que poderia acontecer nesse país”.

Leia Também:  Botelho afirma que R$ 15 milhões para tapar buracos em Cuiabá são insuficientes

Na sequência, Trump justificou a permanência americana no país ao associar a intervenção à exploração dos recursos energéticos venezuelanos, especialmente o petróleo, que, segundo ele, teria sido apropriado de forma ilegal por governos anteriores e pelo regime de Maduro.

“Também conseguimos apreender o petróleo venezuelano para trazer para o solo americano porque eles retiraram isso, eles fizeram, eles roubaram bilhões de dólares no nosso petróleo. Nunca tivemos um presidente que tenha decidido fazer algo com o respeito. Eles lutaram guerras a milhares de quilômetros de distância e nós que construímos a indústria petrolífera na Venezuela com o nosso talento, com o nosso trabalho, deixamos que um exílio socialista roubasse durante esses governos anteriores e roubassem usando a força”, disse.

Entre no grupo do Folha360 no WhatsApp e receba notícias em tempo real (CLIQUE AQUI).

 

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Política

“Jayme já teve sua vez”, diz Diego ao pedir apoio a Pivetta em 2026

Published

on

O debate sobre a sucessão ao Palácio Paiaguás ganhou novos contornos após o deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos) defender publicamente que o senador Jayme Campos (União Brasil) deixe de lado qualquer projeto pessoal para 2026 e se una à candidatura do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos). Para o parlamentar, o cenário exige coesão política e continuidade administrativa, não disputas internas.

Diego afirmou que reconhece a trajetória e a relevância política de Jayme Campos, mas ponderou que o senador já teve a oportunidade de comandar o Estado e que o momento atual pede apoio a um projeto que, segundo ele, já está em curso no Executivo estadual.

“O Jayme é um senador respeitado, que contribui muito para Mato Grosso e tem enorme peso político. Mas ele já foi governador. Acredito que a construção natural é ele estar ao lado do Otaviano Pivetta”, declarou.

Na avaliação do deputado, essa articulação tende a se consolidar dentro do próprio União Brasil, partido ao qual pertencem Jayme Campos e o governador Mauro Mendes. Diego destacou que Mendes, na condição de principal liderança da sigla no Estado, tem sinalizado preferência clara por Pivetta como sucessor.

Leia Também:  Botelho afirma que R$ 15 milhões para tapar buracos em Cuiabá são insuficientes

“O União Brasil é presidido em Mato Grosso pelo Mauro Mendes, que tem mostrado o desejo de conduzir o partido para esse caminho, com o apoio e a chancela do Jayme”, afirmou.

Questionado sobre a possibilidade de múltiplos palanques no Estado em 2026, Diego relativizou o cenário e afirmou que arranjos desse tipo não são inéditos no cenário político nacional. Segundo ele, disputas paralelas podem ocorrer sem necessariamente romper alianças maiores.

“Isso já aconteceu em eleições presidenciais, com mais de um palanque no mesmo estado. Em Mato Grosso, não seria diferente”, pontuou.

Ao comentar o futuro político do senador Wellington Fagundes (PL), Diego foi direto ao defender que ele permaneça no Senado Federal. Para o deputado, Fagundes ainda exerce um papel estratégico em Brasília e não deveria, neste momento, migrar para uma disputa pelo Executivo estadual.

“O Wellington ainda tem quatro anos de mandato, representa um campo importante da direita no Senado e pode continuar contribuindo lá. Ele não tem experiência no Executivo, e isso seria um risco tanto para ele quanto para o Estado”, avaliou.

Leia Também:  Profissionais de enfermagem e assistência social são homenageados na ALMT

Para Diego Guimarães, a prioridade da direita em Mato Grosso deve ser a formação de um bloco único em torno de Otaviano Pivetta, garantindo a continuidade das políticas atuais e o aprimoramento da gestão estadual.

“O que o Estado precisa é avançar, manter o que está funcionando e corrigir o que precisa melhorar. O Otaviano tem condições de fazer um governo ainda melhor do que o do Mauro Mendes. O ideal é unir a direita em torno desse projeto. O Wellington pode continuar no Senado e, no futuro, pensar em outros desafios. Agora, o foco deve ser fortalecer uma candidatura que dê sequência ao trabalho que vem sendo feito em Mato Grosso”, concluiu.

Entre no grupo do Folha360 no WhatsApp e receba notícias em tempo real (CLIQUE AQUI).

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA