VARIEDADES

Sem humor: Nego Di é eliminado com 98,76% e bate recorde de rejeição da história do programa

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Nego Di se despediu hoje do prêmio de R$ 1.5 milhão e foi o terceiro eliminado do "BBB 21" (TV Globo). Com 98,76%, o humorista bateu o recorde de rejeições de toda história do reality. 

O posto antes de participante com maior índice de rejeição em paredões triplos era Patrícia Leitte. A sister foi eliminada na sétima berlinda do "BBB 18" com um total de 94,26% de votos. Nayara, também do "BBB 18", saiu do jogo com 92.69% e Ana Paula fechou o top 3, com 89,85%. Nego Di enfrentou Fiuk e Sarah no paredão.

Em seu discurso de eliminação, Tiago Leifert falou:

“A gente falou de viver o BBB mas talvez tenha criado em vocês, erradamente, a situação de controle. De que vocês tem total controle (…) O BBB é um pouco mais caótico, cada semana é uma semana, ele é mais aleatório, isso é pra dizer pra vocês serem mais maleáveis. Se você escolhe não aceitar as mudanças da convivência, pior pra você. E aí fica repetitivo, fica tipo como se você fosse um planeta e a gente só visse uma face. Perde a graça, perde a luz, é preciso ter firmeza nas palavras, mas é preciso também ter leveza. (…) Fiuk, Sarah, que sai hoje é o Nego Di”

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Como se formou o paredão A montagem do paredão começou com o anjo da semana, Caio, imunizando seu fiel escudeiro na casa, Rodolffo. 

Em seguida, foi a vez da líder Karol Conká decretar sua indicação em Sarah. Surpreendendo os brothers, esta semana teve contragolpe, e a emparedada pela líder, Sarah, pode puxar alguém para a zona de risco e ela escolheu Nego Di. 

Já Fiuk foi o mais votado pela casa com 5 votos e também parou na berlinda.

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VARIEDADES

Cavalhada de Poconé ocorre neste domingo após pandemia

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A arena do Clube Cidade Rosa, em Poconé (104 km de Cuiabá), recebe neste domingo (26), a partir das 8h, a tradicional Cavalhada. Um dos mais populares folguedos de Mato Grosso, o evento em homenagem a São Benedito reúne anualmente milhares de festeiros de todo o país.

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Com patrocínio da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), a divertida manifestação popular, que conserva vestígios das lutas medievais, volta com força depois do período mais crítico da pandemia.

“É um privilégio muito grande poder participar de perto de tão importante manifestação cultural. Uma festa que ganha ainda mais vulto depois do hiato causado pela pandemia”, destaca Jefferson Neves, secretário de Cultura, Esporte e Lazer.

Em Mato Grosso, a Cavalhada tomou a forma de representação campal da lendária guerra de Tróia, confundida com as Cruzadas – lutas de caráter religioso – caracterizada pelas guerras entre mouros e cristãos. Originalmente, a Cavalhada simula a disputa entre povos cristãos e muçulmanos para a consolidação do cristianismo durante a Idade Média. São 12 cavaleiros de cada lado, entre eles um mantenedor, um embaixador e dez soldados. A disputa começa com o rapto da rainha moura pelos cristãos. No final, bandeiras brancas são estendidas em pedido de paz.

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Já a dança dos Mascarados de Poconé faz parte dos folguedos da Cavalhada desde o século 18 e presta homenagens ao Senhor Divino, São Benedito e outros santos das tradicionais festas religiosas.

 

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