MARIANA RAMOS

Dois hábitos silenciosos que sabotam o controle da glicose

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O controle adequado da glicose no sangue é um dos pilares para a prevenção de complicações associadas ao diabetes, uma condição crônica que afeta milhões de pessoas e que exige acompanhamento contínuo, mudanças de estilo de vida e, muitas vezes, tratamento medicamentoso. Mesmo pacientes que seguem corretamente a prescrição médica podem enfrentar dificuldades para manter níveis glicêmicos estáveis, muitas vezes por hábitos cotidianos que passam despercebidos, mas exercem impacto direto sobre o metabolismo da glicose.

Um dos fatores que mais prejudicam o controle glicêmico é o consumo frequente de alimentos ultraprocessados, mesmo quando ingeridos em pequenas quantidades de forma regular ou sob a falsa percepção de serem inofensivos. Esses produtos são ricos em açúcares simples, farinhas refinadas e aditivos químicos, o que favorece picos rápidos de glicose no sangue, seguidos de quedas abruptas.

Esse padrão de variação glicêmica sobrecarrega o pâncreas e dificulta a ação adequada da insulina. Além disso, o consumo regular de ultraprocessados contribui para processos inflamatórios e para o aumento da resistência à insulina, mecanismo central no desenvolvimento e na progressão do diabetes tipo 2. Muitas vezes, o paciente reduz doces evidentes, mas mantém alimentos industrializados no dia a dia, comprometendo silenciosamente o controle da glicemia.

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Outro hábito bastante comum e igualmente prejudicial é a irregularidade nos horários das refeições, especialmente quando associada a longos períodos de jejum não planejado ou sem orientação profissional ou a refeições concentradas em grandes volumes no final do dia. O organismo responde melhor quando existe previsibilidade metabólica, com horários mais regulares para se alimentar.

Pular refeições ou permanecer muitas horas sem comer sem planejamento adequado pode levar a oscilações importantes da glicemia, favorecendo tanto episódios de hipoglicemia quanto elevações acentuadas do açúcar no sangue após a alimentação. Esse comportamento desorganiza a liberação de insulina e de outros hormônios envolvidos no controle glicêmico, dificultando o manejo da doença mesmo quando o tratamento medicamentoso está correto.

O controle da glicose não depende apenas de medicamentos ou de restrições extremas, mas de escolhas diárias que envolvem alimentação, rotina e autocuidado. Ajustes simples, quando bem orientados, podem gerar impactos positivos significativos nos exames e na qualidade de vida.

O acompanhamento regular com o endocrinologista é fundamental para identificar esses hábitos, orientar mudanças individualizadas e construir um controle glicêmico mais seguro, sustentável e alinhado à realidade de cada paciente ao longo do tempo.

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Dra. Mariana Ramos é endocrinologista na Fetal Care, em Cuiabá-MT

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A Hora e a Vez de Otaviano Pivetta

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) assume o comando do Governo de Mato Grosso trazendo algo que, na política, faz toda a diferença: experiência de gestão e resultados comprovados.

Ao longo da sua trajetória pública, construiu um histórico de decisões acertadas, liderou projetos que deram resultado e contribuiu diretamente para o desenvolvimento do nosso Estado. Por isso, afirmo com convicção: Mato Grosso está em boas mãos.

Essa avaliação não nasce de expectativa ou discurso político. Ela vem da observação de uma caminhada marcada por trabalho, planejamento e entrega. Em seu discurso de posse, o governador Pivetta deixou claro que irá manter Mato Grosso no rumo certo. “Vamos continuar fazendo com a coragem que o povo e Deus nos deram”.

Quem convive com o governador Pivetta sabe que ele costuma usar uma expressão que traduz bem sua forma de agir: “fazimento”. Já ouvi isso dele muitas vezes. E, na prática, é exatamente isso que define sua atuação — fazer, executar e entregar resultados para a sociedade.

Esse perfil começou a ganhar força ainda quando Pivetta esteve à frente da prefeitura de Lucas do Rio Verde por três mandatos. Naquele período, o município de Lucas do Rio Verde passou a ser destaque nacional ao adotar um modelo de crescimento estruturado, com planejamento urbano, fortalecimento da economia por meio da agroindustrialização e melhora consistente dos indicadores sociais.

Liderado por um empresário do agronegócio que se tornou gestor público, Lucas do Rio Verde deixou de ser apenas uma cidade em expansão para se tornar referência nacional em gestão municipal. Até hoje, o município segue se destacando em indicadores de desenvolvimento humano em Mato Grosso — um dos principais parâmetros utilizados para avaliar a qualidade de vida da população, considerando fatores fundamentais como renda, longevidade e educação.

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O que se viu ali foi organização, visão de longo prazo e capacidade de transformar potencial econômico em desenvolvimento real para a população.

Essa experiência ajudou a levar Pivetta a novos desafios na política mato-grossense. Nos últimos anos, como vice-governador de Mato Grosso, acompanhou de perto áreas estratégicas para o futuro do Estado, especialmente infraestrutura e educação — dois pilares fundamentais para o crescimento.

Na infraestrutura, os avanços são claros. Mato Grosso pavimentou 7 mil quilômetros de rodovias, um recorde histórico, além de manter programas contínuos de conservação de toda a malha rodoviária estadual. Em um estado com dimensões continentais e forte presença do agronegócio, uma logística de qualidade significa desenvolvimento, competitividade e integração.

Na educação, os investimentos também avançaram. Mais de R$ 478 milhões foram destinados à melhoria da estrutura das escolas da rede estadual, beneficiando mais de 320 mil estudantes.

Esses números ajudam a explicar por que Mato Grosso vive hoje um dos ciclos de crescimento mais relevantes do país. E isso não acontece por acaso. É resultado de gestão, planejamento e de uma atuação consistente.

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Como deputado estadual, acompanho de perto os desafios e as oportunidades que Mato Grosso enfrenta. Nosso estado cresce acima da média nacional, se consolida como uma potência econômica e exige lideranças preparadas para conduzir esse novo momento.

Líderes que conhecem o Estado, que dialogam com os municípios e que respeitam as diferenças de cada região fazem toda a diferença.

Nesse cenário, o governador — a quem também me refiro com respeito e proximidade como “Pivettão” — se consolida como uma das principais lideranças políticas de Mato Grosso. É reconhecido pela capacidade de gestão, pela liderança e pela proximidade com os municípios — algo essencial em um Estado tão grande e diverso.

Mato Grosso precisa de gente que conheça sua realidade e saiba transformar potencial em desenvolvimento equilibrado. E o governador Otaviano Pivetta construiu sua trajetória exatamente assim: com trabalho, responsabilidade e entrega.

A população ganha ao ter à frente do governo um gestor experiente, que entende o estado e tem condições de ampliar políticas públicas que gerem mais desenvolvimento e qualidade de vida.

Mato Grosso não precisa de improviso. Precisa de gestão. Precisa de resultado.

E é por isso que afirmo: Mato Grosso está em boas mãos. Chegou a hora e a vez do homem do “fazimento”. Bom trabalho, Pivettão.

Diego Guimarães (Republicanos) é Deputado Estadual por Mato Grosso

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