WILSON CARLOS FUÁH

Conviver com o vazio diário

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As escolhas que fazemos moldam os contornos da nossa convivência diária. E se você, por infortúnio ou desatenção, escolheu como companheiro alguém que vive em estado permanente de crítica — daqueles que reclamam de tudo e de todos —, saiba que provavelmente escolheu mal. Essa pessoa, envolta em desamor por si mesma, esconde a própria insatisfação por trás de uma máscara de julgamento constante. A consequência? Seus dias serão feitos de lamentos, amarguras e ressentimentos despejados como chuva ácida sobre o terreno frágil do afeto.

É nos pequenos momentos do convívio que os verdadeiros sinais aparecem. Quando alguém não consegue enxergar beleza nas simplicidades da vida, despreza os humildes, confunde ego com autoestima e arrogância com dignidade… cuidado. Você pode ter se unido a um professor do avesso — um mestre das críticas infundadas, que condena antes de ouvir, e que nunca está satisfeito com nada, nem com ninguém.

Pode trocar de roupa a cada hora, pintar os cabelos de todas as cores da paleta, fazer plásticas ou reinventar sua aparência mil vezes — não haverá elogios. Viver ao lado de alguém assim é habitar um espelho embaçado, onde a sua imagem está sempre sendo julgada por critérios inalcançáveis. Um verdadeiro cárcere emocional, onde a perfeição é um fantasma que assombra e a espontaneidade é condenada ao silêncio.

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A pior solidão é aquela sentida ao lado de alguém. E nada é mais solitário do que viver com quem não tem amor por si mesmo. Pessoas assim acreditam ser juradas do mundo, com a missão autoimposta de apontar erros alheios. Mas no fundo, o que não suportam é o que veem no próprio reflexo. Sua insegurança é tóxica e, não raro, contamina os filhos, os amigos, o ambiente.

Esses são os instaladores de painéis da insatisfação: onde quer que cheguem, trazem com eles a sombra do descontentamento. Vivem em constante mudança, mas nunca se transformam. Mudam de casa, de emprego, de rumo, sem jamais desfazer as malas da alma. E quem ousa caminhar ao lado deles, cedo ou tarde se vê cansado, exausto, tentando, em vão, silenciar o hino lamurioso que ecoa dia após dia, vindo da boca da sua suposta metade.

Sim, todos nós erramos. Todos temos cicatrizes, arrependimentos, e momentos que nos envergonham — e que podem nos fazer sorrir sozinhos ao lembrar e dizer: como fui infantil! Mas essas experiências devem servir de aprendizado. Não como ferramentas de tortura que outros usam para nos diminuir, mas como alicerces para uma vida mais leve, verdadeira e plena.

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*Wilson Carlos Fuáh – É Especialista em Recursos Humanos e pesquisador das Relações Sociais e Políticas, Graduado em Ciências e Econômicas.

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A Hora e a Vez de Otaviano Pivetta

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) assume o comando do Governo de Mato Grosso trazendo algo que, na política, faz toda a diferença: experiência de gestão e resultados comprovados.

Ao longo da sua trajetória pública, construiu um histórico de decisões acertadas, liderou projetos que deram resultado e contribuiu diretamente para o desenvolvimento do nosso Estado. Por isso, afirmo com convicção: Mato Grosso está em boas mãos.

Essa avaliação não nasce de expectativa ou discurso político. Ela vem da observação de uma caminhada marcada por trabalho, planejamento e entrega. Em seu discurso de posse, o governador Pivetta deixou claro que irá manter Mato Grosso no rumo certo. “Vamos continuar fazendo com a coragem que o povo e Deus nos deram”.

Quem convive com o governador Pivetta sabe que ele costuma usar uma expressão que traduz bem sua forma de agir: “fazimento”. Já ouvi isso dele muitas vezes. E, na prática, é exatamente isso que define sua atuação — fazer, executar e entregar resultados para a sociedade.

Esse perfil começou a ganhar força ainda quando Pivetta esteve à frente da prefeitura de Lucas do Rio Verde por três mandatos. Naquele período, o município de Lucas do Rio Verde passou a ser destaque nacional ao adotar um modelo de crescimento estruturado, com planejamento urbano, fortalecimento da economia por meio da agroindustrialização e melhora consistente dos indicadores sociais.

Liderado por um empresário do agronegócio que se tornou gestor público, Lucas do Rio Verde deixou de ser apenas uma cidade em expansão para se tornar referência nacional em gestão municipal. Até hoje, o município segue se destacando em indicadores de desenvolvimento humano em Mato Grosso — um dos principais parâmetros utilizados para avaliar a qualidade de vida da população, considerando fatores fundamentais como renda, longevidade e educação.

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O que se viu ali foi organização, visão de longo prazo e capacidade de transformar potencial econômico em desenvolvimento real para a população.

Essa experiência ajudou a levar Pivetta a novos desafios na política mato-grossense. Nos últimos anos, como vice-governador de Mato Grosso, acompanhou de perto áreas estratégicas para o futuro do Estado, especialmente infraestrutura e educação — dois pilares fundamentais para o crescimento.

Na infraestrutura, os avanços são claros. Mato Grosso pavimentou 7 mil quilômetros de rodovias, um recorde histórico, além de manter programas contínuos de conservação de toda a malha rodoviária estadual. Em um estado com dimensões continentais e forte presença do agronegócio, uma logística de qualidade significa desenvolvimento, competitividade e integração.

Na educação, os investimentos também avançaram. Mais de R$ 478 milhões foram destinados à melhoria da estrutura das escolas da rede estadual, beneficiando mais de 320 mil estudantes.

Esses números ajudam a explicar por que Mato Grosso vive hoje um dos ciclos de crescimento mais relevantes do país. E isso não acontece por acaso. É resultado de gestão, planejamento e de uma atuação consistente.

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Como deputado estadual, acompanho de perto os desafios e as oportunidades que Mato Grosso enfrenta. Nosso estado cresce acima da média nacional, se consolida como uma potência econômica e exige lideranças preparadas para conduzir esse novo momento.

Líderes que conhecem o Estado, que dialogam com os municípios e que respeitam as diferenças de cada região fazem toda a diferença.

Nesse cenário, o governador — a quem também me refiro com respeito e proximidade como “Pivettão” — se consolida como uma das principais lideranças políticas de Mato Grosso. É reconhecido pela capacidade de gestão, pela liderança e pela proximidade com os municípios — algo essencial em um Estado tão grande e diverso.

Mato Grosso precisa de gente que conheça sua realidade e saiba transformar potencial em desenvolvimento equilibrado. E o governador Otaviano Pivetta construiu sua trajetória exatamente assim: com trabalho, responsabilidade e entrega.

A população ganha ao ter à frente do governo um gestor experiente, que entende o estado e tem condições de ampliar políticas públicas que gerem mais desenvolvimento e qualidade de vida.

Mato Grosso não precisa de improviso. Precisa de gestão. Precisa de resultado.

E é por isso que afirmo: Mato Grosso está em boas mãos. Chegou a hora e a vez do homem do “fazimento”. Bom trabalho, Pivettão.

Diego Guimarães (Republicanos) é Deputado Estadual por Mato Grosso

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