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Covid: Arena Pantanal se transforma em centro de triagem de pacientes; veja detalhes

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O Centro de Triagem da Covid-19 contará com equipes médicas para atendimento e avaliação das pessoas com sintomas do coronavírus que buscarem tratamento. O atendimento aos casos graves, como falta de ar e febre persistente, continua nas unidades municipais, que são a porta de entrada da rede de saúde pública.

O centro entra em funcionamento nos próximos dias, na Arena Pantanal, em Cuiabá.

O objetivo com a abertura do Centro de Triagem é facilitar o acesso e possibilitar a detecção e o tratamento precoce do coronavírus em adultos.

O Governo do Estado busca com a iniciativa evitar o agravamento da doença em pessoas que, inicialmente, apresentem sintomas leves da síndrome respiratória e, com isso, diminuir os impactos na rede de saúde pública, com a necessidade de internação em leitos hospitalares, principalmente, em Unidades de Terapia Intensiva (UTI).

“O primeiro atendimento é fundamental para o tratamento da Covid-19 e, por isso, a gestão estadual atua no sentido de facilitar o acesso ao atendimento, aos exames e medicamentos. Com a detecção e atendimento precoces, a ideia é conter o número de internações por quadros graves da doença”, afirmou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

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Atendimento

No centro, serão realizados os exames de detecção do vírus, as avaliações de quadro clínico, tomografia e a entrega de medicamentos para pacientes adultos.

Após triagem e consulta individualizada, poderá haver – caso recomendado pelo profissional médico – a prescrição de uma receita para a retirada, no local, de remédios que tratam os sintomas da Covid-19.

 

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Rhavenna e mais cinco viram réus em ação que apura ligação com Comando Vermelho

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A Justiça de Mato Grosso aceitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público Estadual (MPMT) contra a missionária Rhavenna Barcelos Cabeça de Almeida e outras cinco pessoas investigadas na Operação Fariseus. Com a decisão, os seis passam a responder a uma ação penal por acusações relacionadas, conforme cada caso, à suposta integração ao Comando Vermelho e à lavagem de dinheiro.

A denúncia foi recebida na quinta-feira (17) pelo juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá.

Além de Rhavenna, tornaram-se réus a mãe dela, a pastora Orminda Carlos de Barcelos Almeida, além de Renildo da Silva Rios, conhecido como “Velho”, “Velhote” e “Chapa”, Rhuan Barcelos da Conceição, Anatany Nina de Barcelos Souza Alves e Lo Rhuama Barcelos de Almeida Gobbi.

Na decisão, o magistrado considerou que a denúncia formulada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) cumpre os requisitos estabelecidos pelo Código de Processo Penal. O juiz apontou ainda a existência, nesta fase processual, de elementos suficientes para justificar o prosseguimento da ação.

O recebimento da denúncia não representa condenação. As acusações apresentadas pelo Ministério Público ainda serão analisadas no decorrer do processo, com direito à defesa e produção de provas.

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Rhavenna, Renildo e Orminda foram denunciados pelos crimes de integração de organização criminosa e lavagem de dinheiro. Rhuan, Anatany e Lo Rhuama, por sua vez, respondem à acusação de lavagem de dinheiro.

Segundo a denúncia apresentada pelo MPMT em 11 de setembro, Rhavenna, Renildo e Orminda teriam integrado um núcleo ligado ao Comando Vermelho entre janeiro de 2024 e julho de 2026.

Em relação aos outros três denunciados, a acusação sustenta que eles teriam participado da movimentação ou ocultação de recursos que seriam provenientes de atividades criminosas.

Outro ponto da acusação envolve a atuação de Rhavenna e Orminda na “Equipe de Evangelismo Resgatando Vidas”, que realizava atividades religiosas em unidades prisionais.

De acordo com o Gaeco, o acesso aos presídios por meio das visitas religiosas teria facilitado o contato entre integrantes da organização criminosa que estavam presos e pessoas que se encontravam em liberdade ou foragidas.

O Ministério Público também afirma que integrantes do grupo familiar teriam utilizado diferentes contas bancárias e mecanismos de movimentação financeira para ocultar a origem de valores que, segundo a acusação, estariam relacionados a atividades criminosas.

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Essas circunstâncias integram a tese apresentada pela acusação e serão analisadas judicialmente ao longo da ação penal.

Com a denúncia aceita, o juiz determinou a citação dos seis réus. Após serem formalmente comunicados, eles terão prazo de 10 dias para apresentar resposta à acusação.

O magistrado também tratou da situação do pastor Nivaldo de Almeida, pai de Rhavenna, que havia sido citado durante as investigações. Ele não foi incluído na denúncia do Ministério Público em razão de sua morte, ocorrida em 5 de setembro de 2026. O juiz determinou a apresentação da respectiva certidão de óbito pelo MP.

Rhavenna já teve a prisão preventiva decretada anteriormente em procedimento vinculado a uma medida cautelar que tramita no Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias. Conforme estabelecido na decisão, eventual pedido da defesa para revogar ou substituir a prisão deverá ser apresentado naquele processo específico.

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