SOB INVESTIGAÇÃO

Jovem desaparecido em Várzea Grande é encontrado morto no rio Cuiabá

O corpo encontrado no rio Cuiabá, nas proximidades da Ponte JK, na Rodovia dos Imigrantes, foi identificado como sendo de Antonio Marcos Morais Alves, de 20 anos, que estava desaparecido desde o início de maio, em Várzea Grande.

A confirmação da identidade foi confirmada nesta quarta-feira (20) pelo Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), após a conclusão do exame necropapiloscópico realizado pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Segundo a Polícia Civil, Antonio Marcos era natural de Alagoas e havia se mudado para Mato Grosso em fevereiro deste ano para trabalhar. Ele desapareceu após sair do alojamento da empresa onde estava hospedado, em Várzea Grande, no dia 4 de maio, sem dar mais notícias aos familiares.

Após o registro do desaparecimento, equipes da DHPP iniciaram uma série de diligências para tentar localizar o jovem. As buscas incluíram consultas em hospitais, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), terminais rodoviários, abrigos, unidades policiais e sistemas de segurança pública, além da divulgação do caso nos canais oficiais da corporação.

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Dois dias depois, em 6 de maio, a Polícia Civil foi acionada para atender uma ocorrência de encontro de cadáver no rio Cuiabá, próximo à Ponte JK. Como o corpo não possuía identificação, exames periciais foram realizados para confirmar a identidade da vítima.

Com a conclusão da análise técnica, a Politec confirmou que o corpo era de Antonio Marcos Morais Alves.

As circunstâncias da morte ainda não foram esclarecidas e seguem sob investigação da Polícia Judiciária Civil.

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CUIABÁ

Aluno de Engenharia Civil é afastado após denúncia de lista ofensiva na UFMT

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A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) afastou mais um estudante suspeito de envolvimento na criação de uma suposta lista que classificava alunas como “estupráveis” no campus de Cuiabá. A medida foi divulgada nesta quarta-feira (20). O aluno é acadêmico do curso de Engenharia Civil.

De acordo com a Polícia Civil, o estudante é filho de um policial federal que teria ido até a universidade na última semana e intimidado colegas ligados às denúncias sobre o caso.

Segundo a versão apresentada pelo policial, o filho estaria sofrendo ameaças de outros estudantes, motivo pelo qual ele decidiu comparecer à instituição.

A Polícia Civil informou que o policial federal foi intimado para prestar depoimento sobre o episódio, mas ainda não compareceu à delegacia.

O caso ganhou repercussão após a circulação de mensagens envolvendo uma suposta lista com comentários ofensivos e violentos contra estudantes da universidade. A situação gerou protestos no campus e levou à abertura de procedimentos internos para apuração dos fatos.

A UFMT e a Polícia Civil seguem investigando o caso.

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