PRAZO FINAL

Eleitores têm até 6 de maio para regularizar título e garantir voto nas eleições

Publicado em

MARCELLO CASAL JR - AGENCIA BRASIL

O cidadão que pretende tirar o título de eleitor pela primeira vez, transferir o local de votação ou regularizar pendências tem até o dia 6 de maio para procurar a Justiça Eleitoral.

O prazo é decisivo para quem deseja participar das eleições gerais de outubro, quando serão escolhidos presidente da República, vice-presidente, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais.

O eleitor pode resolver a situação presencialmente no cartório eleitoral mais próximo ou de forma online, por meio dos serviços disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A legislação brasileira determina que o voto é obrigatório para cidadãos entre 18 e 70 anos. Para jovens de 16 e 17 anos e idosos acima de 70, o voto é facultativo. A emissão do primeiro título pode ser solicitada a partir dos 15 anos, mas o direito ao voto só é garantido a quem tiver 16 anos completos até a data da eleição.

A Justiça Eleitoral reforça que a regularização dentro do prazo é essencial para evitar impedimentos no exercício da cidadania e possíveis restrições legais.

Leia Também:  Adolescente de 15 anos é apreendido após matar o próprio tio a facadas em VG

O calendário eleitoral também prevê outras datas importantes nesta semana. A janela partidária, período em que parlamentares podem trocar de partido sem perder o mandato, se encerra nesta sexta-feira (3).

Já no sábado (4), termina o prazo de desincompatibilização para agentes públicos que pretendem disputar as eleições. Governadores, prefeitos e ministros que desejam concorrer a outros cargos devem deixar suas funções, conforme determina a Constituição, para evitar o uso da máquina pública em benefício eleitoral.

Entre no grupo do Folha360 no WhatsApp e receba notícias em tempo real (CLIQUE AQUI).

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

CIDADES

Polícia prende marido investigado por tentar matar esposa com sedativos durante internação

Published

on

Um homem de 49 anos foi preso pela Polícia Civil nesta sexta-feira (3), em Guarantã do Norte, suspeito de tentar matar a própria esposa por meio da administração irregular de medicamentos sedativos durante o período em que ela estava internada em um hospital. O investigado teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e responderá, inicialmente, por tentativa de feminicídio.

As investigações tiveram início após profissionais de saúde comunicarem à Polícia Civil uma situação considerada incomum durante a recuperação da paciente. A mulher apresentava evolução clínica satisfatória e havia previsão de receber alta nos dias seguintes. No entanto, após permanecer sob os cuidados exclusivos do marido por um período, seu estado de saúde se agravou de forma inesperada.

Segundo a apuração, funcionários do hospital relataram ter visto o suspeito manipulando o equipamento de soro da paciente, retirando e recolocando a medicação intravenosa. A atitude levantou a suspeita de que alguma substância pudesse estar sendo administrada sem autorização da equipe médica.

Leia Também:  Bombeiros socorrem mãe e bebê após parto inesperado em casa

Ao longo da investigação, a Polícia Civil realizou diligências, ouviu testemunhas, recolheu materiais para perícia e solicitou exames laboratoriais. Os primeiros resultados indicaram a presença de uma substância com efeito sedativo em amostras biológicas da vítima, reforçando a hipótese de que medicamentos teriam sido aplicados de forma indevida.

Com base nas evidências reunidas, os investigadores solicitaram à Justiça a prisão preventiva do suspeito, além de medidas protetivas em favor da vítima. Os pedidos foram aceitos pelo Poder Judiciário, e o mandado foi cumprido nesta sexta-feira pelos policiais da Delegacia de Guarantã do Norte.

Apesar da prisão, as investigações continuam para esclarecer completamente a dinâmica dos fatos, identificar a motivação do crime e reunir novos elementos que possam fortalecer o inquérito policial.

O delegado responsável pelo caso, Mauro Apoitia, destacou a importância da colaboração da população e dos profissionais de saúde na identificação de situações suspeitas.

“Muitas vítimas não conseguem pedir ajuda ou têm medo de denunciar seus agressores. Por isso, informações repassadas por familiares, profissionais da saúde e pela sociedade são fundamentais para proteger as vítimas e responsabilizar os autores”, afirmou o delegado.

Leia Também:  Justiça autoriza novas buscas e bloqueios em operação que apura rombo de R$ 140 milhões; veja nomes

Entre no grupo do Folha360 no WhatsApp e receba notícias em tempo real (CLIQUE AQUI).

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA