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Governo federal acelera ritmo de construção de três viadutos na BR-163 em Cuiabá

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O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) executa as obras de construção de três viadutos na BR-163/364-MT, na região do Distrito Industrial, na entrada de Cuiabá. As Obras de Arte Especiais (OAEs) fazem parte do lote 3 da duplicação da rodovia federal.

O lote 3 compreende 42 quilômetros de pista duplicada, com início no segmento em concreto da Serra de São Vicente e fim no entroncamento com a Rodovia dos Imigrantes (BR-070/MT). Ao todo, somente neste trecho, serão investidos mais de R$ 50 milhões.

As obras de duplicação da BR-163/364/MT avançam com várias frentes de trabalho abertas. Já estão sendo executadas, neste momento, os serviços nas vias marginais da rodovia, na região do Distrito de Cuiabá. A previsão é de que, na entrada da capital, os trabalhos sejam concluídos no fim de 2020.

As obras de duplicação e de construção dos viadutos são significativas e vão melhorar o trânsito de veículos em Cuiabá, além de aumentar o conforto e a segurança aos usuários, uma vez que reduzirá o tempo de viagem e separará o trânsito de veículos leves – que seguem para os bairros – e os pesados que transportam a produção do agronegócio mato-grossense.

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A duplicação da BR-163/364/MT, como um todo, terá um grande impacto social e econômico no Estado de Mato Grosso, uma vez que a rodovia é a principal rota utilizada para o escoamento da produção agrícola. Ao todo serão duplicados 174 quilômetros, entre Cuiabá e Rondonópolis.

A rota duplicada vai melhorar o fluxo de caminhões que escoam a produção de Mato Grosso até os portos de Santos (SP), de onde as cargas são embarcadas para o mercado internacional.

 

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Polícia prende marido investigado por tentar matar esposa com sedativos durante internação

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Um homem de 49 anos foi preso pela Polícia Civil nesta sexta-feira (3), em Guarantã do Norte, suspeito de tentar matar a própria esposa por meio da administração irregular de medicamentos sedativos durante o período em que ela estava internada em um hospital. O investigado teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e responderá, inicialmente, por tentativa de feminicídio.

As investigações tiveram início após profissionais de saúde comunicarem à Polícia Civil uma situação considerada incomum durante a recuperação da paciente. A mulher apresentava evolução clínica satisfatória e havia previsão de receber alta nos dias seguintes. No entanto, após permanecer sob os cuidados exclusivos do marido por um período, seu estado de saúde se agravou de forma inesperada.

Segundo a apuração, funcionários do hospital relataram ter visto o suspeito manipulando o equipamento de soro da paciente, retirando e recolocando a medicação intravenosa. A atitude levantou a suspeita de que alguma substância pudesse estar sendo administrada sem autorização da equipe médica.

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Ao longo da investigação, a Polícia Civil realizou diligências, ouviu testemunhas, recolheu materiais para perícia e solicitou exames laboratoriais. Os primeiros resultados indicaram a presença de uma substância com efeito sedativo em amostras biológicas da vítima, reforçando a hipótese de que medicamentos teriam sido aplicados de forma indevida.

Com base nas evidências reunidas, os investigadores solicitaram à Justiça a prisão preventiva do suspeito, além de medidas protetivas em favor da vítima. Os pedidos foram aceitos pelo Poder Judiciário, e o mandado foi cumprido nesta sexta-feira pelos policiais da Delegacia de Guarantã do Norte.

Apesar da prisão, as investigações continuam para esclarecer completamente a dinâmica dos fatos, identificar a motivação do crime e reunir novos elementos que possam fortalecer o inquérito policial.

O delegado responsável pelo caso, Mauro Apoitia, destacou a importância da colaboração da população e dos profissionais de saúde na identificação de situações suspeitas.

“Muitas vítimas não conseguem pedir ajuda ou têm medo de denunciar seus agressores. Por isso, informações repassadas por familiares, profissionais da saúde e pela sociedade são fundamentais para proteger as vítimas e responsabilizar os autores”, afirmou o delegado.

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