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Motoristas de ônibus aderem ‘greve geral’ e cruzam os braços nesta sexta-feira

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A greve geral contra a Reforma da Previdência que acontece nesta sexta-feira (14.06), irá afetar os usuários de transporte coletivo de Cuiabá e Várzea Grande. Os motoristas de ônibus resolveram aderir a paralisação nacional e vão reduzir pela metade a circulação da frota.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários da Baixada Cuiabana (Sintrobac), Ledevino da Conceição, a decisão de aderir a paralisação foi tomada em assembleia realizada na última sexta (07.06). “A greve geral tem como motivação a luta contra a reforma da previdência que traz mudanças que dificultarão ao trabalhador o acesso à aposentadoria”, diz trecho do comunicado do Sintrobac.

A greve dos motoristas de ônibus desta sexta-feira, não tem nenhuma ligação com a paralisação da última segunda-feira (10.06), onde motoristas de Cuiabá e Várzea Grande cruzaram os braços pela falta de pagamento do salário de maio, que deveria ser efetuado no quinto dia útil, na sexta-feira (07.06).

Anunciada no dia 1º de maio, Dia do Trabalho, a greve geral tem sido um dos assuntos mais comentados no Twitter. Há quatro dias, o tópico ocupa os trending topics da rede social.

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O movimento foi articulado por centrais sindicais, movimentos populares e entidades estudantis. Opositores ao governo tentam reeditar a paralisação nacional de 2017, uma das maiores da história do Brasil. Há dois anos a manifestação era também contrária a mudanças na Previdência, do então presidente Michel Temer.

Além do transporte, categorias da educação, movimentos estudantis, do funcionalismo público, do setor financeiro e setores da sociedade civil aderirão ao ato. O movimento é organizado pelas principais centrais sindicais do país. Em Cuiabá, as ações se concentrarão na praça Ipiranga, a partir das 14h.

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Polícia prende marido investigado por tentar matar esposa com sedativos durante internação

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Um homem de 49 anos foi preso pela Polícia Civil nesta sexta-feira (3), em Guarantã do Norte, suspeito de tentar matar a própria esposa por meio da administração irregular de medicamentos sedativos durante o período em que ela estava internada em um hospital. O investigado teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e responderá, inicialmente, por tentativa de feminicídio.

As investigações tiveram início após profissionais de saúde comunicarem à Polícia Civil uma situação considerada incomum durante a recuperação da paciente. A mulher apresentava evolução clínica satisfatória e havia previsão de receber alta nos dias seguintes. No entanto, após permanecer sob os cuidados exclusivos do marido por um período, seu estado de saúde se agravou de forma inesperada.

Segundo a apuração, funcionários do hospital relataram ter visto o suspeito manipulando o equipamento de soro da paciente, retirando e recolocando a medicação intravenosa. A atitude levantou a suspeita de que alguma substância pudesse estar sendo administrada sem autorização da equipe médica.

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Ao longo da investigação, a Polícia Civil realizou diligências, ouviu testemunhas, recolheu materiais para perícia e solicitou exames laboratoriais. Os primeiros resultados indicaram a presença de uma substância com efeito sedativo em amostras biológicas da vítima, reforçando a hipótese de que medicamentos teriam sido aplicados de forma indevida.

Com base nas evidências reunidas, os investigadores solicitaram à Justiça a prisão preventiva do suspeito, além de medidas protetivas em favor da vítima. Os pedidos foram aceitos pelo Poder Judiciário, e o mandado foi cumprido nesta sexta-feira pelos policiais da Delegacia de Guarantã do Norte.

Apesar da prisão, as investigações continuam para esclarecer completamente a dinâmica dos fatos, identificar a motivação do crime e reunir novos elementos que possam fortalecer o inquérito policial.

O delegado responsável pelo caso, Mauro Apoitia, destacou a importância da colaboração da população e dos profissionais de saúde na identificação de situações suspeitas.

“Muitas vítimas não conseguem pedir ajuda ou têm medo de denunciar seus agressores. Por isso, informações repassadas por familiares, profissionais da saúde e pela sociedade são fundamentais para proteger as vítimas e responsabilizar os autores”, afirmou o delegado.

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