ECONOMIA

Alexandre Furlan se destaca e é reeleito para Organização Internacional dos Empregadores

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O empresário Alexandre Furlan, que é delegado da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt) junto à Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi reeleito nesta terça-feira Vice-Presidente para a América Latina da Organização Internacional dos Empregadores (OIE). A OIE representa os empregadores no Conselho de Administração da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o único organismo tripartite das Nações Unidas, formado por representantes de governos, empregadores e trabalhadores.

Furlan representa a CNI junto à OIT desde 2010, em nome dos empregadores brasileiros. Ele destaca que os principais objetivos dessa participação incluem a defesa da legislação e das políticas trabalhistas do Brasil e a modernização da doutrina e das normas internacionais do trabalho, além da liderança na representação empresarial brasileira e latino-americana.

Na semana passada, a atuação dessa representação garantiu a retirada do Brasil da chamada ‘lista curta’ de países suspeitos de violação a tratados internacionais, elaborada anualmente para subsidiar as discussões na Conferência Internacional do Trabalho. A Conferência será realizada de 03 a 19 de junho, pela primeira vez de forma remota.

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O Brasil havia sido incluído na lista em 2018, permanecendo por dois anos seguidos. Neste ano, chegou a figurar na chamada ‘lista longa’, formada por 40 países e analisada antes da Conferência. Durante a avaliação da lista longa, a defesa feita pela representação brasileira foi vitoriosa, ao evidenciar que a sobreposição do acordado sobre o legislado nas relações de trabalho brasileiras valoriza as negociações.

Para Furlan, a exclusão do Brasil da lista curta foi uma vitória por respaldar a reforma trabalhista de 2017, uma vez que os questionamentos ainda eram sobre pontos da reforma que já estão sacramentados e incorporados ao sistema jurídico brasileiro. “Conseguimos deixar de lado uma ideologização relacionada ao Brasil na OIT, com uma defesa técnica. Isso é muito importante para que não tenhamos o nosso nome maculado por algo que não fizemos. O Brasil tem sido exemplo para o mundo nas relações de trabalho e é assim que queremos continuar”, comenta.

Catarinense radicado em Mato Grosso desde 1987, o empresário considera a participação na OIT como uma representação também do Estado. “Não deixa de ser uma voz em defesa de Mato Grosso na organização, e sinto muito orgulho disso”, comenta.

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A nova presidente da OIE é Michele Parmelee, dos Estados Unidos. O mandato é de três anos. Os demais vice-presidentes nomeados são Hiroyuki Matsui (Japón) para a Ásia-Pacífico, Blaise Matthey (Suíça) para a Europa e Ásia Central, Jacqueline Mugo (Quênia) para África e Peter Robinson (Estados Unidos) para a América do Norte.

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ECONOMIA

Nubank encerra rendimento automático e impõe novas regras ao Ultravioleta

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O Nubank colocou fim, nesta terça-feira (30), ao rendimento automático de 200% do CDI sobre o cashback do cartão Ultravioleta. Agora, os clientes terão de escolher entre acumular 1,25% de cashback em novas compras ou receber a partir de 2,2 pontos por dólar gasto.

Quem preferir manter o rendimento do dinheiro precisará resgatar o valor e transferi-lo para a Caixinha Turbo, que rende 120% do CDI, ou para CDBs disponíveis no banco, com taxas superiores.

Outra mudança significativa está na mensalidade do cartão. Atualmente, a cobrança é de R$ 49, com isenção para quem gasta R$ 5 mil na fatura ou mantém R$ 50 mil investidos. Esse valor será mantido por mais 12 meses. Depois, a taxa sobe para R$ 89, e a isenção só será concedida a quem gastar pelo menos R$ 8 mil ou continuar com R$ 50 mil aplicados.

Segundo o Nubank, as alterações têm como objetivo tornar o programa mais competitivo, oferecendo pontos sem expiração, cashback flexível e novas parcerias com companhias aéreas.

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Entre os benefícios anunciados estão: IOF zero em compras internacionais, 4 acessos anuais gratuitos a salas VIP do Priority Pass, acesso ilimitado ao Lounge Ultravioleta em Guarulhos, além de vantagens em passagens e reservas pelo Nu Viagens.

O banco também destacou a possibilidade de transferir pontos diretamente para programas de fidelidade da Latam, Azul e Smiles sem burocracia.

Outros diferenciais incluem conta global sem spread para mais de 40 moedas, eSIM internacional com 10GB renovado anualmente, seguro viagem e suporte exclusivo para clientes Ultravioleta.

Com as mudanças, os usuários precisarão avaliar se os novos benefícios compensam o fim do rendimento automático, que era um dos grandes atrativos do cartão premium.

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