ECONOMIA

Auxílio emergencial: brasileiros vão voltar a receber; MP será promulgada e repasse fica para abril

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Ficou para segunda-feira (15) a publicação da medida provisória que recria o auxílio emergencial. “Realizaremos, na próxima segunda-feira (15), sessão do Congresso Nacional para a promulgação da PEC Emergencial (186/19), que permitirá a retomada do pagamento de auxílio emergencial aos mais necessitados do Brasil”, escreveu o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco no Twitter.

O Congresso aprovou na noite desta quinta-feira a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que prevê uma nova rodada do auxílio emergencial. A expectativa era que a MP fosse publicada ainda sexta-feira para garantir que o benefício fosse pago ainda em março. Com a publicação só na segunda, as parcelas devem começar a ser depositadas no início de abril.

De acordo com O Globo, técnicos do governo têm a expectativa de que o texto entre em vigor só na semana que vem. Na sequência, o Executivo editará uma medida provisória com as regras do programa social, que deve abranger 46 milhões de famílias.

Pela última versão da MP, o benefício será pago a apenas um membro da família, no valor de R$ 250, pagos em quatro meses. Mulheres com filhos terão direito a uma cota mais alta, de R$ 375 e pessoas que moram só, de R$ 150.

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Integrantes da equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, já trabalham, segundo O Globo, com a possibilidade de o auxílio em 2021 durar mais de quatro meses previstos inicialmente, a depender do avanço da pandemia no Brasil.

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ECONOMIA

Nubank encerra rendimento automático e impõe novas regras ao Ultravioleta

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O Nubank colocou fim, nesta terça-feira (30), ao rendimento automático de 200% do CDI sobre o cashback do cartão Ultravioleta. Agora, os clientes terão de escolher entre acumular 1,25% de cashback em novas compras ou receber a partir de 2,2 pontos por dólar gasto.

Quem preferir manter o rendimento do dinheiro precisará resgatar o valor e transferi-lo para a Caixinha Turbo, que rende 120% do CDI, ou para CDBs disponíveis no banco, com taxas superiores.

Outra mudança significativa está na mensalidade do cartão. Atualmente, a cobrança é de R$ 49, com isenção para quem gasta R$ 5 mil na fatura ou mantém R$ 50 mil investidos. Esse valor será mantido por mais 12 meses. Depois, a taxa sobe para R$ 89, e a isenção só será concedida a quem gastar pelo menos R$ 8 mil ou continuar com R$ 50 mil aplicados.

Segundo o Nubank, as alterações têm como objetivo tornar o programa mais competitivo, oferecendo pontos sem expiração, cashback flexível e novas parcerias com companhias aéreas.

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Entre os benefícios anunciados estão: IOF zero em compras internacionais, 4 acessos anuais gratuitos a salas VIP do Priority Pass, acesso ilimitado ao Lounge Ultravioleta em Guarulhos, além de vantagens em passagens e reservas pelo Nu Viagens.

O banco também destacou a possibilidade de transferir pontos diretamente para programas de fidelidade da Latam, Azul e Smiles sem burocracia.

Outros diferenciais incluem conta global sem spread para mais de 40 moedas, eSIM internacional com 10GB renovado anualmente, seguro viagem e suporte exclusivo para clientes Ultravioleta.

Com as mudanças, os usuários precisarão avaliar se os novos benefícios compensam o fim do rendimento automático, que era um dos grandes atrativos do cartão premium.

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