ECONOMIA

No vermelho: Mauro fecha julho com déficit de R$ 90 milhões e Executivo liga o alerta

Repasse às prefeituras foi superior a R$ 321 milhões; pagamento de salários ultrapassou a faixa de R$ 510,5 milhões

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O governo do Estado de Mato Grosso fechou o mês de julho de 2019 com um déficit de R$ 90,2 milhões. 

O valor é a somatória de tudo que foi arrecadado, o que foi pago e as despesas não pagas no mês. 

Em julho, o Estado arrecadou R$ 1.462.842.933, valor que foi somado a outros R$ 176.036.295, que constavam no saldo da Conta Única no dia 1º daquele mês. Desse valor, o governo efetuou o pagamento dos salários dos servidores ativos no valor de R$ 303.641.533 e dos inativos no valor de R$ 206.975.009.

Somente com repasses obrigatórios aos Poderes, referente ao duodécimo, o valor foi de R$ 204.161.588. Conforme prevê a lei, ao Tribunal de Justiça foi destinada a quantia de R$ 87.600.564; à Assembleia Legislativa o valor foi de R$ 41.070.495; ao Ministério Público R$ 35.619.029; para o Tribunal de Contas do Estado o valor foi de R$ 28.932.466 e para a Defensoria Pública o repasse foi de R$ 10.939.034.

Para as 141 prefeituras de Mato Grosso, no mês de maio, o valor repassado foi de R$ 321.079.184.

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A Educação recebeu de recurso referente ao Fundeb a quantia de R$ 168.060.440, além de R$ 17.266.863 também de repasse obrigatório.

À Saúde foi destinada a quantia de R$ 52.864.382 e para o custeio das secretarias de Estado o valor foi de R$ 94.809.882.   

O Estado também fez o pagamento de dívidas bancárias na quantia de R$ 51.607.204. Além desses valores, foi bloqueado judicialmente a quantia de R$ 15.866.007 e para as contas especiais (Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal de Mato Grosso, Mato Grosso Saúde e MT Prev) foi repassado o valor de R$ 18.314.887.

Em investimentos, o Estado destinou a quantia de R$ 5.462.573. Ainda cumprindo os repasses obrigatórios, o Estado repassou ao Fabov (Fundo de Apoio a Bovinocultura de Corte), Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal), Cipem (Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso) e Detran a quantia de R$ 17.969.060.

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ECONOMIA

Nubank encerra rendimento automático e impõe novas regras ao Ultravioleta

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O Nubank colocou fim, nesta terça-feira (30), ao rendimento automático de 200% do CDI sobre o cashback do cartão Ultravioleta. Agora, os clientes terão de escolher entre acumular 1,25% de cashback em novas compras ou receber a partir de 2,2 pontos por dólar gasto.

Quem preferir manter o rendimento do dinheiro precisará resgatar o valor e transferi-lo para a Caixinha Turbo, que rende 120% do CDI, ou para CDBs disponíveis no banco, com taxas superiores.

Outra mudança significativa está na mensalidade do cartão. Atualmente, a cobrança é de R$ 49, com isenção para quem gasta R$ 5 mil na fatura ou mantém R$ 50 mil investidos. Esse valor será mantido por mais 12 meses. Depois, a taxa sobe para R$ 89, e a isenção só será concedida a quem gastar pelo menos R$ 8 mil ou continuar com R$ 50 mil aplicados.

Segundo o Nubank, as alterações têm como objetivo tornar o programa mais competitivo, oferecendo pontos sem expiração, cashback flexível e novas parcerias com companhias aéreas.

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Entre os benefícios anunciados estão: IOF zero em compras internacionais, 4 acessos anuais gratuitos a salas VIP do Priority Pass, acesso ilimitado ao Lounge Ultravioleta em Guarulhos, além de vantagens em passagens e reservas pelo Nu Viagens.

O banco também destacou a possibilidade de transferir pontos diretamente para programas de fidelidade da Latam, Azul e Smiles sem burocracia.

Outros diferenciais incluem conta global sem spread para mais de 40 moedas, eSIM internacional com 10GB renovado anualmente, seguro viagem e suporte exclusivo para clientes Ultravioleta.

Com as mudanças, os usuários precisarão avaliar se os novos benefícios compensam o fim do rendimento automático, que era um dos grandes atrativos do cartão premium.

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