denúncia anônima

Adolescente de 12 anos é resgatada de casa de suspeito de estupro

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A Polícia Civil, em ação realizada pela Delegacia de Porto Alegre do Norte, resgatou, na manhã desta terça-feira (29), uma adolescente de 12 anos, vítima de estupro de vulnerável.

A menor foi localizada na casa do suspeito, de 20 anos, que se intitulava “namorado” da vítima. O suspeito responderá em inquérito policial pelo crime de estupro de vulnerável com pena de reclusão que pode chegar a 15 anos.

As investigações iniciaram após denúncia anônima, realizada por meio do canal Disk 100, que apontava que o suspeito estava mantendo um relacionamento amoroso com a menor, incompatível com a legislação brasileira, que estabelece a idade de consentimento sexual em 14 anos.

Ainda segundo a denúncia, a adolescente estava na casa do suspeito, enquanto ele havia saído para trabalhar. No local, os policiais constataram a veracidade da denúncia, sendo a menor encontrada na residência e resgatada pelos policiais.

O suspeito, natural do Maranhão e com histórico de baixa escolaridade, alegou desconhecimento da idade da vítima. O delegado Victor Donizete de Oliveira Pereira, responsável pelo caso, destacou que a investigação continua para apurar o possível envolvimento dos familiares da vítima na suposta autorização do relacionamento, o que pode caracterizar negligência.

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“A pronta resposta ao Disk 100 permitiu evitar maiores danos à adolescente. Durante a ação, foram seguidos todos os protocolos, incluindo a requisição de perícia médica e o acompanhamento das conselheiras tutelares, para garantir a integridade do processo”, disse o delegado.

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Vereadores são alvo de operação que investiga desvio de R$ 1,95 milhão em cestas básicas

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Vereadores e outros investigados foram alvos da Operação Mesa Vazia, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (3), para apurar um suposto esquema de desvio de cestas básicas e kits de higiene e limpeza destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social em Barra do Garças.

De acordo com as investigações, aproximadamente 13 mil cestas básicas e kits teriam sido desviados, causando um prejuízo estimado em R$ 1,95 milhão aos cofres públicos. A Polícia Civil não divulgou os nomes dos investigados.

Os produtos faziam parte do Programa SER Família Solidário, coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e deveriam ser distribuídos a famílias previamente cadastradas por meio de órgãos públicos e entidades devidamente credenciadas.

No entanto, as apurações apontam que parte desse material teria sido desviada para um esquema paralelo de distribuição, realizado sem controle institucional e sem qualquer prestação de contas.

Durante a investigação, os policiais identificaram inconsistências entre os registros oficiais de entrega e a quantidade de produtos efetivamente recebida por representantes de entidades beneficiadas.

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Para avançar na apuração, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo de dados, afastamento de agentes públicos de suas funções e outras medidas cautelares, incluindo a proibição de contato entre os investigados e o impedimento de frequentarem locais relacionados aos fatos investigados.

Segundo a Polícia Civil, os alimentos e kits eram retirados em centros oficiais de distribuição, principalmente em Cuiabá, e transportados até Barra do Garças. Em vez de serem encaminhados às instituições responsáveis pela entrega às famílias, parte da carga teria sido levada para imóveis particulares, chácaras, sedes de associações e outros locais privados, onde ocorria uma redistribuição considerada irregular.

As investigações indicam que o esquema funcionava por meio de dois modelos distintos. O primeiro seguia o fluxo regular, com solicitação formal, documentação, entrega por órgãos competentes e prestação de contas. Já o segundo utilizava um fluxo paralelo, no qual os produtos eram movimentados com aparência de legalidade, por meio de entidades, documentos considerados suspeitos e representantes sem legitimidade formal, mas sem o devido controle dos órgãos públicos.

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A Polícia Civil continua as investigações para identificar todos os envolvidos, esclarecer a extensão do esquema e apurar o destino final dos produtos que deveriam beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade social.

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