FLAGRANTE

Adolescente de 13 anos é apreendido com mais de 380 porções de drogas em Cuiabá

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Um adolescente de 13 anos foi apreendido na segunda-feira (3) com 383 porções de drogas no bairro Primeiro de Março, em Cuiabá. Segundo a Polícia Militar, o material incluía porções de maconha e cocaína, além de objetos que seriam utilizados no preparo e na embalagem dos entorpecentes.

A apreensão ocorreu durante um patrulhamento realizado por equipes da PM na região. Os policiais receberam uma denúncia de que um adolescente estaria comercializando drogas nas proximidades de um bar.

Ao perceber a aproximação da equipe, o jovem tentou fugir, mas foi alcançado pelos militares. Durante a abordagem, algumas porções de entorpecentes foram encontradas com ele.

Ainda conforme a PM, o adolescente indicou aos policiais outros pontos onde haveria drogas escondidas. Parte do material estaria em um monte de areia e outra quantidade teria sido deixada em uma casa abandonada nas proximidades.

As equipes foram até os locais indicados e localizaram o restante dos entorpecentes. Ao todo, foram apreendidas 383 porções de maconha e cocaína, além de R$ 137 em dinheiro.

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Também foram recolhidas duas balanças de precisão, uma tesoura e um pedaço de película insulfilm. Conforme a Polícia Militar, os materiais seriam utilizados no preparo e acondicionamento das drogas.

O adolescente foi encaminhado à Central de Flagrantes, onde a ocorrência foi registrada. O caso será investigado pela Polícia Civil.

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POLÍCIA

Suspeito é preso em VG por envolvimento em golpe de R$ 1 milhão contra idosa

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Um homem foi preso em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá, suspeito de integrar uma organização criminosa investigada por aplicar um golpe de aproximadamente R$ 1,09 milhão contra uma idosa no Distrito Federal. A prisão ocorreu durante uma operação deflagrada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) em quatro estados.

Segundo a investigação, o grupo teria se passado por funcionários de uma concessionária de energia elétrica para convencer a vítima de que ela teria direito a receber um suposto ressarcimento.

A partir das orientações dos criminosos, a idosa realizou diversas transferências bancárias para contas indicadas pelos suspeitos. Ela também teria compartilhado a tela do celular, alterado senhas e autorizado novos aparelhos a acessar os aplicativos bancários.

Ao perceber que havia sido vítima de um golpe, a mulher procurou a polícia. O prejuízo causado pelas transações chegou a R$ 1.099.000.

A operação cumpriu cinco mandados de prisão temporária e seis de busca e apreensão no Distrito Federal, Mato Grosso, Paraná e Rio de Janeiro. Ao todo, seis pessoas são investigadas por participação no esquema.

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Conforme a PCDF, os suspeitos teriam funções definidas dentro da organização e utilizavam diversos números de telefone e contas bancárias para receber e distribuir os valores obtidos com as fraudes. A investigação também identificou empresas que seriam utilizadas para dificultar o rastreamento e ocultar o dinheiro.

A análise dos aparelhos celulares apontou que diferentes linhas telefônicas usadas nos golpes estavam associadas aos mesmos dispositivos, o que, segundo os investigadores, reforça a suspeita de atuação coordenada entre os envolvidos.

Os policiais também encontraram conexões entre as chaves Pix utilizadas nas transferências e contas bancárias vinculadas a alguns dos investigados.

A investigação indica ainda que o grupo pode estar relacionado a outros golpes registrados no Distrito Federal. Segundo a polícia, os criminosos teriam repetido o mesmo método, utilizando números de telefone e identidades falsas semelhantes.

No Rio de Janeiro, um dos mandados de busca foi cumprido na Penitenciária Milton Dias Moreira, em Japeri, onde um dos investigados já estava preso. Conforme a polícia, mesmo detido, ele continuaria participando das ações criminosas.

Além das prisões e buscas, a Justiça determinou o bloqueio de até R$ 1,099 milhão em contas de pessoas investigadas por supostamente receber e ocultar os valores obtidos com as fraudes.

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