CONFRONTO POLICIAL

Adolescentes suspeitos de tráfico morrem em confronto com a PM em Mato Grosso

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Dois adolescentes morreram durante um confronto com policiais militares na tarde desta quarta-feira (20), em Nova Mutum. Eles foram identificados como Hugo Gustavo Santos Silva, de 17 anos, e Edison Bruno da Conceição da Silva, de 16.

De acordo com a Polícia Militar, a ocorrência começou após uma moradora denunciar que um adolescente havia invadido o quintal de sua residência, escondido uma sacola preta entre telhas encostadas no muro e fugido logo em seguida.

Os policiais foram até o endereço e encontraram a sacola contendo grande quantidade de maconha. Segundo a PM, o imóvel faz divisa com uma rua conhecida por movimentação ligada ao tráfico de drogas, no bairro Primavera III.

Durante as buscas na região, com apoio da cavalaria, os militares identificaram uma residência suspeita com a porta aberta. Ao entrarem no imóvel, os policiais avistaram dois adolescentes correndo pelos fundos da casa.

Cerca de 20 minutos depois, um morador informou ter visto os suspeitos escondidos próximos a um muro. As equipes realizaram o cerco e localizaram a dupla.

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Ainda conforme a versão apresentada pela PM, no momento da abordagem um dos adolescentes teria apontado uma arma para os policiais e tentado efetuar um disparo, mas o revólver falhou. Diante da situação, os militares reagiram e atiraram.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e confirmou a morte dos adolescentes ainda no local.

Na ação, os policiais apreenderam dois revólveres, calibres .32 e .38, além de três celulares e porções de maconha encontradas em uma residência apontada como ponto de venda de drogas frequentado pelos menores.

Segundo a Polícia Militar, os adolescentes possuíam passagens anteriores e um deles era investigado por participação em um homicídio registrado na cidade.

O caso será apurado pelas autoridades competentes.

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Polícia prende marido investigado por tentar matar esposa com sedativos durante internação

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Um homem de 49 anos foi preso pela Polícia Civil nesta sexta-feira (3), em Guarantã do Norte, suspeito de tentar matar a própria esposa por meio da administração irregular de medicamentos sedativos durante o período em que ela estava internada em um hospital. O investigado teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e responderá, inicialmente, por tentativa de feminicídio.

As investigações tiveram início após profissionais de saúde comunicarem à Polícia Civil uma situação considerada incomum durante a recuperação da paciente. A mulher apresentava evolução clínica satisfatória e havia previsão de receber alta nos dias seguintes. No entanto, após permanecer sob os cuidados exclusivos do marido por um período, seu estado de saúde se agravou de forma inesperada.

Segundo a apuração, funcionários do hospital relataram ter visto o suspeito manipulando o equipamento de soro da paciente, retirando e recolocando a medicação intravenosa. A atitude levantou a suspeita de que alguma substância pudesse estar sendo administrada sem autorização da equipe médica.

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Ao longo da investigação, a Polícia Civil realizou diligências, ouviu testemunhas, recolheu materiais para perícia e solicitou exames laboratoriais. Os primeiros resultados indicaram a presença de uma substância com efeito sedativo em amostras biológicas da vítima, reforçando a hipótese de que medicamentos teriam sido aplicados de forma indevida.

Com base nas evidências reunidas, os investigadores solicitaram à Justiça a prisão preventiva do suspeito, além de medidas protetivas em favor da vítima. Os pedidos foram aceitos pelo Poder Judiciário, e o mandado foi cumprido nesta sexta-feira pelos policiais da Delegacia de Guarantã do Norte.

Apesar da prisão, as investigações continuam para esclarecer completamente a dinâmica dos fatos, identificar a motivação do crime e reunir novos elementos que possam fortalecer o inquérito policial.

O delegado responsável pelo caso, Mauro Apoitia, destacou a importância da colaboração da população e dos profissionais de saúde na identificação de situações suspeitas.

“Muitas vítimas não conseguem pedir ajuda ou têm medo de denunciar seus agressores. Por isso, informações repassadas por familiares, profissionais da saúde e pela sociedade são fundamentais para proteger as vítimas e responsabilizar os autores”, afirmou o delegado.

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