APÓS DISCUSSÃO

Funcionário de igreja é esfaqueado por morador de rua

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Um funcionário da Igreja Matriz de Rondonópolis (215 km ao sul de Cuiabá) foi esfaqueado na quarta-feira (22), após discutir com um morador de rua. Testemunhas disseram que viram o trabalhador saindo da igreja correndo atrás do andarilho.

A vítima foi encontrada pelos oficiais caída em frente à igreja. Testemunhas disseram que viram o homem saindo da igreja e correndo atrás do suspeito.

Nisso, o indivíduo em questão, descrito como magro, baixo, vestindo camisa clara, boné marrom e bermuda escura, foi avistado próximo ao ponto de táxi na Rua Arnaldo Estevão. Em determinado momento, ele alcançou o suspeito. Em meio a briga, o morador de rua sacou uma faca e golpeou a vítima.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local e encaminhou o funcionário para o Hospital Regional. Segundo relatos ele não corre risco de morte.

Até o momento o suspeito não foi localizado pelas autoridades.

Caso deve ser apurado pela Polícia Civil.

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POLÍCIA

Vereadores são alvo de operação que investiga desvio de R$ 1,95 milhão em cestas básicas

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Vereadores e outros investigados foram alvos da Operação Mesa Vazia, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (3), para apurar um suposto esquema de desvio de cestas básicas e kits de higiene e limpeza destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social em Barra do Garças.

De acordo com as investigações, aproximadamente 13 mil cestas básicas e kits teriam sido desviados, causando um prejuízo estimado em R$ 1,95 milhão aos cofres públicos. A Polícia Civil não divulgou os nomes dos investigados.

Os produtos faziam parte do Programa SER Família Solidário, coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e deveriam ser distribuídos a famílias previamente cadastradas por meio de órgãos públicos e entidades devidamente credenciadas.

No entanto, as apurações apontam que parte desse material teria sido desviada para um esquema paralelo de distribuição, realizado sem controle institucional e sem qualquer prestação de contas.

Durante a investigação, os policiais identificaram inconsistências entre os registros oficiais de entrega e a quantidade de produtos efetivamente recebida por representantes de entidades beneficiadas.

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Para avançar na apuração, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo de dados, afastamento de agentes públicos de suas funções e outras medidas cautelares, incluindo a proibição de contato entre os investigados e o impedimento de frequentarem locais relacionados aos fatos investigados.

Segundo a Polícia Civil, os alimentos e kits eram retirados em centros oficiais de distribuição, principalmente em Cuiabá, e transportados até Barra do Garças. Em vez de serem encaminhados às instituições responsáveis pela entrega às famílias, parte da carga teria sido levada para imóveis particulares, chácaras, sedes de associações e outros locais privados, onde ocorria uma redistribuição considerada irregular.

As investigações indicam que o esquema funcionava por meio de dois modelos distintos. O primeiro seguia o fluxo regular, com solicitação formal, documentação, entrega por órgãos competentes e prestação de contas. Já o segundo utilizava um fluxo paralelo, no qual os produtos eram movimentados com aparência de legalidade, por meio de entidades, documentos considerados suspeitos e representantes sem legitimidade formal, mas sem o devido controle dos órgãos públicos.

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A Polícia Civil continua as investigações para identificar todos os envolvidos, esclarecer a extensão do esquema e apurar o destino final dos produtos que deveriam beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade social.

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