Não Resistiu

Jovem que foi protegido pelo pai morre após ser baleado 9 vezes em MT

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Um jovem que foi abraçado pelo pai e foi baleado nove veze,s morreu neste domingo (18), após dois dias internado em Sorriso (398 km de Cuiabá). João Vitor Silva dos Reis de 23 anos, estava internado desde a última sexta (16), quando foi baleado nove vezes por criminosos que ainda mataram o seu pai.

O caso aconteceu na sexta (16), quando  dois homens armados invadiram a casa do jovem, a procura dele, segundo a mãe da vítima, ela e o marido Maurício (pai do jovem), estavam em seu quarto quando ouviram gritos. O idoso de 66 anos foi verificar quando encontrou os suspeitos procurando pelo seu filho, Maurício chegou a lutar com um dos criminosos, mas eles acharam o jovem João Vitor em seu quarto, e dispararam várias vezes, o pai de João Vitor tentou defender o filho, o abraçando, e morreu com um tiro na cabeça.

João Vitor chegou a ser levado para o Hospital Regional de Sorriso, mas não resistiu aos ferimentos, e faleceu neste domingo (18). A testemunha (mãe e esposa das vítimas) disse aos policiais que no momento do crime os bandidos conversavam entre si, demonstrando que queriam acertar apenas o jovem João Vitor.

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O case segue sendo investigado pela Polícia Civil.

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Vereadores são alvo de operação que investiga desvio de R$ 1,95 milhão em cestas básicas

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Vereadores e outros investigados foram alvos da Operação Mesa Vazia, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (3), para apurar um suposto esquema de desvio de cestas básicas e kits de higiene e limpeza destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social em Barra do Garças.

De acordo com as investigações, aproximadamente 13 mil cestas básicas e kits teriam sido desviados, causando um prejuízo estimado em R$ 1,95 milhão aos cofres públicos. A Polícia Civil não divulgou os nomes dos investigados.

Os produtos faziam parte do Programa SER Família Solidário, coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e deveriam ser distribuídos a famílias previamente cadastradas por meio de órgãos públicos e entidades devidamente credenciadas.

No entanto, as apurações apontam que parte desse material teria sido desviada para um esquema paralelo de distribuição, realizado sem controle institucional e sem qualquer prestação de contas.

Durante a investigação, os policiais identificaram inconsistências entre os registros oficiais de entrega e a quantidade de produtos efetivamente recebida por representantes de entidades beneficiadas.

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Para avançar na apuração, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo de dados, afastamento de agentes públicos de suas funções e outras medidas cautelares, incluindo a proibição de contato entre os investigados e o impedimento de frequentarem locais relacionados aos fatos investigados.

Segundo a Polícia Civil, os alimentos e kits eram retirados em centros oficiais de distribuição, principalmente em Cuiabá, e transportados até Barra do Garças. Em vez de serem encaminhados às instituições responsáveis pela entrega às famílias, parte da carga teria sido levada para imóveis particulares, chácaras, sedes de associações e outros locais privados, onde ocorria uma redistribuição considerada irregular.

As investigações indicam que o esquema funcionava por meio de dois modelos distintos. O primeiro seguia o fluxo regular, com solicitação formal, documentação, entrega por órgãos competentes e prestação de contas. Já o segundo utilizava um fluxo paralelo, no qual os produtos eram movimentados com aparência de legalidade, por meio de entidades, documentos considerados suspeitos e representantes sem legitimidade formal, mas sem o devido controle dos órgãos públicos.

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A Polícia Civil continua as investigações para identificar todos os envolvidos, esclarecer a extensão do esquema e apurar o destino final dos produtos que deveriam beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade social.

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