EM CUIABÁ

Motorista de aplicativo de 75 anos é sequestrado, agredido e trancado no porta-malas por criminoso

Publicado em

Autoesporte

Um homem de 21 anos foi preso em flagrante por roubo, sequestro e cárcere privado na manhã desta sexta-feira (18), em Cuiabá, após manter um idoso trancado no porta-malas de um carro roubado. A vítima, de 75 anos, é motorista de aplicativo e foi encontrada amarrada e bastante abalada dentro do veículo.

Segundo informações da Polícia Militar, o crime foi descoberto durante diligências realizadas por equipes do 3º Batalhão, após denúncia sobre um veículo HB20 suspeito que estaria abandonado na região do bairro Jardim Umuarama.

Os militares seguiram as marcas de pneus próximas a uma ponte e localizaram o carro atolado em uma área de mata. No momento da abordagem, os policiais ouviram gritos vindos do porta-malas e rapidamente resgataram o idoso, que estava amarrado e visivelmente machucado.

A vítima relatou que foi rendida durante uma corrida e ameaçada de morte. Segundo o idoso, o suspeito o agrediu diversas vezes antes de colocá-lo no porta-malas. Ele foi socorrido imediatamente e encaminhado a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para receber os cuidados médicos necessários.

Leia Também:  Em operações Lei Seca, 17 motoristas são flagrados dirigindo embriagados

O suspeito recebeu voz de prisão no local e foi encaminhado à Central de Flagrantes de Cuiabá, onde responderá pelos crimes de roubo, sequestro e cárcere privado. A Polícia Civil deve dar sequência às investigações e apurar se o jovem tem envolvimento com outros crimes semelhantes na região.

Entre no grupo do Folha360 no WhatsApp e receba notícias em tempo real (CLIQUE AQUI).

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

POLÍCIA

Vereadores são alvo de operação que investiga desvio de R$ 1,95 milhão em cestas básicas

Published

on

Vereadores e outros investigados foram alvos da Operação Mesa Vazia, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (3), para apurar um suposto esquema de desvio de cestas básicas e kits de higiene e limpeza destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social em Barra do Garças.

De acordo com as investigações, aproximadamente 13 mil cestas básicas e kits teriam sido desviados, causando um prejuízo estimado em R$ 1,95 milhão aos cofres públicos. A Polícia Civil não divulgou os nomes dos investigados.

Os produtos faziam parte do Programa SER Família Solidário, coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e deveriam ser distribuídos a famílias previamente cadastradas por meio de órgãos públicos e entidades devidamente credenciadas.

No entanto, as apurações apontam que parte desse material teria sido desviada para um esquema paralelo de distribuição, realizado sem controle institucional e sem qualquer prestação de contas.

Durante a investigação, os policiais identificaram inconsistências entre os registros oficiais de entrega e a quantidade de produtos efetivamente recebida por representantes de entidades beneficiadas.

Leia Também:  Eleitores têm até 6 de maio para regularizar título e garantir voto nas eleições

Para avançar na apuração, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo de dados, afastamento de agentes públicos de suas funções e outras medidas cautelares, incluindo a proibição de contato entre os investigados e o impedimento de frequentarem locais relacionados aos fatos investigados.

Segundo a Polícia Civil, os alimentos e kits eram retirados em centros oficiais de distribuição, principalmente em Cuiabá, e transportados até Barra do Garças. Em vez de serem encaminhados às instituições responsáveis pela entrega às famílias, parte da carga teria sido levada para imóveis particulares, chácaras, sedes de associações e outros locais privados, onde ocorria uma redistribuição considerada irregular.

As investigações indicam que o esquema funcionava por meio de dois modelos distintos. O primeiro seguia o fluxo regular, com solicitação formal, documentação, entrega por órgãos competentes e prestação de contas. Já o segundo utilizava um fluxo paralelo, no qual os produtos eram movimentados com aparência de legalidade, por meio de entidades, documentos considerados suspeitos e representantes sem legitimidade formal, mas sem o devido controle dos órgãos públicos.

Leia Também:  Mato Grosso é destaque na imprensa nacional

A Polícia Civil continua as investigações para identificar todos os envolvidos, esclarecer a extensão do esquema e apurar o destino final dos produtos que deveriam beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade social.

Entre no grupo do Folha360 no WhatsApp e receba notícias em tempo real (CLIQUE AQUI).

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA