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Operação prende 13 motoristas por embriaguez ao volante durante o ‘feriadão’ da Semana Santa

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O Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário da Polícia Militar de Mato Grosso fiscalizou 753 veículos e prendeu 19 pessoas em flagrante, durante a Operação Santíssima Trindade, deflagrada no feriado de Páscoa, entre os dias 14 e 18 de abril. Também foram registrados o total de 414 Autos de Infração de Trânsito (AIT).

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No período, foram realizados 383 testes de etilômetro, que resultaram na prisão em flagrante de 19 condutores por alcoolemia. Além disso, 42 motoristas foram autuados por alcoolemia e outros 13 autuados por se recusarem a realizar o teste de etilômetro e estarem em visível estado de embriaguez.

O policiamento foi realizado com 31 pontos de barreiras e bloqueios, e 44 pontos demonstrativos do BPMTran, nas Rodovias Helder Cândia (MT-010/Estrada da Guia), Palmiro Paes de Barros (MT-040/Cuiabá-Santo Antônio do Leverger), Rodovia Emanuel Pinheiro (MT-251), e MT-130, no entroncamento Primavera do Leste/Rondonópolis. 

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Ainda, entre as aplicações de AIT, 120 foram pelo transporte irregular de crianças (Art. 168), 43 por situação irregular com a carteira de habilitação (Art. 162-I); 41 pela falta de uso de cinto de segurança (Art. 167), 21 por uso de som automotivo irregular (Art. 228), 20 pelo uso de celular ao volante (Art. 252). Também houve 14 registros de infrações por ultrapassagens em locais proibidos (Art. 191 e 293-V) e oito infrações por escapamento de veículo irregular (Art. 230-XI).

Entre as medidas restritivas aplicadas estão o recolhimento de 32 Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs), 42 recolhimentos de Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLV) e 88 remoções de veículos.

Os policiais do Batalhão de Trânsito também registraram duas situações de acidente. Em um dos casos, uma pessoa ficou ferida em um acidente registrado na rodovia MT-351, sentindo a região do Manso. No outro, na rodovia MT-251, apenas o veículo envolvido sofreu danos materiais.

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Vereadores são alvo de operação que investiga desvio de R$ 1,95 milhão em cestas básicas

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Vereadores e outros investigados foram alvos da Operação Mesa Vazia, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (3), para apurar um suposto esquema de desvio de cestas básicas e kits de higiene e limpeza destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social em Barra do Garças.

De acordo com as investigações, aproximadamente 13 mil cestas básicas e kits teriam sido desviados, causando um prejuízo estimado em R$ 1,95 milhão aos cofres públicos. A Polícia Civil não divulgou os nomes dos investigados.

Os produtos faziam parte do Programa SER Família Solidário, coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e deveriam ser distribuídos a famílias previamente cadastradas por meio de órgãos públicos e entidades devidamente credenciadas.

No entanto, as apurações apontam que parte desse material teria sido desviada para um esquema paralelo de distribuição, realizado sem controle institucional e sem qualquer prestação de contas.

Durante a investigação, os policiais identificaram inconsistências entre os registros oficiais de entrega e a quantidade de produtos efetivamente recebida por representantes de entidades beneficiadas.

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Para avançar na apuração, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo de dados, afastamento de agentes públicos de suas funções e outras medidas cautelares, incluindo a proibição de contato entre os investigados e o impedimento de frequentarem locais relacionados aos fatos investigados.

Segundo a Polícia Civil, os alimentos e kits eram retirados em centros oficiais de distribuição, principalmente em Cuiabá, e transportados até Barra do Garças. Em vez de serem encaminhados às instituições responsáveis pela entrega às famílias, parte da carga teria sido levada para imóveis particulares, chácaras, sedes de associações e outros locais privados, onde ocorria uma redistribuição considerada irregular.

As investigações indicam que o esquema funcionava por meio de dois modelos distintos. O primeiro seguia o fluxo regular, com solicitação formal, documentação, entrega por órgãos competentes e prestação de contas. Já o segundo utilizava um fluxo paralelo, no qual os produtos eram movimentados com aparência de legalidade, por meio de entidades, documentos considerados suspeitos e representantes sem legitimidade formal, mas sem o devido controle dos órgãos públicos.

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A Polícia Civil continua as investigações para identificar todos os envolvidos, esclarecer a extensão do esquema e apurar o destino final dos produtos que deveriam beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade social.

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