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Polícia Civil e PRF cumprem 12 mandados judiciais em Porto Esperidião e Glória D’Oeste

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Doze mandados judiciais foram cumpridos pela Polícia Civil com apoio da Polícia Rodoviária Federal, nesta terça-feira (20.12), na operação “Suplício” deflagrada na região de fronteira do Estado, nos municípios de Porto Esperidião e Glória D’Oeste.

Foram cumpridos 4 mandados de prisões temporárias e 8 de buscas e apreensões domiciliares, expedidos pelo juízo da Comarca de Porto Esperidião (326 km a oeste de Cuiabá), após investigações da Delegacia de Polícia visando combater a criminalidade na região.

Os alvos da operação “Suplício” integram uma associação criminosa investigada pelo cometimento de crimes como tortura, homicídio qualificado, tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e associação criminosa armada.

Conforme o delegado Marcelo Ferreira de Menezes, as apurações indicam que as torturas foram realizadas com o objetivo de castigar as vítimas, em razão de dívidas contraídas com trafico de entoprecentes. 

“As sessões de tortura conhecidas como Salve, eram filmadas pelos suspeitos e divulgadas em redes sociais com intuito de causar temor na população. Os envolvidos também são acusados de homicídio qualificado relacionado ao tráfico de drogas”, destacou o delegado.

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Além do cumprimento das ordens de prisão temporária e buscas, o trabalho operacional resultou na apreensão de arma de fogo, porção de maconha, uma motocicleta, aparelhos celulares, entre outros objetos.

Participaram da ação a Delegacia de Porto Esperidião, com o apoio das Delegacias de Rio Branco, São José dos Quatro Marcos, Araputanga, Mirassol D’Oeste, 1ª Delegacia de Polícia de Cáceres, Delegacia Regional de Cáceres e da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Fonte: PJC MT

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Operação Território Livre já prendeu 95 criminosos e apreendeu 28 armas de fogo em MT

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) divulgou o balanço consolidado da Operação Território Livre, que já resultou na prisão de 95 criminosos e na apreensão de 28 armas de fogo em todo o estado. A ação integra o Programa Tolerância Zero às Facções Criminosas, do Governo de Mato Grosso, e mobiliza forças policiais em diversas regiões para sufocar a atuação do crime organizado.

Entre os presos estão suspeitos detidos em flagrante por crimes como tráfico de drogas e furto, além de foragidos da Justiça que foram recapturados durante as incursões. As armas apreendidas incluem rifles, espingardas, pistolas automáticas e revólveres, arsenal que seria utilizado por facções criminosas para a prática de homicídios, roubos e outras ações violentas nos municípios atingidos.

A Operação Território Livre foi desencadeada em fases sucessivas, começando por Cáceres e Pontes e Lacerda, onde, entre os dias 17 e 23 de abril, foram presos 18 integrantes de facções e apreendidas 10 armas de fogo, além de 250 munições e tabletes de drogas. A ação foi ampliada para Tangará da Serra, onde mais 35 pessoas foram presas e oito armas apreendidas, e para Campo Novo do Parecis e Barra do Bugres, que elevaram o balanço para 51 presos. Com as fases mais recentes, a operação atingiu a marca de 95 criminosos detidos e 28 armas retiradas de circulação.

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A operação é coordenada pela Sesp e mobiliza equipes da Rotam, da Companhia de Motopatrulhamento Tático (Raio), da Força Tática e de outros batalhões da Polícia Militar, com apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer). A Polícia Civil atua com investigações qualificadas, e a Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT) acompanha os desdobramentos no sistema prisional, incluindo revistas em unidades prisionais.Além do combate direto às facções, a Território Livre inclui visitas domiciliares a agressores que respondem em liberdade por violência doméstica. As equipes fiscalizam o cumprimento de medidas protetivas impostas pela Justiça, garantindo a proteção das vítimas e ampliando o alcance da operação para além do crime organizado.

A secretária de Segurança Pública, coronel Susane Tamanho, destacou que as ações estão focadas em três eixos principais: a asfixia financeira das facções, o policiamento ostensivo orientado pela inteligência policial e o combate à violência doméstica. “Sabemos o quanto as facções criminosas são impactadas quando atingidas em suas estruturas financeiras. É nisso que estamos intensificando nosso trabalho, sem deixar de dar atenção às ruas na garantia da presença forte das forças policiais no atendimento à população”, afirmou.

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