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Polícia Civil prende mulher em rodoviária com 16 quilos de drogas em mala

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A Polícia Civil prendeu uma mulher neste sábado (22.3), na rodoviária de Tangará da Serra, após ser flagrada transportando 16 quilos de drogas em uma mala. A ação foi executada pela por meio da Divisão Especializada de Repressão a Narcóticos da Delegacia Regional do município.

A prisão e a apreensão ocorreram após a Polícia Civil receber denúncias de que um carregamento de drogas estava prestes a chegar em Tangará da Serra. Diante disso, a equipe da divisão especializada ficou monitorando os passageiros da rodoviária da cidade.

Por volta das 1h30 da madrugada deste sábado (22.3), os policiais encontraram uma passageira, que estava em um ônibus que fazia a linha de Cuiabá a Sapezal. Ela estava com as drogas na mala.

A passageira foi entrevistada ao desembarcar em Tangará da Serra e confessou que trazia 16 tabletes de maconha, cada um de 1kg de droga.

A mulher foi presa em flagrante e conduzida, junto ao entorpecente, à delegacia.

A ação faz parte da Operação Inter Partes, que integra o planejamento da Polícia Civil de Mato Grosso de enfrentamento às facções criminosas, dentro do Programa Tolerância Zero, do Governo do Estado.

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Vereadores são alvo de operação que investiga desvio de R$ 1,95 milhão em cestas básicas

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Vereadores e outros investigados foram alvos da Operação Mesa Vazia, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (3), para apurar um suposto esquema de desvio de cestas básicas e kits de higiene e limpeza destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social em Barra do Garças.

De acordo com as investigações, aproximadamente 13 mil cestas básicas e kits teriam sido desviados, causando um prejuízo estimado em R$ 1,95 milhão aos cofres públicos. A Polícia Civil não divulgou os nomes dos investigados.

Os produtos faziam parte do Programa SER Família Solidário, coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e deveriam ser distribuídos a famílias previamente cadastradas por meio de órgãos públicos e entidades devidamente credenciadas.

No entanto, as apurações apontam que parte desse material teria sido desviada para um esquema paralelo de distribuição, realizado sem controle institucional e sem qualquer prestação de contas.

Durante a investigação, os policiais identificaram inconsistências entre os registros oficiais de entrega e a quantidade de produtos efetivamente recebida por representantes de entidades beneficiadas.

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Para avançar na apuração, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo de dados, afastamento de agentes públicos de suas funções e outras medidas cautelares, incluindo a proibição de contato entre os investigados e o impedimento de frequentarem locais relacionados aos fatos investigados.

Segundo a Polícia Civil, os alimentos e kits eram retirados em centros oficiais de distribuição, principalmente em Cuiabá, e transportados até Barra do Garças. Em vez de serem encaminhados às instituições responsáveis pela entrega às famílias, parte da carga teria sido levada para imóveis particulares, chácaras, sedes de associações e outros locais privados, onde ocorria uma redistribuição considerada irregular.

As investigações indicam que o esquema funcionava por meio de dois modelos distintos. O primeiro seguia o fluxo regular, com solicitação formal, documentação, entrega por órgãos competentes e prestação de contas. Já o segundo utilizava um fluxo paralelo, no qual os produtos eram movimentados com aparência de legalidade, por meio de entidades, documentos considerados suspeitos e representantes sem legitimidade formal, mas sem o devido controle dos órgãos públicos.

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A Polícia Civil continua as investigações para identificar todos os envolvidos, esclarecer a extensão do esquema e apurar o destino final dos produtos que deveriam beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade social.

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