6 dias desaparecida

Rapper foi morta por afogamento aponta perícia; encontrada no Rio Cuiabá

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) apontou que a rapper Laysa Moraes Ferreira, de 30 anos, mais conhecida como La Brysa, que estava desaparecida desde o dia 3 de janeiro, morreu por afogamento. O corpo dela foi encontrado nessa quinta-feira (9), às margens do Rio Cuiabá.

De acordo com a Polícia Civil, o corpo estava preso a uma lata de tinta cheia de concreto. Um pescador encontrou o corpo na região do rio e acionou o Corpo de Bombeiros, que fez a retirada.

“Ela estava amarrada, totalmente amarrada. Pegamos o fio para tentar identificar se uma outra parte desse material pode ser encontrado. Tudo crê que ela foi deixada morta ali. Agora as investigações vão caminhar para identificar os autores e a motivação”, disse o delegado Bruno Abreu.

Laysa é natural de Três Lagoas (MS), mas se mudou para o estado vizinho no ano passado para investir na carreira de MC. Ela morava no bairro Santa Izabel, na Capital, onde foi vista pela última vez.

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O caso ainda está sob investigação, na tentativa de encontrar os responsáveis pelo crime.

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POLÍCIA

Jovem de 19 anos é preso por furtar casas em condomínio de luxo em Cuiabá

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A Polícia Civil de Mato Grosso localizou e conduziu à Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Cuiabá (Derf), no início da tarde desta sexta-feira (17), um jovem de 19 anos suspeito de furtar residências em um condomínio de alto padrão na Capital. Parte dos objetos subtraídos foi recuperada durante a ação.

As investigações tiveram início logo após o registro da ocorrência. Durante as diligências, os policiais civis analisaram imagens dos sistemas de monitoramento, que permitiram identificar a rota utilizada pelo suspeito após o crime e confirmar sua identidade por meio dos registros de acesso ao condomínio onde ele reside.

Com a identificação, a equipe da Derf se deslocou até a residência do suspeito, onde realizou a abordagem. Durante a ação, ele confessou o furto e indicou os objetos que ainda mantinha em sua posse.

No imóvel, os investigadores recuperaram parte dos bens subtraídos, entre eles um relógio de marca importada e uma caixa de som, além de apreenderem outros itens utilizados na prática do crime.

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As investigações apontaram que o suspeito pulou o muro de acesso ao Condomínio Belvedere I, percorreu ruas internas e invadiu residências, de onde subtraiu diversos objetos. Em seguida, deixou o local pelo mesmo acesso utilizado para entrar e retornou ao condomínio onde mora.

O suspeito foi conduzido à Derf, juntamente com os objetos recuperados, para a adoção das medidas legais cabíveis.

A Polícia Civil destaca que a rápida análise das imagens de monitoramento foi fundamental para a identificação e localização do suspeito, possibilitando a recuperação de parte dos bens poucas horas após o crime.

A instituição também reforça a importância dos sistemas de monitoramento e do controle de acesso em condomínios residenciais, ferramentas que têm contribuído de forma decisiva para a prevenção e a elucidação de crimes patrimoniais.

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