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Traficante é preso com drogas em moto de luxo no Zero, em Várzea Grande

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Christiano Antonucci | Secom MT

Um homem foi preso na noite de sexta-feira (21), no bairro Jardim Potiguar, região do Zero KM, em Várzea Grande, após ser flagrado traficando drogas enquanto pilotava uma motocicleta BMW branca. Uma mulher que recebia os entorpecentes também foi detida.

De acordo com o boletim de ocorrência, a equipe do GAP (Grupo de Apoio da PM) fazia patrulhamento na região quando abordou uma mulher que carregava várias porções de drogas. Questionada, ela afirmou que havia acabado de receber o material de um homem que pilotava uma BMW branca.

Os policiais iniciaram buscas e localizaram o suspeito. Durante a tentativa de fuga, ele perdeu o controle da moto e foi abordado. Com ele, foi apreendida uma mochila cheia de entorpecentes.

A PM realizou diligências em outros locais e encontrou uma grande quantidade de drogas e materiais ligados ao tráfico, como maconha, cocaína, ecstasy, MD (MDMA), dinheiro em espécie e celulares

O homem e a mulher foram presos em flagrante e encaminhados à delegacia de Várzea Grande. O caso será investigado pela Polícia Civil.

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Vereadores são alvo de operação que investiga desvio de R$ 1,95 milhão em cestas básicas

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Vereadores e outros investigados foram alvos da Operação Mesa Vazia, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (3), para apurar um suposto esquema de desvio de cestas básicas e kits de higiene e limpeza destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social em Barra do Garças.

De acordo com as investigações, aproximadamente 13 mil cestas básicas e kits teriam sido desviados, causando um prejuízo estimado em R$ 1,95 milhão aos cofres públicos. A Polícia Civil não divulgou os nomes dos investigados.

Os produtos faziam parte do Programa SER Família Solidário, coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e deveriam ser distribuídos a famílias previamente cadastradas por meio de órgãos públicos e entidades devidamente credenciadas.

No entanto, as apurações apontam que parte desse material teria sido desviada para um esquema paralelo de distribuição, realizado sem controle institucional e sem qualquer prestação de contas.

Durante a investigação, os policiais identificaram inconsistências entre os registros oficiais de entrega e a quantidade de produtos efetivamente recebida por representantes de entidades beneficiadas.

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Para avançar na apuração, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo de dados, afastamento de agentes públicos de suas funções e outras medidas cautelares, incluindo a proibição de contato entre os investigados e o impedimento de frequentarem locais relacionados aos fatos investigados.

Segundo a Polícia Civil, os alimentos e kits eram retirados em centros oficiais de distribuição, principalmente em Cuiabá, e transportados até Barra do Garças. Em vez de serem encaminhados às instituições responsáveis pela entrega às famílias, parte da carga teria sido levada para imóveis particulares, chácaras, sedes de associações e outros locais privados, onde ocorria uma redistribuição considerada irregular.

As investigações indicam que o esquema funcionava por meio de dois modelos distintos. O primeiro seguia o fluxo regular, com solicitação formal, documentação, entrega por órgãos competentes e prestação de contas. Já o segundo utilizava um fluxo paralelo, no qual os produtos eram movimentados com aparência de legalidade, por meio de entidades, documentos considerados suspeitos e representantes sem legitimidade formal, mas sem o devido controle dos órgãos públicos.

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A Polícia Civil continua as investigações para identificar todos os envolvidos, esclarecer a extensão do esquema e apurar o destino final dos produtos que deveriam beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade social.

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