Combate aos incêndios

Mauro assina decreto que estabelece período proibitivo de uso do fogo

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PH Rodrigues | Folha360

O governador Mauro Mendes (UB) assinou, nesta quinta-feira (27), o decreto que estabelece o período proibitivo de uso de fogo para limpeza e manejo de áreas rurais no Estado. A norma também dispõe sobre a situação de emergência e constitui a sala de situação central em Mato Grosso.

A assinatura do decreto ocorreu durante o evento de lançamento do Plano de Ação de Combate ao Desmatamento Ilegal e Incêndios Florestais para o ano de 2025, no Palácio Paiaguás, em Cuiabá. Assinaram o documento o governador Mauro Mendes e os secretários Fábio Garcia (Casa Civil), Mauren Lazzaretti (Meio Ambiente) e coronel PM César Augusto Roveri (Segurança Pública).

No Pantanal, o uso de fogo fica proibido entre 1º de junho e 31 de dezembro. Já na Amazônia e no Cerrado, é entre 1º de julho a 30 de novembro.

A medida levou em consideração as previsões de condições climáticas adversas com estiagem prolongada, altas temperaturas, ondas de calor, baixa umidade relativa do ar e ventos intensos, todos ingredientes que favorecem as ocorrências de incêndios florestais, para este ano de 2025.

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“A cada ano, aprimoramos as ações que visam a prevenção e combate aos incêndios, que são consideradas estratégicas. Teremos, no ano de 2025, intensos desafios pelas condições climáticas de escassez hídricas e altas temperaturas. Mas nosso planejamento está muito melhor que nos anos anteriores, o que vai nos permitir dar uma resposta diferenciada”, destacou a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti.

Durante o período restritivo, as licenças de queima controlada emitidas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) ficam suspensas. Já o uso do fogo em áreas urbanas é proibido o ano todo.

A proibição não se aplica às queimas realizadas ou supervisionadas por instituições públicas responsáveis pela prevenção e combate a incêndios florestais.

O decreto declara situação de emergência ambiental entre março e dezembro no Centro-Sul, Sudeste e Sudoeste, região que engloba o Pantanal. No nordeste de Mato Grosso, será entre abril e dezembro; e no norte do Estado, entre abril e novembro.

Entre as ações autorizadas na normativa, está a contratação de brigadistas para atuarem na Temporada de Incêndios Florestais (TIF) de 2025, auxiliando os trabalhos dos bombeiros na prevenção e combate aos incêndios nas comunidades mais atingidas.

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A Sala de Situação Central deverá funcionar com ações de monitoramento entre 1º de junho a 31 de dezembro e fica vinculada à Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), com coordenação geral do Corpo de Bombeiros Militar. O documento estabelece que a estrutura funcionará como órgão consultivo e deliberativo para a fase de resposta aos incêndios florestais.

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Pivetta rechaça “negociatas” e diz que pretende superar gestão de Mauro Mendes

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) rechaçou, nesta quinta-feira (20), a atuação de políticos que realizam negociatas em Mato Grosso e destacou a importância do fazimento na gestão pública. A declaração foi feita durante debate na Aprosoja.

Ao realizar as considerações finais, Pivetta avaliou que Mato Grosso teve governos irresponsáveis e citou a importância de manter o desenvolvimento do estado.

“Chega de governos irresponsáveis e daqueles políticos tradicionais que sabem fazer negociatas. Venho de uma escola do fazimento e tenho orgulho de ter ajudado a construir MT desde o início. Nós queremos fazer MT cada vez mais forte, que continue no rumo certo. Podemos fazer mais e melhor do que foi feito até aqui. Me sinto capaz, com energia necessária e conhecimento”, disse.

A comparação com o antecessor

Além disso, o governador relatou que pretende realizar uma gestão administrativamente melhor em comparação à do antecessor, o ex-governador Mauro Mendes (União), e defendeu elevar gradualmente o nível administrativo.

O legado em Lucas do Rio VerdePor fim, Pivetta citou que Lucas do Rio Verde, cidade da qual foi prefeito por três mandatos, teve diversas melhorias durante sua gestão e destacou a otimização das gestões seguintes.

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“Estou ajudando a governar MT há sete anos e meio. Fizemos muito. O Mauro foi um grande governador, mas pretendo ser melhor que ele. É normal isso. Deixei Lucas do Rio Verde e, depois que saí de lá, os gestores que vieram foram melhores do que eu”, completou.

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