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Max Russi articula com Sefaz alternativas a multas e taxas que atingem contribuintes em MT

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Pode), iniciou uma articulação junto à Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT) para discutir alternativas a multas e taxas aplicadas aos contribuintes mato-grossenses. O tema foi debatido em reunião realizada na quinta-feira (13), na sede da pasta, em Cuiabá.

Participaram da reunião o secretário de Estado de Fazenda, Fábio Pimenta; o secretário adjunto da Receita Pública, Lucas Elmo Pinheiro Filho; a contadora Claudia Flor Carrijo Jovano; e o presidente do Sindipetróleo-MT, Claudyson Martins Alves.

A multa do sistema TEF

Entre os pontos apresentados está a multa aplicada aos contribuintes que, por problemas técnicos, deixam de informar na nota fiscal as obrigações relacionadas ao sistema de Transferência Eletrônica de Fundos (TEF). Atualmente, a penalidade é fixada em 100 UPF-MT por mês, independentemente do faturamento, do porte da empresa ou da quantidade de notas fiscais emitidas no período.

Com base na atualização vigente neste ano, cada UPF-MT custa R$ 260,10 — ou seja, 100 UPF-MT correspondem a R$ 26.010.

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A proposta levada à Sefaz é que sejam estudadas alternativas para tornar a penalidade mais proporcional à realidade de cada contribuinte, considerando critérios como o faturamento da empresa. A discussão ainda está em fase inicial e não há definição sobre eventuais mudanças.

“Foi uma primeira conversa para apresentarmos essas situações e buscarmos, junto à Sefaz, alternativas que sejam mais equilibradas para os contribuintes. Sabemos da importância do cumprimento das obrigações fiscais, mas também precisamos avaliar casos em que uma penalidade fixa pode ter impactos muito diferentes para uma pequena empresa e para um empreendimento de maior porte”, afirmou Max Russi.

“Nosso objetivo é construir esse diálogo e encontrar soluções que preservem a responsabilidade fiscal sem penalizar de forma desproporcional quem trabalha e gera emprego e renda em Mato Grosso”, acrescentou.

Taxa de retificação da EFD

Outro assunto discutido foi a cobrança para a retificação da Escrituração Fiscal Digital (EFD). Atualmente, o contribuinte precisa pagar uma taxa correspondente a 1 UPF-MT por mês retificado. Durante a reunião, foi solicitada à Sefaz a análise de alternativas para essa cobrança.Uma das possibilidades em estudo pela pasta é considerar a classificação dos contribuintes de acordo com o histórico de regularidade fiscal, permitindo que aqueles considerados bons pagadores possam, eventualmente, ter tratamento diferenciado na cobrança da taxa.

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Próximos passosAs propostas ainda serão analisadas pela equipe técnica da Sefaz. A reunião marcou o início das tratativas sobre o tema, que deverá continuar sendo discutido entre a Assembleia Legislativa, a pasta e representantes dos contribuintes.

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Eleições 2026

Pivetta abre campanha à reeleição em Lucas do Rio Verde, cidade onde “tudo começou”

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O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), realiza neste domingo (16), em Lucas do Rio Verde, o ato de abertura da campanha à reeleição. O evento está marcado para as 8h30, no Lago Ernane José Machado, e contará com a presença de familiares e aliados políticos.

Por que Lucas do Rio Verde

Conforme Pivetta, o município foi escolhido para sediar o ato político por ter sido “onde tudo começou” na sua vida. Ele também lembrou que Lucas do Rio Verde é um exemplo nacional de desenvolvimento e reconstrução pública.

“Foi onde tudo começou na minha vida. Tive a honra de ser prefeito por três mandatos desta cidade, que é tão jovem por ter 38 anos de existência, e já é um exemplo nacional de prosperidade e fortalecimento público. É esse modelo de crescimento que queremos. MT não pode parar”, afirmou.

O recado ao eleitorO governador também relembrou o cenário de caos financeiro vivido pelo estado em 2019, quando assumiu como vice-governador. Ele destacou que seu plano de governo trata como prioridade evitar o retrocesso econômico e fortalecer a gestão pública de qualidade, e avaliou que, se mal administrado, o estado pode sofrer grandes prejuízos em pouco tempo — por isso, defendeu, é importante analisar o histórico dos candidatos.

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“Em 2019, quando passei a integrar o núcleo da gestão de MT, encontrei um cenário de terra arrasada. Os servidores tinham salários atrasados, a infraestrutura era precária e havia muitas contas em aberto. Isso nunca mais pode acontecer. Enquanto tem candidatos que cogitam paralisar obras e que contam com apoio de membros da velha política, meu projeto é impulsionar cada vez mais as oportunidades e os projetos de desenvolvimento”, acrescentou.

O projeto para as próximas geraçõesPivetta completou dizendo que, caso reeleito, seu projeto visa deixar em Mato Grosso condições de vida melhores para as próximas gerações.”O novo gestor tem obrigação de fazer melhor do que o anterior. Isso eu garanto, porque tenho experiência para tornar MT o melhor estado para se viver. Um estado rico em oportunidades para as próximas gerações que, com as condições adequadas, manterão a prosperidade de Mato Grosso sempre crescente”, completou.

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