De olho em 2030

Max mira votação recorde e diz que próximo mandato será o último na ALMT

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (Podemos), já projeta os próximos passos da carreira política e afirma que pretende encerrar seu ciclo no Legislativo estadual após mais um mandato. De olho em uma futura disputa majoritária, o parlamentar estabeleceu como meta superar os mais de 70 mil votos conquistados em 2022 e chegar, pelo menos, aos 71 mil nas eleições deste ano.

Para Russi, manter a trajetória de crescimento nas urnas será importante não apenas para a reeleição, mas também como demonstração de força política para os projetos que pretende construir nos próximos anos.

O deputado relembrou que sua votação aumentou ao longo da carreira, desde a primeira eleição para vereador até chegar à presidência da Assembleia Legislativa.

“Eu comecei como vereador com 600, como prefeito com 7 [mil], na segunda eleição fiz 10 [mil], cheguei à Assembleia com 20 [mil], na outra eleição fiz 35 [mil] e na última fiz 70 mil votos. Se Deus continuar me abençoando, a população de Mato Grosso entender que nós fizemos uma boa entrega, eu espero fazer pelo menos 71 mil votos”, afirmou.

Na avaliação do presidente da ALMT, ampliar a votação significaria o reconhecimento do eleitor ao trabalho realizado. Em sentido contrário, uma redução nas urnas poderia representar um resultado negativo para seus planos e para o grupo político do qual faz parte.

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“Porque eu estou indo para frente, estou aumentando os votos, sinal que eu fiz uma boa entrega. Se eu diminuir, eu acho que vai ser negativo para o nosso grupo político, para as nossas pretensões políticas”, declarou.

Último mandato e preparação para uma majoritária

Max também voltou a afirmar que, caso seja reeleito, pretende fazer dos próximos quatro anos seu último mandato como deputado estadual. O período, segundo ele, será utilizado para ampliar sua presença no interior, trabalhar pautas relacionadas ao desenvolvimento do estado e se preparar para uma futura candidatura majoritária.

Embora não tenha cravado qual cargo pretende disputar, a declaração aumenta as expectativas em torno de uma eventual candidatura ao Governo de Mato Grosso em 2030.

“Tenho falado que vai ser meu último mandato como deputado estadual. Acho que eu vou encerrar um ciclo agora, nesses próximos quatro anos. Quero entregar muito, quero fazer muito, quero andar muito por esse Estado, quero trabalhar em pautas de desenvolvimento de Mato Grosso, visitando todas as regiões e me preparar para uma candidatura majoritária”, disse.

Max prevê renovação na Assembleia

Além de falar sobre o próprio futuro, o presidente da ALMT fez projeções para a composição da próxima legislatura. Segundo Russi, a Assembleia poderá passar por uma renovação significativa, com a entrada de quatro a dez novos deputados estaduais.

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Ele ponderou, entretanto, que pesquisas e análises eleitorais não substituem o resultado das urnas.

“Comprovado é o voto no dia da eleição. Mas tem uma tendência, analisando várias pesquisas, estudando a experiência que a gente tem de mandatos de eleições anteriores, eu acho que nós teremos no mínimo de quatro a cinco renovações e no máximo uns 10 novos deputados assumindo cargos dentro da Assembleia”, afirmou.

Podemos mira seis cadeiras

Presidente estadual do Podemos, Max também demonstrou confiança no desempenho da legenda na disputa proporcional. A meta estabelecida pelo partido é conquistar seis cadeiras na Assembleia Legislativa.

Apesar do otimismo, Russi reconheceu que atingir esse número não será uma tarefa simples e dependerá de pelo menos uma candidatura alcançar votação bem acima da média esperada.

“Eu tenho convicção que nós vamos eleger seis deputados estaduais. Não acho fácil, acho difícil, precisaria alguém estourar de voto, ter uma votação acima da perspectiva, acima do esperado”, concluiu.

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Eleições 2026

Pivetta rechaça “negociatas” e diz que pretende superar gestão de Mauro Mendes

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) rechaçou, nesta quinta-feira (20), a atuação de políticos que realizam negociatas em Mato Grosso e destacou a importância do fazimento na gestão pública. A declaração foi feita durante debate na Aprosoja.

Ao realizar as considerações finais, Pivetta avaliou que Mato Grosso teve governos irresponsáveis e citou a importância de manter o desenvolvimento do estado.

“Chega de governos irresponsáveis e daqueles políticos tradicionais que sabem fazer negociatas. Venho de uma escola do fazimento e tenho orgulho de ter ajudado a construir MT desde o início. Nós queremos fazer MT cada vez mais forte, que continue no rumo certo. Podemos fazer mais e melhor do que foi feito até aqui. Me sinto capaz, com energia necessária e conhecimento”, disse.

A comparação com o antecessor

Além disso, o governador relatou que pretende realizar uma gestão administrativamente melhor em comparação à do antecessor, o ex-governador Mauro Mendes (União), e defendeu elevar gradualmente o nível administrativo.

O legado em Lucas do Rio VerdePor fim, Pivetta citou que Lucas do Rio Verde, cidade da qual foi prefeito por três mandatos, teve diversas melhorias durante sua gestão e destacou a otimização das gestões seguintes.

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“Estou ajudando a governar MT há sete anos e meio. Fizemos muito. O Mauro foi um grande governador, mas pretendo ser melhor que ele. É normal isso. Deixei Lucas do Rio Verde e, depois que saí de lá, os gestores que vieram foram melhores do que eu”, completou.

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