Segundo turno

Abílio Brunini é eleito prefeito de Cuiabá

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Em uma vitória marcada pelo desejo de mudança, Abílio Brunini (PL) foi eleito prefeito de Cuiabá nas eleições de 2024. Com uma campanha focada em transparência, combate à corrupção e renovação política, Abílio conquistou a maioria dos votos e promete transformar a administração pública da capital mato-grossense.

Aos 38 anos, Abílio é conhecido por sua postura crítica e por uma trajetória marcada por embates públicos em defesa de práticas políticas mais éticas e justas. A vitória reflete a insatisfação popular com as administrações anteriores e sinaliza um desejo de renovação para a cidade.

Durante a campanha, Abílio destacou-se por prometer uma gestão mais próxima da população, com foco em áreas prioritárias como saúde, educação e infraestrutura. Ele também assumiu o compromisso de valorizar os servidores públicos, afirmando que pretende implementar planos de cargos e salários que tragam benefícios reais e motivem os trabalhadores.

A expectativa é que a gestão de Abílio traga mudanças significativas na forma como Cuiabá é administrada.

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Política

Trump sobre Venezuela: “Nós iremos administrar o país”; assista

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste sábado (3/1) que os Estados Unidos irão administrar a Venezuela após a captura de Nicolás Maduro até a transição do governo. O republicano deu a declaração durante coletiva, que ocorre neste momento em Mar-a-Lago, sobre o ataque norte-americano ao território venezuelano.

“Hoje de madrugada, sob minha direção, os Estados Unidos, através de suas Forças Armadas, conduziram uma operação militar extraordinária na capital da Venezuela. O poder militar americano por terra e pelo mar foi usado para lançar um ataque espetacular. […] toda a capacidade militar venezuelana ficou sem poder”, declarou o norte-americano durante a coletiva.

O republicano prosseguiu: “Nós estamos lá [na Venezuela] e ficaremos até que uma transição adequada aconteça. Nós vamos basicamente executar, administrar o país até que uma transição apropriada aconteça. Como todos sabem, o negócio do petróleo na Venezuela tem sido usado por muito tempo. Eles não estão retirando nada do que eles poderiam em comparação e o que poderia acontecer nesse país”.

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Na sequência, Trump justificou a permanência americana no país ao associar a intervenção à exploração dos recursos energéticos venezuelanos, especialmente o petróleo, que, segundo ele, teria sido apropriado de forma ilegal por governos anteriores e pelo regime de Maduro.

“Também conseguimos apreender o petróleo venezuelano para trazer para o solo americano porque eles retiraram isso, eles fizeram, eles roubaram bilhões de dólares no nosso petróleo. Nunca tivemos um presidente que tenha decidido fazer algo com o respeito. Eles lutaram guerras a milhares de quilômetros de distância e nós que construímos a indústria petrolífera na Venezuela com o nosso talento, com o nosso trabalho, deixamos que um exílio socialista roubasse durante esses governos anteriores e roubassem usando a força”, disse.

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