Política

Em Brasília, Mauro avança na repactuação de dívida do Bank of América com o Banco Mundial

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O governador Mauro Mendes e o secretário de Fazenda Rogério Gallo se reuniram, na manhã desta terça-feira (13.08), com o secretário do Tesouro Nacional do Brasil, Mansueto Almeida, para tratar da liberação do empréstimo com o Banco Mundial. A reunião foi agendada pelo senador Wellington Fagundes e contou com o apoio do líder da bancada, deputado Neri Geller. 

De acordo com o governador, na reunião foi possível vencer mais uma batalha em prol do empréstimo. Dois obstáculos já haviam sido vencidos por meio de decisões judiciais do Supremo Tribunal Federal. E hoje, o governo conseguiu que a análise do pedido continuasse a caminhar, mesmo com o fato do Estado não ter cumprido com o programa de Reestruturação e Ajuste Fiscal pactuado com o Governo Federal em 2017, para ser cumprido em 2018.

“Essa foi uma agenda importante para Mato Grosso, mais um capítulo para nós conseguirmos efetivar a nossa repactuação de dívida do Bank of América com o Banco Mundial. Agradeço muito aos técnicos do tesouro que estão tendo uma atitude muito diligente com o Estado de Mato Grosso atendendo aqui a nossa bancada federal e o senador Wellington Fagundes. Ainda temos outras etapas para serem vencidas”, destacou o governador.

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O secretário Massueto destacou o trabalho realizado pelo Estado até o momento. “Nós vamos analisar, mas quero salientar o seguinte, que o Estado de Mato Grosso na atual gestão tem feito um excelente trabalho de ajuste fiscal. O governador pegou um Estado com as contas desequilibradas, que está com nota C e já, desde o início do ano, tem aprovado medidas importantes na Assembleia Legislativa. Sinalizando que o Estado de Mato Grosso busca de fato um equilíbrio fiscal de recuperar a sua capacidade de investimento”, ressaltou o secretário.

Ainda de acordo com Mansueto, “para nós do tesouro nacional é uma alegria ver sua equipe empenhada na busca do ajuste fiscal e do controle de suas despesas”.

Ainda existem outras duas etapas até que o processo chegue ao Senado Federal para aprovação dos parlamentares. “Como esse assunto vai para a comissão de assuntos econômicos. Lá nos temos os três senadores que atuaram na mesma linha. Esse empréstimo é bom para Mato Grosso, dá um fôlego fiscal e ajuste nas contas, a questão salarial e as obras que precisam ser tocadas, principalmente, as obras inacabadas. Então, ele tem o apoio de toda a bancada, porque tenho certeza que isso vai viabilizar a curto e médio prazo a situação econômica do Estado”, afirmou o senador Wellington Fagundes. 

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O líder da Bancada Federal, Neri Geller, que também acompanhou a agenda do Governador, destacou que “o Estado de Mato Grosso tem feito os enfrentamentos que são necessários e essa matéria é exatamente nessa linha, de reduzir a taxa de juro de uma dívida que acaba por penalizar Mato Grosso, para que possamos tirar o Estado desse atoleiro”.

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Trump sobre Venezuela: “Nós iremos administrar o país”; assista

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste sábado (3/1) que os Estados Unidos irão administrar a Venezuela após a captura de Nicolás Maduro até a transição do governo. O republicano deu a declaração durante coletiva, que ocorre neste momento em Mar-a-Lago, sobre o ataque norte-americano ao território venezuelano.

“Hoje de madrugada, sob minha direção, os Estados Unidos, através de suas Forças Armadas, conduziram uma operação militar extraordinária na capital da Venezuela. O poder militar americano por terra e pelo mar foi usado para lançar um ataque espetacular. […] toda a capacidade militar venezuelana ficou sem poder”, declarou o norte-americano durante a coletiva.

O republicano prosseguiu: “Nós estamos lá [na Venezuela] e ficaremos até que uma transição adequada aconteça. Nós vamos basicamente executar, administrar o país até que uma transição apropriada aconteça. Como todos sabem, o negócio do petróleo na Venezuela tem sido usado por muito tempo. Eles não estão retirando nada do que eles poderiam em comparação e o que poderia acontecer nesse país”.

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Na sequência, Trump justificou a permanência americana no país ao associar a intervenção à exploração dos recursos energéticos venezuelanos, especialmente o petróleo, que, segundo ele, teria sido apropriado de forma ilegal por governos anteriores e pelo regime de Maduro.

“Também conseguimos apreender o petróleo venezuelano para trazer para o solo americano porque eles retiraram isso, eles fizeram, eles roubaram bilhões de dólares no nosso petróleo. Nunca tivemos um presidente que tenha decidido fazer algo com o respeito. Eles lutaram guerras a milhares de quilômetros de distância e nós que construímos a indústria petrolífera na Venezuela com o nosso talento, com o nosso trabalho, deixamos que um exílio socialista roubasse durante esses governos anteriores e roubassem usando a força”, disse.

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