Política

Ex-vereador que morreu vítima de câncer valorizava a união dos moradores do bairro Alvorada

Antônio morreu vítima de um câncer no estômago

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Ex-vereador entre os anos de 2009 a 2012, eleito pelo PSDB, Antônio Fernandes, de 50 anos, ficou reconhecimento por ter valorizado o sentimento e a força da união dos moradores do bairro Alvorada, um dos mais populosos e carentes de Cuiabá. O bairro antes tinha dificuldade de se ver como uma unidade. 

Homem de atitude, dedicado ao trabalho de relevância social, figura polêmica na imprensa, religioso, mas acima de tudo uma pessoa humana e um grande amigo das pessoas mais próximas. Este era o Antônio que foi eleito pela primeira vez na “raça”, como se diz na política, sem apoio financeiro. Contudo, ele contava com o grande apoio dos moradores do seu querido Alvorada. 

A valorização do bairro foi um dos maiores legados deixados por Fernandes, líder comunitário que morreu terça-feira (4) em decorrência de um câncer de estômago. Um câncer descoberto recentemente, e que o levou logo após realizar as biópsias solicitadas pela equipe médica, antes mesmo do início do tratamento. 

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No velório realizado na igreja católica do bairro, que ele ajudou a construir, participaram muitos amigos, familiares, políticos e moradores que fizeram questão de se despedir deste líder, e consolar o seu irmão, o também vereador Sargento Joelson, e os seus demais irmãos e demais familiares. Antônio Fernandes tinha 50 anos e deixa a esposa Lucirene Ferreira Amaral e duas filhas.

O enterro será à tarde no Cemitério Parque Bom Jesus de Cuiabá. 

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Trump sobre Venezuela: “Nós iremos administrar o país”; assista

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste sábado (3/1) que os Estados Unidos irão administrar a Venezuela após a captura de Nicolás Maduro até a transição do governo. O republicano deu a declaração durante coletiva, que ocorre neste momento em Mar-a-Lago, sobre o ataque norte-americano ao território venezuelano.

“Hoje de madrugada, sob minha direção, os Estados Unidos, através de suas Forças Armadas, conduziram uma operação militar extraordinária na capital da Venezuela. O poder militar americano por terra e pelo mar foi usado para lançar um ataque espetacular. […] toda a capacidade militar venezuelana ficou sem poder”, declarou o norte-americano durante a coletiva.

O republicano prosseguiu: “Nós estamos lá [na Venezuela] e ficaremos até que uma transição adequada aconteça. Nós vamos basicamente executar, administrar o país até que uma transição apropriada aconteça. Como todos sabem, o negócio do petróleo na Venezuela tem sido usado por muito tempo. Eles não estão retirando nada do que eles poderiam em comparação e o que poderia acontecer nesse país”.

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Na sequência, Trump justificou a permanência americana no país ao associar a intervenção à exploração dos recursos energéticos venezuelanos, especialmente o petróleo, que, segundo ele, teria sido apropriado de forma ilegal por governos anteriores e pelo regime de Maduro.

“Também conseguimos apreender o petróleo venezuelano para trazer para o solo americano porque eles retiraram isso, eles fizeram, eles roubaram bilhões de dólares no nosso petróleo. Nunca tivemos um presidente que tenha decidido fazer algo com o respeito. Eles lutaram guerras a milhares de quilômetros de distância e nós que construímos a indústria petrolífera na Venezuela com o nosso talento, com o nosso trabalho, deixamos que um exílio socialista roubasse durante esses governos anteriores e roubassem usando a força”, disse.

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