Política

Janaina Riva é a 1ª mulher a assumir presidência da Assembleia Legislativa

Botelho se licenciou do cargo por 120 dias para fazer tratamento de saúde

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Sexta-feira, 17 de abril de 2019. A deputada Janaina Riva (PSD), de 30 anos, torna-se a primeira mulher da história a assumir, em sessão extraordinária, a presidência da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Ela substituirá o deputado Eduardo Botelho (DEM) que pediu afastamento, por quatro meses, para fazer tratamento de saúde. A posse foi amplamente elogiada por políticos da oposição e situação. 

Com 51.546 votos obtidos nos 141 municípios, Janaina Riva foi deputada estadual mais votada nas eleições. A parlamentar entrou para a história de Mato Grosso como a primeira mulher a receber o maior número de votos na disputa ao parlamento estadual e a primeira mulher a ocupar o cargo de vice-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (Biênio 2019/2020), o que a credenciou a assumir a presidência da Casa de Leis. 

A trajetória da deputada tem sido marcada pela defesa dos servidores públicos estaduais com relação ao direito à Reposição Geral Anual (RGA), especialmente, durante a gestão do então governador Pedro Taques (PSDB). Janaína Riva é filha do ex-deputado estadual José Riva que ocupou por 20 anos cargos na mesa diretora da assembleia. 

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Política

Trump sobre Venezuela: “Nós iremos administrar o país”; assista

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste sábado (3/1) que os Estados Unidos irão administrar a Venezuela após a captura de Nicolás Maduro até a transição do governo. O republicano deu a declaração durante coletiva, que ocorre neste momento em Mar-a-Lago, sobre o ataque norte-americano ao território venezuelano.

“Hoje de madrugada, sob minha direção, os Estados Unidos, através de suas Forças Armadas, conduziram uma operação militar extraordinária na capital da Venezuela. O poder militar americano por terra e pelo mar foi usado para lançar um ataque espetacular. […] toda a capacidade militar venezuelana ficou sem poder”, declarou o norte-americano durante a coletiva.

O republicano prosseguiu: “Nós estamos lá [na Venezuela] e ficaremos até que uma transição adequada aconteça. Nós vamos basicamente executar, administrar o país até que uma transição apropriada aconteça. Como todos sabem, o negócio do petróleo na Venezuela tem sido usado por muito tempo. Eles não estão retirando nada do que eles poderiam em comparação e o que poderia acontecer nesse país”.

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Na sequência, Trump justificou a permanência americana no país ao associar a intervenção à exploração dos recursos energéticos venezuelanos, especialmente o petróleo, que, segundo ele, teria sido apropriado de forma ilegal por governos anteriores e pelo regime de Maduro.

“Também conseguimos apreender o petróleo venezuelano para trazer para o solo americano porque eles retiraram isso, eles fizeram, eles roubaram bilhões de dólares no nosso petróleo. Nunca tivemos um presidente que tenha decidido fazer algo com o respeito. Eles lutaram guerras a milhares de quilômetros de distância e nós que construímos a indústria petrolífera na Venezuela com o nosso talento, com o nosso trabalho, deixamos que um exílio socialista roubasse durante esses governos anteriores e roubassem usando a força”, disse.

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