Política

Mesa Diretora da AL quer fazer 3 sessões no mesmo dia e acabar com trabalho em plenário na 5ª

Projeto de resolução da Mesa Diretora prevê mudança no regimento interno da ALMT.

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Os deputados estaduais, reunidos em sessão plenária na terça-feira (29), à noite, começaram a discutir o Projeto de Resolução 359/2019, da Mesa Diretora, que altera dispositivos da Resolução n.º 677, de 20 de dezembro de 2006, que trata do Regimento Interno da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O projeto trata sobre o horário das sessões ordinárias e teve pedido de vista concedido ao deputado Wilson Santos (PSDB).

Agora tem prazo de cinco dias para voltar a tramitar em plenário. O parlamentar pediu para discutir a matéria e solicitou pedido de vista, que foi atendido pela deputada Janaina Riva (MDB), que presidia a sessão.

Em seu artigo 1º, o projeto de resolução diz, em nova redação, que “fica alterado o caput e os incisos I e II do Art. 78 do Anexo I da Resolução nº 677, de 20 de dezembro de 2006 – Regimento Interno da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso, que passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 78. As sessões plenárias ordinárias do Poder Legislativo do Estado de Mato Grosso serão realizadas nos seguintes dias e horários: I – às terças-feiras, vespertina, com início às 17 horas; II – às quartas-feiras, matutinas e vespertinas, com início, respectivamente, às 8, às 14 e às 18 horas”.

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Atualmente, as sessões plenárias do Poder Legislativo ocorrem às terças-feiras, vespertinas, com início às 17 horas, às quartas-feiras, matutinas e vespertinas, com início respectivamente, às 8 horas e às 17 horas e  às quintas-feiras, matutinas, com início às 8 horas.

Em justificativa ao projeto, a Mesa Diretora argumenta que a proposição visa adequar os dias e horários das sessões plenárias, “para que as mesmas sejam realizadas em dois dias consecutivos em horários distintos, para que os parlamentares possam atender as demandas da população mato-grossense, tendo como se deslocar ao interior do estado nos dias após a realização de tais sessões”.

A justificativa apresenta ainda a necessidade de o deputado se ausentar para atender as demandas da população, “tanto no interior como no gabinete, nos dias que não haverá sessões. Vale ressaltar que, da forma que acontece hoje, os parlamentares ficam obrigados a ficarem durante toda a semana na capital, não podendo atender aqueles menos favorecidos que residem no interior, deixando assim a população carente de atendimento”. Finalizando, a justificativa mostra ainda as dificuldades de locomoção dos deputados que têm base no interior devido à grande extensão territorial de Mato Grosso. “É impossível atender aos interiores do estado e voltar em tempo hábil para as sessões”.

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Trump sobre Venezuela: “Nós iremos administrar o país”; assista

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste sábado (3/1) que os Estados Unidos irão administrar a Venezuela após a captura de Nicolás Maduro até a transição do governo. O republicano deu a declaração durante coletiva, que ocorre neste momento em Mar-a-Lago, sobre o ataque norte-americano ao território venezuelano.

“Hoje de madrugada, sob minha direção, os Estados Unidos, através de suas Forças Armadas, conduziram uma operação militar extraordinária na capital da Venezuela. O poder militar americano por terra e pelo mar foi usado para lançar um ataque espetacular. […] toda a capacidade militar venezuelana ficou sem poder”, declarou o norte-americano durante a coletiva.

O republicano prosseguiu: “Nós estamos lá [na Venezuela] e ficaremos até que uma transição adequada aconteça. Nós vamos basicamente executar, administrar o país até que uma transição apropriada aconteça. Como todos sabem, o negócio do petróleo na Venezuela tem sido usado por muito tempo. Eles não estão retirando nada do que eles poderiam em comparação e o que poderia acontecer nesse país”.

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Na sequência, Trump justificou a permanência americana no país ao associar a intervenção à exploração dos recursos energéticos venezuelanos, especialmente o petróleo, que, segundo ele, teria sido apropriado de forma ilegal por governos anteriores e pelo regime de Maduro.

“Também conseguimos apreender o petróleo venezuelano para trazer para o solo americano porque eles retiraram isso, eles fizeram, eles roubaram bilhões de dólares no nosso petróleo. Nunca tivemos um presidente que tenha decidido fazer algo com o respeito. Eles lutaram guerras a milhares de quilômetros de distância e nós que construímos a indústria petrolífera na Venezuela com o nosso talento, com o nosso trabalho, deixamos que um exílio socialista roubasse durante esses governos anteriores e roubassem usando a força”, disse.

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