GABRIEL BARBOSA

O ano é de Copa, mas o sentimento não

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Dia 1º de janeiro de 2026, oficialmente ano da Copa do Mundo no Canadá, México e Estados Unidos, a maior da história, com a presença de 48 seleções de vários lugares do mundo. E, como todo bom brasileiro que acompanha futebol, o sonho do hexa existe dentro de nós, adormecido, mas existe. Porém, é inevitável dizer que isso não é o sentimento comum para 100% da população brasileira.

Foram quatro anos extremamente conturbados dentro e fora da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O sentimento do brasileiro em relação à sua seleção foi por água abaixo. Arrisco-me a dizer que este seja o pior momento da relação do torcedor com aqueles que representam o país dentro das quatro linhas do esporte bretão.

Ramon Menezes, Fernando Diniz, Dorival Júnior e agora Carlo Ancelotti: quatro técnicos em um único ciclo, desde a decepcionante eliminação para a Croácia em 2022, quando o time era comandado por Adenor Bachi, o Tite.

Estabilidade não é a palavra que resume esse ciclo. Pelo contrário, a instabilidade reinou, principalmente dentro da CBF, sendo necessário até mesmo trocar o presidente da entidade.

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O brasileiro não confia mais na seleção, e não é necessário um estudo aprofundado para comprovar isso.

Até quem acompanha fielmente o seu clube do coração no futebol brasileiro, entende que seleções como Espanha, França, Inglaterra, Portugal e Argentina vivem não só um melhor momento futebolístico, mas também trabalham com estabilidade. Grandes nomes de suas seleções como Lamine Yamal, Mbappé, Harry Kane, Cristiando Ronaldo e Messi, entregam resultados tanto nos clubes quanto quando representam as cores de seus países.

Esse é mais um motivo pelo qual as pessoas se afastaram da nossa seleção. Olhamos para nossas esperanças e não vemos futuro: Neymar não precisa só de um joelho novo, mas de dois e também de um novo tornozelo; Vinícius Júnior, até hoje, nunca entregou pela amarelinha o que entrega no Real Madrid; e a jovem promessa Endrick precisa brilhar o mais rápido possível, mostrando que pode ser a nova esperança do torcedor, tal como Ronaldo, Rivaldo, Ronaldinho, Zico, Pelé e Garrincha foram.

2026 é ano de Copa, mas não devemos ver ruas pintadas, casas decoradas, bolões disputados e muito menos o sonho do hexa em cada olhar.

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Sinceramente, espero que os jogadores e o treinador da seleção brasileira tornem totalmente falsas as opiniões contidas neste texto. Mas o “se” não existe até acontecer.

Dito isso, vou torcer pelo hexa mais do que tudo. Somos pentacampeões do mundo, os únicos, e quero que sejamos também os únicos hexa.

2026 é nosso.

(*) GABRIEL HENRIQUE FREITAS BARBOSA é estudante de jornalismo na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e Repórter Especial do HiperNotícias. Participa do ‘Canal Na Coruja’ no Youtube. Grande entusista nas áreas do esporte, cultura e literatura.

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A Hora e a Vez de Otaviano Pivetta

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) assume o comando do Governo de Mato Grosso trazendo algo que, na política, faz toda a diferença: experiência de gestão e resultados comprovados.

Ao longo da sua trajetória pública, construiu um histórico de decisões acertadas, liderou projetos que deram resultado e contribuiu diretamente para o desenvolvimento do nosso Estado. Por isso, afirmo com convicção: Mato Grosso está em boas mãos.

Essa avaliação não nasce de expectativa ou discurso político. Ela vem da observação de uma caminhada marcada por trabalho, planejamento e entrega. Em seu discurso de posse, o governador Pivetta deixou claro que irá manter Mato Grosso no rumo certo. “Vamos continuar fazendo com a coragem que o povo e Deus nos deram”.

Quem convive com o governador Pivetta sabe que ele costuma usar uma expressão que traduz bem sua forma de agir: “fazimento”. Já ouvi isso dele muitas vezes. E, na prática, é exatamente isso que define sua atuação — fazer, executar e entregar resultados para a sociedade.

Esse perfil começou a ganhar força ainda quando Pivetta esteve à frente da prefeitura de Lucas do Rio Verde por três mandatos. Naquele período, o município de Lucas do Rio Verde passou a ser destaque nacional ao adotar um modelo de crescimento estruturado, com planejamento urbano, fortalecimento da economia por meio da agroindustrialização e melhora consistente dos indicadores sociais.

Liderado por um empresário do agronegócio que se tornou gestor público, Lucas do Rio Verde deixou de ser apenas uma cidade em expansão para se tornar referência nacional em gestão municipal. Até hoje, o município segue se destacando em indicadores de desenvolvimento humano em Mato Grosso — um dos principais parâmetros utilizados para avaliar a qualidade de vida da população, considerando fatores fundamentais como renda, longevidade e educação.

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O que se viu ali foi organização, visão de longo prazo e capacidade de transformar potencial econômico em desenvolvimento real para a população.

Essa experiência ajudou a levar Pivetta a novos desafios na política mato-grossense. Nos últimos anos, como vice-governador de Mato Grosso, acompanhou de perto áreas estratégicas para o futuro do Estado, especialmente infraestrutura e educação — dois pilares fundamentais para o crescimento.

Na infraestrutura, os avanços são claros. Mato Grosso pavimentou 7 mil quilômetros de rodovias, um recorde histórico, além de manter programas contínuos de conservação de toda a malha rodoviária estadual. Em um estado com dimensões continentais e forte presença do agronegócio, uma logística de qualidade significa desenvolvimento, competitividade e integração.

Na educação, os investimentos também avançaram. Mais de R$ 478 milhões foram destinados à melhoria da estrutura das escolas da rede estadual, beneficiando mais de 320 mil estudantes.

Esses números ajudam a explicar por que Mato Grosso vive hoje um dos ciclos de crescimento mais relevantes do país. E isso não acontece por acaso. É resultado de gestão, planejamento e de uma atuação consistente.

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Como deputado estadual, acompanho de perto os desafios e as oportunidades que Mato Grosso enfrenta. Nosso estado cresce acima da média nacional, se consolida como uma potência econômica e exige lideranças preparadas para conduzir esse novo momento.

Líderes que conhecem o Estado, que dialogam com os municípios e que respeitam as diferenças de cada região fazem toda a diferença.

Nesse cenário, o governador — a quem também me refiro com respeito e proximidade como “Pivettão” — se consolida como uma das principais lideranças políticas de Mato Grosso. É reconhecido pela capacidade de gestão, pela liderança e pela proximidade com os municípios — algo essencial em um Estado tão grande e diverso.

Mato Grosso precisa de gente que conheça sua realidade e saiba transformar potencial em desenvolvimento equilibrado. E o governador Otaviano Pivetta construiu sua trajetória exatamente assim: com trabalho, responsabilidade e entrega.

A população ganha ao ter à frente do governo um gestor experiente, que entende o estado e tem condições de ampliar políticas públicas que gerem mais desenvolvimento e qualidade de vida.

Mato Grosso não precisa de improviso. Precisa de gestão. Precisa de resultado.

E é por isso que afirmo: Mato Grosso está em boas mãos. Chegou a hora e a vez do homem do “fazimento”. Bom trabalho, Pivettão.

Diego Guimarães (Republicanos) é Deputado Estadual por Mato Grosso

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