Sonia Mazetto

Quais os valores que regem a sua vida?

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Faço essa pergunta porque acredito que todas as pessoas conduzem suas vidas regidas por três (ou no máximo cinco) valores prioritários que carregam. São eles que determinam decisões, comportamentos, escolhas profissionais, relacionamentos e até a forma como lidamos com o coletivo. E não adianta muito aquilo que dizemos defender se, na prática, nossas atitudes apontam para outro lugar.

Eu, por exemplo, tenho a ética, a moral e a honestidade como valores centrais da minha vida. Mas eles não surgiram do nada e nem repentinamente, ou como um marco de quando ocupei espaços de visibilidade, não dependem de cargos ou contextos. São valores que me conduzem diariamente, inclusive quando isso significa andar em grupos menores, ser questionada ou até excluída de determinados ambientes.

Valores não são discursos, valores são escolhas repetidas. É muito comum vermos pessoas dizendo defender a ética e agindo de forma oposta quando surge uma vantagem própria imediata. Isso acontece porque o valor que rege aquela decisão não é a ética, mas outro, como por exemplo, a necessidade, o conforto, o reconhecimento ou o poder. E isso não torna a pessoa “má”, mas revela com clareza qual valor está no comando.

Nós estamos o tempo inteiro fazendo escolhas, mesmo sem perceber e quando pesamos essa balança conscientemente se torna mais fácil entender o porquê das decisões, seja para manter ou não um relacionamento ou o emprego. Saúde sem conforto ou conforto sem saúde? Amor sem saúde ou saúde sem amor? Reconhecimento sem honestidade ou honestidade sem reconhecimento? Nosso cérebro responde rápido, quase automático. E essa resposta revela aquilo que verdadeiramente nos governa.

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Um exemplo simples: há pessoas que têm a família como valor prioritário e elas fazem escolhas que refletem isso, mesmo que impliquem sacrifícios pessoais. Já outras não têm esse valor entre os primeiros, e isso não as tornam erradas, apenas diferentes. O problema começa quando o discurso não combina com a prática. E é por isso que tantas vezes nos frustramos com líderes, projetos e discursos bonitos. A teoria encanta, mas é o valor vivido que sustenta a prática.

A comunicação pode ser usada para fortalecer valores, mas também para mascará-los. E hoje vemos isso o tempo todo, na mídia, redes sociais e grupos de conversas com falas sobre verdade, autenticidade e propósito que não se sustentam no caminhar da vida.

Valores reais aparecem nas pequenas atitudes, como no troco devolvido, na vantagem recusada, na decisão tomada quando ninguém está olhando. Afinal, ninguém chega a posições de poder e “se torna” desonesto ali. Esses comportamentos já foram ensaiados antes, em pequenas concessões normalizadas ao longo da vida, como levar vantagem na conta do lanche que deixou o colega pagar e não se preocupou em retribuir, no brinquedo que achou e não devolveu, na borracha que pegou sem avisar.

E é importante dizer que as pessoas não nascem assim. É a convivência diária, do que está sendo repedido e do que as pessoas ao entorno estão repetindo que se absorve. Ou seja, os valores podem sim mudar. No entanto, não mudam com o tempo, só mudam com intenção e repetição consciente. Mudar valores exige reorganizar a vida, alterar rotas, rever escolhas, criar novos hábitos. É quase uma reconstrução interna, que nem todos querem ou estão dispostos a fazer isso.

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Quando alguém abre mão da honestidade, outro valor ocupa o lugar: ganância, ego, poder, projeção pessoal. Sempre há algo regendo a vida. A questão não é se somos guiados por valores, mas quais valores escolhemos alimentar.

Eu sigo acreditando, talvez por teimosia, que vale a pena viver uma ética da vida. Aquela que não depende de regras externas, mas de coerência interna, porque prefiro o sono tranquilo sem reconhecimento ao reconhecimento sem paz. Para mim, reconhecimento sempre foi consequência, nunca objetivo. Talvez isso signifique caminhar com menos gente ao redor. Talvez signifique incomodar. Mas significa, sobretudo, ser inteira comigo mesma e não deixar marcas de prejuízo na vida de outras pessoas ou da sociedade.

Ao nos aproximarmos de um novo ciclo, que 2026 não seja apenas mais um ano de promessas e discursos bem elaborados, mas um tempo de escolhas conscientes e valores vividos na prática. Que cada decisão, seja ela pequena ou grande, seja atravessada pelos valores que realmente nos regem, e não apenas pelas conveniências do momento. Porque o futuro não será moldado pelo que dizemos querer, mas pelo que escolhemos sustentar todos os dias. E é a partir dessa coerência entre valor, atitude e comunicação que construiremos caminhos mais justos, individuais e coletivos.

Sonia Mazetto – Gestora de Potencial Humano, Terapeuta Integrativa, Fonoaudióloga e Palestrante

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A Hora e a Vez de Otaviano Pivetta

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) assume o comando do Governo de Mato Grosso trazendo algo que, na política, faz toda a diferença: experiência de gestão e resultados comprovados.

Ao longo da sua trajetória pública, construiu um histórico de decisões acertadas, liderou projetos que deram resultado e contribuiu diretamente para o desenvolvimento do nosso Estado. Por isso, afirmo com convicção: Mato Grosso está em boas mãos.

Essa avaliação não nasce de expectativa ou discurso político. Ela vem da observação de uma caminhada marcada por trabalho, planejamento e entrega. Em seu discurso de posse, o governador Pivetta deixou claro que irá manter Mato Grosso no rumo certo. “Vamos continuar fazendo com a coragem que o povo e Deus nos deram”.

Quem convive com o governador Pivetta sabe que ele costuma usar uma expressão que traduz bem sua forma de agir: “fazimento”. Já ouvi isso dele muitas vezes. E, na prática, é exatamente isso que define sua atuação — fazer, executar e entregar resultados para a sociedade.

Esse perfil começou a ganhar força ainda quando Pivetta esteve à frente da prefeitura de Lucas do Rio Verde por três mandatos. Naquele período, o município de Lucas do Rio Verde passou a ser destaque nacional ao adotar um modelo de crescimento estruturado, com planejamento urbano, fortalecimento da economia por meio da agroindustrialização e melhora consistente dos indicadores sociais.

Liderado por um empresário do agronegócio que se tornou gestor público, Lucas do Rio Verde deixou de ser apenas uma cidade em expansão para se tornar referência nacional em gestão municipal. Até hoje, o município segue se destacando em indicadores de desenvolvimento humano em Mato Grosso — um dos principais parâmetros utilizados para avaliar a qualidade de vida da população, considerando fatores fundamentais como renda, longevidade e educação.

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O que se viu ali foi organização, visão de longo prazo e capacidade de transformar potencial econômico em desenvolvimento real para a população.

Essa experiência ajudou a levar Pivetta a novos desafios na política mato-grossense. Nos últimos anos, como vice-governador de Mato Grosso, acompanhou de perto áreas estratégicas para o futuro do Estado, especialmente infraestrutura e educação — dois pilares fundamentais para o crescimento.

Na infraestrutura, os avanços são claros. Mato Grosso pavimentou 7 mil quilômetros de rodovias, um recorde histórico, além de manter programas contínuos de conservação de toda a malha rodoviária estadual. Em um estado com dimensões continentais e forte presença do agronegócio, uma logística de qualidade significa desenvolvimento, competitividade e integração.

Na educação, os investimentos também avançaram. Mais de R$ 478 milhões foram destinados à melhoria da estrutura das escolas da rede estadual, beneficiando mais de 320 mil estudantes.

Esses números ajudam a explicar por que Mato Grosso vive hoje um dos ciclos de crescimento mais relevantes do país. E isso não acontece por acaso. É resultado de gestão, planejamento e de uma atuação consistente.

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Como deputado estadual, acompanho de perto os desafios e as oportunidades que Mato Grosso enfrenta. Nosso estado cresce acima da média nacional, se consolida como uma potência econômica e exige lideranças preparadas para conduzir esse novo momento.

Líderes que conhecem o Estado, que dialogam com os municípios e que respeitam as diferenças de cada região fazem toda a diferença.

Nesse cenário, o governador — a quem também me refiro com respeito e proximidade como “Pivettão” — se consolida como uma das principais lideranças políticas de Mato Grosso. É reconhecido pela capacidade de gestão, pela liderança e pela proximidade com os municípios — algo essencial em um Estado tão grande e diverso.

Mato Grosso precisa de gente que conheça sua realidade e saiba transformar potencial em desenvolvimento equilibrado. E o governador Otaviano Pivetta construiu sua trajetória exatamente assim: com trabalho, responsabilidade e entrega.

A população ganha ao ter à frente do governo um gestor experiente, que entende o estado e tem condições de ampliar políticas públicas que gerem mais desenvolvimento e qualidade de vida.

Mato Grosso não precisa de improviso. Precisa de gestão. Precisa de resultado.

E é por isso que afirmo: Mato Grosso está em boas mãos. Chegou a hora e a vez do homem do “fazimento”. Bom trabalho, Pivettão.

Diego Guimarães (Republicanos) é Deputado Estadual por Mato Grosso

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