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Bolsonaro chama manifestantes da oposição de “marginais e maconheiros”

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Ao participar da inauguração do Hospital de Campanha de Águas Lindas de Goiás, nesta sexta-feira (05/06), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) atacou manifestantes que preparam atos contra o governo e os acusou de tentar “quebrar o Brasil”.

Segundo o mandatário brasileiro, os “terroristas” que continuarem com os protestos vão ser penalizados de acordo com as leis. O presidente lembrou os protestos em São Paulo e Curitiba, no último fim de semana, e afirmou que os manifestantes contrários ao governo serão “tratados com a pureza da lei que merecerem”, caso se aproximem de Brasília ou de Goiás.

“Eles são uns marginais, maconheiros, desocupados, que não sabem nada de economia e não sabem o que é trabalhar pra ganhar o seu pão de cada dia”, atacou.

Bolsonaro alertou que o sistema de inteligência do governo não identificou manifestação marcada em Goiás, mas pediu que, caso ocorra, a população não participe. O presidente afirmou que as forças de segurança deverão fazer “o seu trabalho” caso os “marginais extrapolem os limites da lei”.

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Força Nacional

Com protestos contra e a favor do governo marcados para este fim de semana, o Palácio do Planalto discute a segurança dos atos com o governo do Distrito Federal.

Bolsonaro e Torres estão preocupados com a segurança no centro de Brasília. Nesta sexta-feira (05/06), a pasta fará uma série de reuniões para definir qual será a tática adotada, segundo apurou o Metrópoles.

A participação da Força Nacional, um dos assuntos tratados entre Bolsonaro e Torres, está sendo avaliada. Quem cuida da segurança da Esplanada é a secretaria do DF. Por enquanto, não houve pedido formal ao governo federal para uso da força nos atos de domingo.

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PEC que acaba com escala 6×1 retoma análise na CCJ da Câmara nesta quarta

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A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que propõe o fim da escala de seis dias de trabalho para um de descanso (6×1), será novamente analisada nesta quarta-feira (22) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. A sessão está marcada para começar às 14h30.

Além de extinguir o modelo atual, o texto prevê a redução da jornada semanal de trabalho, que hoje é de 44 horas, para 36 horas ao longo de um período de dez anos.

A proposta retorna à pauta após pedido de vista apresentado pela oposição na semana passada. O relator, deputado Paulo Azi (União-BA), já votou pela admissibilidade da PEC, entendendo que a medida é constitucional.

Caso seja aprovada na CCJ, a proposta seguirá para uma comissão especial que analisará o mérito do texto. Esse colegiado terá entre 10 e 40 sessões do plenário para emitir parecer antes que a matéria seja levada à votação final.

Paralelamente, o governo federal apresentou um projeto de lei com urgência constitucional que também trata do tema. A proposta do Executivo prevê o fim da escala 6×1 e a redução da jornada para 40 horas semanais.

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Projetos com urgência precisam ser votados em até 45 dias ou passam a trancar a pauta do plenário.

Apesar disso, a Câmara deve manter o andamento da PEC. Segundo o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), as duas propostas podem avançar de forma simultânea.

O governo defende que o projeto de lei pode gerar efeitos mais rápidos, enquanto a PEC garantiria a consolidação definitiva das mudanças na Constituição.

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