FURTO

Pallet de cerveja cai de caminhão e motoristas param para saquear bebidas em Cuiabá

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Parte de uma carga de cerveja ficou espalhada pela Avenida Fernando Corrêa da Costa, na região da rotatória do bairro Tijucal, em Cuiabá, após um pallet cair de um caminhão na segunda-feira (21).

Imagens que circularam pelas redes sociais registraram o momento em que várias pessoas se aproximaram do local para recolher as bebidas que ficaram sobre a pista. Alguns motoristas chegaram a parar os veículos para pegar as cervejas.

Segundo relatos de testemunhas, o pallet teria se desprendido do caminhão durante o trajeto. O veículo seguiu pela avenida e, aparentemente, o motorista não percebeu que havia perdido parte da carga.

A movimentação ocorreu em uma das principais avenidas da capital e também chamou a atenção de quem passava pelo trecho.

Apesar de a mercadoria ter caído do veículo e ficado espalhada pela via, isso não significa que os produtos estejam disponíveis para serem levados.

De acordo com orientações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) sobre situações envolvendo cargas perdidas em acidentes ou ocorrências nas rodovias, as mercadorias continuam sendo consideradas patrimônio de seus proprietários. A retirada de produtos sem autorização pode, conforme as circunstâncias do caso, configurar como crime de furto.

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Não há informações, até o momento, sobre o valor ou a quantidade de cervejas perdidas, nem sobre eventual registro policial relacionado ao episódio.

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CIDADES

Falta de médicos leva CRM a interditar UTI Pediátrica e Neonatal em Várzea Grande

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A UTI Pediátrica e Neonatal do Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande (HPSMVG) foi parcialmente interditada nesta terça-feira (22) por determinação do Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT). A medida foi adotada após o órgão identificar problemas relacionados à quantidade de médicos disponíveis para garantir o funcionamento do setor.

Com a interdição, a unidade fica impedida de receber novos pacientes na UTI Pediátrica e Neonatal enquanto as exigências estabelecidas pelo conselho não forem atendidas. Os pacientes que já estão internados continuam recebendo assistência.

A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande informou, por meio de nota, que a escala médica de setembro já foi regularizada e encaminhada ao CRM-MT. Segundo a pasta, 10 médicos atuam atualmente no setor, e outros três profissionais estão em processo de contratação.

A ampliação da equipe, conforme o município, pretende reforçar a escala e garantir cobertura durante férias, afastamentos e outras situações que possam provocar redução no número de profissionais disponíveis.

Atualmente, sete pacientes permanecem internados na UTI e, segundo a Secretaria de Saúde, continuam sendo acompanhados normalmente pela equipe médica.

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“A interdição parcial não compromete a assistência aos pacientes que já estão internados na unidade. Atualmente, a UTI conta com sete pacientes, que permanecem sob acompanhamento e cuidados da equipe médica”, informou a prefeitura.

O município acrescentou que, caso surja a necessidade de internação de um novo paciente enquanto a restrição estiver vigente, a direção do hospital deverá buscar atendimento por meio da Central de Regulação do Estado.

Segundo o CRM-MT, a decisão ocorreu após uma fiscalização realizada em 15 de setembro. Durante a vistoria, o conselho constatou que problemas identificados anteriormente, em uma inspeção realizada em agosto, ainda não haviam sido solucionados.

Após a primeira fiscalização, o município recebeu prazo de cinco dias para adotar as providências necessárias. Diante da permanência das irregularidades apontadas, o conselho determinou a interdição parcial.

O CRM-MT informou que a medida será implementada gradualmente, considerando a complexidade do serviço. O município deverá regularizar a escala médica e comprovar que o setor reúne condições para funcionar de forma segura. Dependendo da situação, também poderá ser necessária a transferência de pacientes.

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O conselho ressaltou que a interdição tem caráter preventivo e não significa a suspensão dos cuidados prestados às crianças e recém-nascidos que já estão internados.

A restrição permanecerá válida até que o município comprove o cumprimento das exigências e as condições necessárias para o funcionamento seguro da UTI Pediátrica e Neonatal.

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