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Presidente do PSL é alvo de operação da PF que apura crimes eleitorais

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O presidente do PSL e deputado federal Luciano Bivar (PE) é um dos alvos da Operação Guinhol, deflagrada hoje (15) pela Polícia Federal (PF). Mandados de busca e apreensão, autorizados pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), estão sendo cumpridos em endereços residenciais e comerciais do parlamentar, como sua casa em Jaboatão dos Guararapes (PE).

Segundo a PF, o objetivo é buscar provas que possam ajudar na investigação de supostos crimes eleitorais praticados por integrantes do PSL. A suspeita é que os investigados teriam “ocultado/disfarçado/omitido movimentações de recursos financeiros oriundos do Fundo Partidário, especialmente os destinados às candidaturas de mulheres, após verificação preliminar de informações que foram fartamente difundidas pelos órgãos de imprensa nacional”.

Bivar ainda não se manifestou sobre a ação policial. Seu advogado, Ademar Rigueira, divulgou nota em que afirma que a operação está “fora de contexto”. Na nota, Rigueira acrescenta que o inquérito que investiga as suspeitas de uso indevido dos recursos do Fundo Partidário já se estende há dez meses, sem que, segundo ele, as autoridades tenham encontrado indícios de fraude no processo eleitoral.

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“A busca [e apreensão de documentos] é uma inversão da lógica da investigação, vista com muita estranheza pelo escritório [de defesa], principalmente por se vivenciar um momento de turbulência política”, diz ainda Rigueira, na nota.

O nome da Operação Guinhol faz referência a um marionete, personagem do teatro de fantoches criado no século 19, diante da possibilidade de candidatas terem sido utilizadas exclusivamente para movimentar transações financeiras escusas.

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Menino de 1 ano é levado duas vezes à UPA e morre após agravamento do quadro respiratório

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O menino Heitor Hariel Almeida da Silva, de 1 ano e 8 meses, morreu na noite de terça-feira (6), após ser atendido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Cristo Rei, em Várzea Grande. Conforme o atestado de óbito, a criança apresentou insuficiência respiratória aguda grave, que evoluiu para uma parada cardiorrespiratória.

Segundo a família, Heitor chegou à unidade de saúde ainda com vida, mas não resistiu após aproximadamente duas horas de atendimento. O caso é acompanhado pela Polícia Civil, e o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames periciais.

O pai da criança contou que os primeiros sintomas surgiram no domingo (4), quando o menino apresentou febre alta, sinais semelhantes aos de uma gripe e pequenas lesões na boca, que dificultavam sua alimentação.

Preocupados com o estado de saúde do filho, os pais procuraram atendimento na mesma UPA. Conforme o relato, a equipe médica informou que Heitor apresentava um quadro de estomatite, condição caracterizada por inflamações e lesões na mucosa da boca.

Na ocasião, foram prescritos medicamentos e solicitados exames de sangue e urina. O pai afirmou que a coleta de sangue não foi realizada naquele momento e teria ficado para terça-feira.

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Após receber as orientações médicas, a família retornou para casa e iniciou o tratamento indicado.

Na terça-feira (6), o estado de saúde de Heitor piorou, levando os familiares a procurar novamente a unidade de pronto atendimento.

O pai relatou que chegou à UPA carregando o menino nos braços, enquanto a criança apresentava intensa dificuldade respiratória.

“A gente chegou com nosso filho lá com vida. Ele estava com muita falta de ar, muita falta de ar mesmo, mas a gente chegou lá com ele com vida. Ele estava no meu colo”, afirmou.

Segundo ele, os profissionais de saúde pediram que os familiares deixassem a sala para que os procedimentos de emergência fossem realizados.

A família aguardou informações sobre a evolução do quadro clínico, mas, aproximadamente duas horas depois, recebeu a notícia da morte.

“Eu me retirei e ficou para eles atualizarem a gente quando ele estabilizasse mais. Aí passaram duas horas e deram a notícia pra gente de que o Heitor tinha falecido”, relatou.

De acordo com as informações repassadas à Polícia Civil, o menino apresentou insuficiência respiratória aguda grave, seguida de parada cardiorrespiratória. Apesar do atendimento, não foi possível reverter o quadro.

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Após a morte, familiares levantaram a suspeita de que Heitor pudesse ter sofrido algum tipo de violência física. Diante do relato, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para avaliação pericial.

Os exames deverão verificar se existem sinais de violência e contribuir para esclarecer as circunstâncias da morte. Até o momento, não há confirmação de que a criança tenha sido vítima de agressão.

A Polícia Civil acompanha o caso e aguarda os resultados da perícia.

Em meio à dor da perda, o pai descreveu o impacto da morte do filho e afirmou que a família ainda tenta compreender o que aconteceu.

“Uma notícia deixa qualquer um abalado, sem chão, sem saber o que fazer. Até agora a ficha não caiu. Meu filho era um anjo”, desabafou.

O resultado dos exames periciais será importante para esclarecer as circunstâncias do falecimento de Heitor.

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