CASO BRENO

Suspeito de envolvimento no desaparecimento de professor de 25 anos é preso em MT

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Um homem identificado apenas como Elias, conhecido pelo apelido de “Bigode”, foi preso nesta quinta-feira (8), em Chapada dos Guimarães, a 65 quilômetros de Cuiabá, suspeito de envolvimento no desaparecimento do professor Breno Antonio Humberto de Morais, de 25 anos, ocorrido em Várzea Grande.

A prisão foi realizada por investigadores da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que localizaram o suspeito na região do Manso durante diligências relacionadas ao caso. Contra ele havia um mandado de prisão expedido pela Justiça.

Breno está desaparecido desde o dia 25 de setembro. Desde então, a Polícia Civil trabalha para esclarecer o que aconteceu com o professor e identificar possíveis pessoas envolvidas em seu desaparecimento.

A localização de Elias representa um novo desdobramento da investigação. No entanto, a Polícia Civil ainda não divulgou detalhes sobre a suposta participação dele no caso nem informou quais elementos levaram à expedição do mandado de prisão.

As investigações são conduzidas pelo delegado Bruno Sergio Magalhães Abreu, responsável por apurar as circunstâncias do desaparecimento.

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Além de esclarecer a possível participação do suspeito e identificar outros envolvidos, os policiais continuam as buscas para descobrir o paradeiro de Breno.

Até o momento, a morte do professor não foi oficialmente confirmada, embora a investigação também considere a possibilidade de homicídio.

Segundo a Polícia Civil, novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço das diligências. O caso permanece sob investigação da DHPP.

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POLÍCIA

Operação mira esquema de desvio de postes e cabos com prejuízo superior a R$ 100 mil em MT

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A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (8), a Operação Linha Cruzada para investigar um suposto esquema de desvio e receptação de materiais avaliados em mais de R$ 100 mil. Entre os investigados está um funcionário que teria aproveitado a função de transportador para retirar produtos da empresa onde trabalhava e encaminhá-los a outro estabelecimento comercial.

A ação foi conduzida pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG), que cumpriu três mandados de busca e apreensão, sendo dois em Várzea Grande e um em Cuiabá. As ordens judiciais tiveram como alvos endereços ligados aos suspeitos e uma empresa investigada por possível receptação dos produtos.

As investigações começaram após um representante da empresa prejudicada procurar a Polícia Civil e denunciar o desaparecimento de materiais utilizados em serviços de infraestrutura.

Durante a apuração, os investigadores identificaram indícios de que um funcionário responsável pelo transporte de postes de concreto, cabos e outros equipamentos estaria utilizando o veículo da própria empresa para desviar parte das mercadorias.

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Segundo a Polícia Civil, os materiais eram retirados durante os trajetos de entrega, sem autorização e sem a emissão de ordens de serviço que justificassem a movimentação dos produtos.

Após os desvios, os itens teriam sido deixados nas proximidades de outra empresa, localizada no bairro Jardim Eldorado, em Várzea Grande. O estabelecimento passou a ser investigado pela suspeita de receber os materiais de origem ilícita.

Para identificar os possíveis envolvidos, a equipe da Derf-VG analisou documentos, registros de transporte e informações sobre os percursos realizados pelo veículo utilizado pelo funcionário.

O cruzamento desses dados permitiu aos policiais estabelecer possíveis conexões entre o transportador, a empresa suspeita de receptação e seu responsável legal.

De acordo com os levantamentos apresentados pela empresa vítima, os materiais supostamente desviados incluem:

  • Mais de 40 postes de concreto;

  • 68 cruzetas;

  • Aproximadamente 2 mil metros de cabo protegido de alumínio;

  • Cerca de 400 metros de cabo de cobre XLPE.

O prejuízo estimado ultrapassa R$ 100 mil.

Com base nos elementos reunidos, a Polícia Civil solicitou à Justiça autorização para realizar buscas nos endereços relacionados aos investigados. O objetivo é localizar documentos, materiais e outras provas que ajudem a esclarecer o funcionamento do possível esquema e a participação de cada suspeito.

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O delegado Sérgio Luís Henrique de Almeida, responsável pela investigação, destacou que o trabalho policial continua para esclarecer completamente os fatos e identificar eventuais outros envolvidos.

A Polícia Civil também analisa as informações e os materiais obtidos durante a operação. O caso é investigado como furto qualificado pelo abuso de confiança e receptação qualificada.

Até o momento, não foram informadas prisões relacionadas ao cumprimento dos mandados.

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