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Várzea Grande abre novo prazo para solicitação de matrícula online

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A secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer de Várzea Grande vai reabrir o sistema de solicitação de matrícula na rede municipal de ensino para pais e responsáveis que perderam o prazo da inscrição, que ocorreu em dezembro do ano passado. O sistema será aberto a partir das 8h de amanhã, dia 8 de janeiro, no ícone “Matrícula Web” no Portal da Prefeitura.

De acordo com o secretário, Pe. Edson Sestari, os interessados devem acessar o Portal da Prefeitura, http://www.varzeagrande.mt.gov.br/ , onde irão encontrar o manual de cadastro e solicitação das vagas, além do endereço atualizado das unidades escolares. “Após o preenchimento e o envio da solicitação no sistema, a equipe da secretaria estará realizando a validação, conforme a disponibilidade de vagas, o que permitirá um novo prazo – agora de de cinco dias úteis – para que pais ou responsáveis efetivem a matrícula de forma presencial nas unidades escolares”

A documentação a ser levada nas unidades, após o recebimento do email confirmando a validação da vaga, continua o mesmo: certidão de nascimento ou RG, foto 3×4, cópia do cartão de vacina da criança, além do comprovante de endereço atualizado e cópia do RG e CPF dos pais ou responsáveis.

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O secretário Sestari reforçou que é importante destacar que os pais e responsáveis que já fizeram a inscrição no sistema, no ano passado, não precisam fazer uma outra inscrição. “Aquelas pessoas que já fizeram a solicitação de matrícula em dezembro, mas não receberam o email da confirmação da vaga, estão no sistema, porém, aguardando na fila de espera” explicou.

Atualmente a rede municipal de educação conta com 29 Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) e 67 Escolas Municipais de Ensino Básico (EMEB), totalizando 96 unidades escolares que atendem cerca de 32 mil alunos de Várzea Grande.

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CIDADES

Deputado defende que famílias sejam ouvidas no STF em disputa de divisa entre MT e Pará

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O deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos) ingressou no debate sobre a disputa territorial de aproximadamente 22 mil quilômetros quadrados entre Mato Grosso e Pará, que voltou a tramitar no Supremo Tribunal Federal (STF). Em manifestação divulgada em suas redes sociais, o parlamentar defendeu que o julgamento deve superar a análise puramente cartográfica e priorizar a situação social das famílias residentes na faixa de fronteira entre os dois estados.

De acordo com o deputado, moradores de comunidades rurais próximas a municípios mato-grossenses como Guarantã do Norte, Novo Mundo, Alta Floresta, Paranaíta e Apiacás dependem historicamente da infraestrutura e dos serviços públicos de Mato Grosso. Na prática, embora muitas dessas áreas estejam registradas no mapa oficial do Pará, as famílias sofrem com a ausência de assistência governamental do estado vizinho.

Diante desse cenário, prefeituras de Mato Grosso frequentemente assumem a manutenção de estradas, transporte escolar e serviços de saúde nessas localidades fronteiriças. No entanto, essa atuação gera insegurança jurídica para os gestores municipais, que realizam investimentos públicos em territórios que legalmente pertencem ao Pará.

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Com histórico familiar na região, Diego Guimarães relembrou que viveu toda a sua infância em Guarantã do Norte e conhece de perto as dificuldades enfrentadas por comunidades como as do Vale do XV. O parlamentar anunciou que acompanhará de perto os desdobramentos do processo no STF e cobrará que a população local seja devidamente ouvida antes de qualquer definição definitiva.

A disputa jurídica envolve uma área de aproximadamente 22 mil quilômetros quadrados e retornou à pauta após o Governo de Mato Grosso contestar uma decisão anterior da Suprema Corte. O litígio territorial passará por uma audiência de conciliação conduzida pelo ministro do STF, Flávio Dino.

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