Judiciário

Novo presidente da Anacrim-MT diz que instituição fará valer as prerrogativas aos criminalistas do Estado

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O advogado criminalista, Roger Fernandes, assumiu a presidência da Associação Nacional da Advocacia Criminal em Mato Grosso (Anacrim-MT), associação representativa da categoria dos profissionais do Direito que atuam na área criminal em nível nacional. Os advogados Jiuvani Leal e Nadeska Calmon assumiram, respectivamente, como vice-presidente e secretária-geral.

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A associação civil sem fins lucrativos, fundada no Brasil em 2018, tem o propósito de reunir a advocacia criminal em defesa das prerrogativas e do impulso às ciências criminais.

“A Anacrim já nasceu forte, é uma instituição grande, com a qual buscaremos estar cada vez mais próximos dos advogados e advogadas criminalistas, fazendo valer as prerrogativas destes profissionais. É uma instituição que visa o bem estar no exercício da profissão, o acolhimento, respeito às garantias previstas no Estatuto da Ordem dos Advogados do Brasil [OAB] e à todas as demais legislações aplicáveis no direito penal num todo”, explicou o presidente da Anacrim-MT.

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Roger que é considerado um dos criminalistas mais renomados de Mato Grosso, atuante em vários Estados da Federação, trouxe para a Anacrim-MT diversos advogados e advogadas de todo o Estado para um jantar de boas vindas realizado na noite desta quarta (27), ocasião em que selaram uma união em prol de todos criminalistas.

Fernandes explica que a missão da nova diretoria da Anacrim-MT é se fortalecer a cada dia e fazer crescer o projeto de expansão, ampliando as ações da associação em defesa dos interesses dos advogados em todo o Estado, além de buscar a aplicação de políticas públicas em prol de toda a sociedade.

“Já precisamos intervir algumas vezes em condutas truculentas, onde houve abuso de autoridade e arbitrariedade. Essa é a nossa maior e mais relevante função, onde estiver um criminalista, ao seu lado estará a ANACRIM. Por isso, vamos combater as práticas que confrontam as prerrogativas, como também, profissionalizar os advogados e advogadas para o firme exercício da profissão. Hoje já estamos presentes em todo o Estado de Mato Grosso, impossível não atuarmos imediatamente. É motivador ver o quanto a advocacia criminal se sente representada pela Anacrim”, ressaltou.

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De forma natural, mais de uma centena de profissionais já se filiaram à associação, e a ideia é aumentar gradualmente o número de associados à medida que os trabalhos de interiorização avançam. 

O presidente: Roger Fernandes é advogado, atua há quase 20 anos em direito penal, pós-graduado em Direito Penal e Processo Penal e pós graduado em Direito Civil e Processo Civil. 

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Judiciário

Defesa abandona plenário e júri de Carlinhos Bezerra é adiado

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Josi Dias/TJMT

O júri popular do empresário Carlos Alberto Gomes Bezerra, o Carlinhos Bezerra, marcado para a manhã desta terça-feira (21), foi adiado para o dia 31 de julho após os três advogados de defesa abandonarem o plenário do Fórum de Cuiabá. A decisão ocorreu depois que os defensores alegaram cerceamento de defesa em razão do prazo concedido para análise de novos documentos juntados ao processo.

Carlinhos Bezerra, filho do ex-deputado federal Carlos Bezerra (MDB), responde pelo feminicídio da servidora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Thays Machado, e pelo homicídio do então namorado dela, William Moreno. O crime ocorreu em janeiro de 2023, em plena luz do dia, nas proximidades da Avenida do CPA, em Cuiabá.

Antes do início da sessão, o advogado Elson Marcelino afirmou que a defesa recebeu, apenas na última semana, um conjunto de arquivos com cerca de 109 gigabytes de dados, equivalentes a aproximadamente 2 mil páginas de documentos. Segundo ele, o prazo de apenas sete dias concedido pela Justiça para análise do material era insuficiente.

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O pedido de dilação do prazo foi inicialmente indeferido pela juíza Mônica Catarina Perri, o que levou os três advogados a deixarem o plenário.

Após a saída da defesa, o promotor Vinícius Gahyva, representante do Ministério Público de Mato Grosso, tentou convencer os advogados a permanecerem na sessão, mas não houve acordo para a continuidade do julgamento. Diante da possibilidade de futuros questionamentos sobre eventual prejuízo à defesa, o próprio Ministério Público concordou com o adiamento.

Com isso, a magistrada reviu a decisão e remarcou o júri popular para o dia 31 de julho.

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