comparsa foi preso

Após tentativa de homicídio, criminoso é baleado em confronto com a FT

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Um criminoso identificado apenas pela alcunha ‘Sem Alma’, foi baleado na noite de segunda-feira (28) em confronto com policiais militares da Força Tática no bairro Vila Guaporé, em Pontes e Lacerda (444, km de Cuiabá). O comparsa foi preso.

 Conforme informações do boletim de ocorrência, a dupla havia participado de uma tentativa de homicídio onde a vítima conseguiu fugir durante os disparos, evitando assim a execução.

A Força Tática recebeu a denúncia sobre a situação e rapidamente localizou os suspeitos em uma motocicleta. Cercados, os bandidos abriram fogo contra a guarnição, que respondeu e baleou duas vezes o “Sem Alma”, enquanto o outro foi detido no local.

Na ação, a polícia apreendeu a arma de fogo utilizada no crime, além de porções de drogas. O suspeito detido revelou aos policiais que havia sido contratado para executar a vítima, com um pagamento prometido de R$ 2.000.

O bandido ferido foi levado ao Hospital Municipal e foi submetido a uma cirurgia. Seu estado de saúde não foi revelado. Já o comparsa, foi preso e encaminhado ao Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc) do município.

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A motocicleta utilizada pelos suspeitos foi identificada como sendo furtada recentemente do pátio da Ciretran de Pontes e Lacerda.

O caso será investigado.

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Vereadores são alvo de operação que investiga desvio de R$ 1,95 milhão em cestas básicas

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Vereadores e outros investigados foram alvos da Operação Mesa Vazia, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (3), para apurar um suposto esquema de desvio de cestas básicas e kits de higiene e limpeza destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social em Barra do Garças.

De acordo com as investigações, aproximadamente 13 mil cestas básicas e kits teriam sido desviados, causando um prejuízo estimado em R$ 1,95 milhão aos cofres públicos. A Polícia Civil não divulgou os nomes dos investigados.

Os produtos faziam parte do Programa SER Família Solidário, coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e deveriam ser distribuídos a famílias previamente cadastradas por meio de órgãos públicos e entidades devidamente credenciadas.

No entanto, as apurações apontam que parte desse material teria sido desviada para um esquema paralelo de distribuição, realizado sem controle institucional e sem qualquer prestação de contas.

Durante a investigação, os policiais identificaram inconsistências entre os registros oficiais de entrega e a quantidade de produtos efetivamente recebida por representantes de entidades beneficiadas.

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Para avançar na apuração, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo de dados, afastamento de agentes públicos de suas funções e outras medidas cautelares, incluindo a proibição de contato entre os investigados e o impedimento de frequentarem locais relacionados aos fatos investigados.

Segundo a Polícia Civil, os alimentos e kits eram retirados em centros oficiais de distribuição, principalmente em Cuiabá, e transportados até Barra do Garças. Em vez de serem encaminhados às instituições responsáveis pela entrega às famílias, parte da carga teria sido levada para imóveis particulares, chácaras, sedes de associações e outros locais privados, onde ocorria uma redistribuição considerada irregular.

As investigações indicam que o esquema funcionava por meio de dois modelos distintos. O primeiro seguia o fluxo regular, com solicitação formal, documentação, entrega por órgãos competentes e prestação de contas. Já o segundo utilizava um fluxo paralelo, no qual os produtos eram movimentados com aparência de legalidade, por meio de entidades, documentos considerados suspeitos e representantes sem legitimidade formal, mas sem o devido controle dos órgãos públicos.

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A Polícia Civil continua as investigações para identificar todos os envolvidos, esclarecer a extensão do esquema e apurar o destino final dos produtos que deveriam beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade social.

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