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Família suspeita de vender supermaconha por rede social é presa

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis (a 220 km de Cuiabá), realizou, na noite dessa terça-feira (18.3), a prisão de uma família suspeita de vender drogas por redes sociais.

Na ação, foram presos em flagrante a mãe, de 50 anos, a filha, de 27, e o padrasto, de 23.

A Derf monitorou a família e apurou que as drogas eram guardadas na casa da mãe e do padrasto. Já a jovem, de 27 anos, anunciava os entorpecentes no Facebook. Além disso, a mãe já era investigada por abastecer o tráfico de drogas da região de Vila Poroxo.

Na segunda-feira (17.3), a suspeita mais jovem publicou mais uma vez em suas redes sociais que estava vendendo Skunk (conhecida como “supermaconha”), o que trouxe aos policiais da Derf a confirmação de que a droga havia chegado.

Diante disso, nessa terça-feira (18.3), as equipes da Derf foram até a casa da família e apreenderam 57 porções de pasta-base de cocaína, seis porções de Skunk, uma balança de precisão, apetrechos utilizados no preparo para venda de drogas e R$ 2.570 em espécie.

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No momento da prisão, o suspeito, de 23 anos, atirou seu celular pela janela em uma avenida, junto a algumas notas de dinheiro, e a mãe quebrou seu celular com as próprias mãos.

Os três foram conduzidos para a Derf. O padrasto deveria estar usando tornozeleira eletrônica, mas ela estava rompida. O aparelho foi encontrado na residência. A Polícia Civil segue investigando o caso.

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Polícia desarticula esquema milionário e prende servidor, professor e juiz de paz

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A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (19), duas operações simultâneas em Sorriso, a 420 km de Cuiabá, que resultaram na prisão de um juiz de paz, um guarda municipal e um professor. As investigações apuram crimes como organização criminosa, estelionato, corrupção, peculato, lavagem de dinheiro e falsificação de documentos públicos.

As ações, denominadas Operação Eidolon e Operação Falso Mestre, cumpriram sete mandados de prisão e 16 mandados de busca e apreensão. Os nomes dos investigados não foram divulgados pelas autoridades.

Conforme a Polícia Civil, o juiz de paz aparece como investigado nas duas operações e seria apontado como facilitador dos esquemas criminosos.

A segunda fase da Operação Eidolon investiga um grupo suspeito de desviar veículos apreendidos que estavam sob responsabilidade da administração pública municipal. Segundo as investigações, o esquema contava com a participação de servidores públicos, intermediadores, falsificadores e receptadores.

A polícia apurou que o grupo escolhia veículos com menor possibilidade de recuperação pelos proprietários, principalmente motocicletas com pendências administrativas. Utilizando documentos falsificados e procurações fraudulentas, os investigados conseguiam retirar os veículos de pátios conveniados.

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Ainda segundo a investigação, alguns envolvidos teriam acesso privilegiado a sistemas públicos e ligação com cartórios e procedimentos de autenticação de documentos. Entre os suspeitos está um guarda municipal apontado como liderança operacional do esquema.

Durante a operação, a Justiça autorizou bloqueio de contas bancárias, suspensão de registros empresariais, afastamento de funções públicas e quebra de sigilo financeiro de investigados.

Em nota, a Prefeitura de Sorriso informou que o guarda municipal investigado foi afastado das funções em outubro de 2025, quando surgiram as primeiras apurações, e atualmente responde a Processo Administrativo Disciplinar (PAD).

Já a Operação Falso Mestre teve início após uma vítima denunciar que entregou documentos pessoais acreditando estar realizando matrícula em um curso de Educação de Jovens e Adultos (EJA).

De acordo com a Polícia Civil, um homem identificado como ex-professor da vítima teria aproveitado a relação de confiança para aplicar golpes financeiros, realizando financiamentos de veículos sem autorização.

As investigações apontaram fraudes envolvendo dois automóveis, além de movimentações bancárias suspeitas, falsificação documental e tentativas de regularização irregular dos veículos.

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A polícia também identificou indícios de participação do juiz de paz em procedimentos relacionados às procurações utilizadas no esquema.

Os investigados poderão responder por estelionato, lavagem de dinheiro, falsificação de documentos públicos, associação criminosa, corrupção e outros crimes ligados às fraudes apuradas.

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