em vg

Funcionário furta pedras de vesícula de boi em frigorifico e acaba preso

Publicado em

Um funcionário foi preso suspeito de furtar pedras de fel bovino dentro do frigorífico onde trabalhava, em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá, nesta quinta-feira (19). O receptador dos produtos também foi preso.

As pedras de fel bovino são formações encontradas na vesícula de alguns bois, resultantes de desequilíbrios no fígado. Altamente valorizadas no mercado asiático, são utilizadas na medicina tradicional e na fabricação de medicamentos e podem custar até 65 dólares por grama, o que equivale a aproximadamente R$ 300 por grama.

De acordo com a Polícia Militar, o gerente da empresa contou que o furto ocorreu no setor dispensador, onde o funcionário foi flagrado retirando pedras da vesícula biliar de um animal abatido. Ao ser surpreendido por um superior, ele tentou disfarçar e devolveu o material ao interior do animal.

Durante a abordagem policial, o funcionário confessou o furto e revelou que vendia as pedras de forma clandestina a um colega. Na casa do suspeito de receptação, os policiais encontraram duas pedras intactas, além de porções fragmentadas do material. Também foram apreendidos um revólver calibre .38, 19 munições intactas e duas balanças de precisão.

Leia Também:  Policiais civis prendem em flagrante autor de roubo e estupro contra jovem em Várzea Grande

Na casa do funcionário do frigorífico, os agentes localizaram mais duas pedras de fel, outro revólver calibre .38 e cinco munições.

Os suspeitos foram encaminhados à Central de Flagrantes para devidas providencias.

Entre no grupo do Folha360 no WhatsApp e receba notícias em tempo real (CLIQUE AQUI).

 

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

POLÍCIA

Avião comprado há quatro meses já havia sido apreendido por tráfico antes de cair

Published

on

A Polícia Civil identificou elementos que levantam a suspeita de que o avião que caiu e matou três pessoas no dia 10 de setembro, na zona rural de Água Boa, a 730 quilômetros de Cuiabá, pudesse estar sendo utilizado em uma operação ligada ao tráfico internacional de drogas.

A aeronave, um Cessna 402, já havia sido apreendida anteriormente em um processo criminal relacionado ao tráfico de entorpecentes e, posteriormente, vendida pela Justiça em leilão público. Segundo a investigação, o avião foi comprado pelo atual proprietário cerca de quatro meses antes do acidente.

As apurações apontam que a aeronave não estava regularizada para operar no Brasil. Conforme a Polícia Civil, o proprietário teria conhecimento de que o avião não estava habilitado para realizar voos no país.

O Cessna não havia passado pelo processo de nacionalização, não possuía matrícula brasileira nem certificado de aeronavegabilidade. A investigação também apurou que o avião decolou de Goiânia sem autorização e sem plano de voo aprovado.

A análise realizada pelos investigadores sobre o possível itinerário indica que a aeronave seguiria para outro país da América do Sul. Uma das hipóteses consideradas é que o destino fosse a Venezuela.

Leia Também:  Policiais civis prendem em flagrante autor de roubo e estupro contra jovem em Várzea Grande

Informações obtidas junto aos familiares dos ocupantes reforçaram essa linha de investigação. Imagens de câmeras de segurança que registraram o embarque foram analisadas pela polícia e ajudaram os investigadores a chegar aos parentes das vítimas.

Durante esse trabalho, um dos familiares teria relatado que um dos ocupantes havia informado que viajaria para a Venezuela.

Três pessoas morreram na queda, sendo um brasileiro e dois paraguaios. Os nomes ainda não foram oficialmente divulgados. A Polícia Civil ressalta que a confirmação definitiva das identidades depende dos exames realizados pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

As circunstâncias envolvendo a aquisição do avião também chamaram a atenção dos investigadores. Segundo a Polícia Civil, a aeronave teria sido comprada por um valor elevado por uma pessoa cuja situação financeira, conforme apurado até agora, seria incompatível com o negócio.

O pagamento teria ocorrido por meio de uma combinação de dinheiro e um veículo de alto valor. A investigação identificou que o automóvel utilizado como parte da negociação já esteve registrado em nome de uma pessoa investigada por tráfico internacional de drogas.

Leia Também:  Idoso morre ao cair do teto e bater a cabeça; vítima estava trabalhando

Outro elemento analisado é a situação de um dos ocupantes do avião. Conforme a investigação, ele possuía pendências judiciais no país de origem e estaria submetido a uma restrição que o impedia de deixar o território nacional.

O histórico da aeronave, as irregularidades documentais do voo, a possível viagem internacional, as circunstâncias da compra e as informações relacionadas aos ocupantes, levou a Polícia Civil a investigar a possibilidade de que o avião estivesse sendo novamente empregado em alguma atividade ilícita.

Entre as hipóteses apuradas está a eventual utilização da aeronave no transporte internacional de entorpecentes. Até o momento, porém, essa suspeita ainda não foi apresentada como conclusão definitiva da investigação.

O inquérito está em fase final e aguarda a conclusão dos laudos periciais. A Polícia Civil continua trabalhando para esclarecer a origem e o destino do voo, a situação da aeronave e as circunstâncias que antecederam a queda.

Entre no grupo do Folha360 no WhatsApp e receba notícias em tempo real (CLIQUE AQUI).

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA