POLÍCIA

Polícia Civil e Vigilância Sanitária apreendem mais de 825 kg de carne imprópria para consumo em açougue da Capital

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Policiais civis da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e fiscais da Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá apreenderam aproximadamente 825 quilos de produtos de origem animal, entre carne bovina, de frango e linguiça, nesta quinta-feira (12.01), em um açougue localizado no bairro Cidade Alta, na Capital.

Durante a fiscalização no estabelecimento, foi constatado que o açougue compra carcaças, desossa e acondiciona as carnes em embalagens com a sua própria marca de forma irregular.

“Para realizar esse processo, a empresa precisa possuir registro no órgão competente, obedecer normas de estrutura e de processamentos previstos na legislação e ter o acompanhamento de fiscais do órgão”, explica o delegado da Decon, Rogério Ferreira.

O açougue já havia sido notificado anteriormente, porém continuava atuando com o procedimento. Os produtos de origem animal apreendidos terão que ser descartados pelo responsável do local, uma vez que não podem ser comercializados e nem utilizados para a alimentação humana por falta de inspeção.

A Polícia Civil instaurou procedimento investigatório e deve ouvir os fiscais da Vigilância Sanitária e os responsáveis legais pelo açougue, nos próximos dias, para esclarecer os fatos.

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Fonte: PJC MT

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Operação cumpre 7 mandados de prisão e 11 de busca e apreensão em MT

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na tarde desta quinta-feira (3), a Operação Carta Contemplada 2, para cumprimento de ordens judiciais relacionadas a uma investigação que apura uma série de crimes de estelionato praticados contra mais de 50 vítimas no município de Sinop. O casal apontado como líder do esquema foi preso em um aeroporto.

Na operação, foram cumpridos sete mandados de prisão e 11 de busca e apreensão, além de ordens judiciais para o sequestro de dois veículos, o bloqueio de seis contas bancárias vinculadas aos investigados e o bloqueio de site e contas em redes sociais relacionados a uma empresa de assessoria.

A ação foi coordenada pela Delegacia de Sinop, com apoio da Delegacia de Polícia de Sorriso nas diligências realizadas no município. As equipes atuaram no cumprimento dos mandados e das demais medidas determinadas pela Justiça.

As investigações apontam que o grupo atua desde 2022 nos municípios de Sinop e Sorriso, onde foram instalados escritórios utilizados para a captação de clientes.

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Segundo o apurado, as vítimas eram atraídas principalmente pelas redes sociais, onde eram abordadas com a oferta de suposta liberação de crédito. Durante as negociações, os investigados exigiam o pagamento de um valor de entrada, sob a promessa de que o crédito para a aquisição de imóveis seria liberado em um prazo estimado de 90 a 120 dias.

Entretanto, após o pagamento e o encerramento do prazo prometido, o crédito não era disponibilizado. Quando procuravam a empresa para obter esclarecimentos, as vítimas descobriam que, em vez do financiamento que acreditavam ter contratado, haviam sido inseridas em contratos relacionados a cartas de crédito, em condições diferentes daquelas apresentadas no início da negociação.

A apuração identificou que o casal, apontado como líder do esquema, havia adquirido passagens aéreas para deixar o país. Diante da possibilidade de fuga, a operação teve a deflagração antecipada.

Com a informação e o risco de evasão, as equipes policiais foram mobilizadas para o cumprimento das ordens judiciais, sendo o casal localizado e preso no Aeroporto de Sinop, antes do embarque.

Paralelamente, equipes da Polícia Civil cumpriram mandados nos escritórios utilizados pelo grupo em Sinop e Sorriso e em outros endereços ligados aos investigados. Ao final da operação, todos os alvos dos mandados de prisão foram localizados e presos.

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A operação decorre das apurações conduzidas pela 1ª Delegacia de Polícia de Sinop, com apoio da Delegacia de Polícia de Sorriso.

As diligências buscam esclarecer a extensão dos prejuízos relatados pelas vítimas, individualizar a participação dos investigados e identificar a destinação dos valores envolvidos nas negociações apuradas.

As investigações prosseguem para o completo esclarecimento dos fatos e apuração de eventuais outros crimes e vítimas relacionados ao esquema.

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