Reunião com deputados

Após enviar projeto de 4,26%, governo sinaliza possibilidade de novo percentual para servidores

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Mesmo com o projeto da Revisão Geral Anual (RGA) já protocolado na Secretaria Legislativa da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o Governo do Estado pode encaminhar uma nova mensagem com percentual superior aos 4,26%, índice baseado na inflação oficial. A informação foi confirmada pelos deputados estaduais Eduardo Botelho (União) e Janaina Riva (MDB).

Segundo os parlamentares, uma reunião foi agendada para a tarde desta quarta-feira, por volta das 13h30, com deputados da base governista. A expectativa é construir um consenso em torno de um novo percentual que atenda às reivindicações dos servidores públicos, reduza o desgaste político e evite a aprovação de uma emenda apresentada pelo deputado Lúdio Cabral (PT), que propõe reajuste mínimo de 5%, com base no bom desempenho da arrecadação estadual.

“Existe a possibilidade de alteração. O presidente Max fez uma cobrança clara de que o valor precisa ser maior do que a inflação. Na reunião da tarde, vamos levar essa reivindicação e ver o que o governo apresenta. Há abertura para o diálogo e vamos aproveitar esse momento”, afirmou Botelho.

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A movimentação ocorre em meio à pressão do funcionalismo público, que acompanha de perto a tramitação do projeto e cobra do Executivo não apenas a recomposição inflacionária, mas também avanços na negociação das perdas acumuladas de anos anteriores.

Sindicato aceita contraproposta

A Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso (FESSP/MT) afirmou que aceita discutir uma contraproposta do governo que inclua 5% adicionais, além dos 4,26% já enviados à ALMT, como ponto de partida para a negociação do passivo salarial.

“Se fosse 4,26% mais 5%, seria razoável para iniciar a quitação desse passivo, desde que haja um cronograma ao longo de 2026 e, se necessário, no ano seguinte, para quitar os 19,58% atrasados”, afirmou a presidente da FESSP/MT, Carmen Machado, durante mobilização dos servidores realizada nesta quarta-feira (21), em frente à Assembleia Legislativa.

Os servidores acompanharam a sessão marcada para as 14h, enquanto aguardam uma definição do governo sobre o reajuste e o futuro das negociações referentes às perdas salariais acumuladas.

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Eleições 2026

Janaina Riva e Mauro Mendes empatam tecnicamente na liderança pela disputa ao Senado, aponta pesquisa

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Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quarta-feira (12) aponta empate técnico na liderança da disputa pelas duas vagas de Mato Grosso ao Senado Federal. No resultado consolidado do primeiro e segundo votos, a deputada estadual Janaina Riva (MDB) aparece com 25%, diferença dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, o que é considerado empate técnico com Mauro Mendes (União Brasil), que possui 27% das intenções de voto.

O levantamento mostra ainda uma distância expressiva de Janaina para os demais candidatos na soma das duas escolhas do eleitor. Carlos Fávaro (PSD) aparece com 13%, José Medeiros (PL) com 12% e Pedro Taques (PSB) com 11%. Antônio Galvan (Avante) e Margareth Buzetti (PP) registram 4% cada.

Liderança no segundo voto

Na pergunta sobre o segundo voto, Janaina ocupa a primeira colocação isolada, com 30%. Mauro Mendes vem em seguida, com 19%, Carlos Fávaro tem 15%, Pedro Taques, 10%, e José Medeiros, 9%. Antônio Galvan e Margareth Buzetti aparecem com 5% cada.

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Os números reforçam a liderança de Janaina na disputa pelas duas cadeiras do Senado. Além de aparecer tecnicamente empatada na liderança do resultado consolidado, a candidata do MDB concentra a maior preferência entre os eleitores quando a pergunta é sobre a segunda opção de voto, com vantagem de dois dígitos sobre o segundo colocado.

Para a eleição ao Senado, o eleitor poderá escolher até dois candidatos. Por isso, o instituto apresenta separadamente as intenções de primeiro e segundo votos e também um cenário consolidado, com os dois votos reduzidos para 100%.

Metodologia

A pesquisa Real Time Big Data ouviu 1.600 eleitores em Mato Grosso entre os dias 7 e 11 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado sob o número MT-04560/2026 e divulgado nesta quarta-feira (12).

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