OPERAÇÃO RESVELAR

Operação da PF mira grupo suspeito de fraudes e encontra laboratório clandestino

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (12), a Operação Resvelar, que teve como alvo investigados por supostas fraudes na administração de um plano de saúde. Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão nas cidades de Cuiabá e Morrinhos, em Goiás.

De acordo com a PF, os investigados fazem parte de um grupo que já vinha sendo apurado pelo Ministério Público Federal (MPF) entre os anos de 2019 e 2023.

As investigações apontam que os suspeitos teriam disseminado informações falsas envolvendo procuradores da República e familiares, com o objetivo de desacreditar o trabalho do MPF e dificultar o andamento das apurações.

Durante o cumprimento de um dos mandados, os policiais encontraram um laboratório clandestino funcionando em condições consideradas precárias. No local, havia materiais biológicos armazenados para exames próximos a lixo e fezes de ratos, o que, segundo a polícia, representa grave risco à saúde pública.

A Vigilância Sanitária foi acionada e adotou medidas imediatas no local. As autoridades agora avaliam a dimensão dos serviços realizados no laboratório e os possíveis impactos sanitários causados pelas atividades.

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Segundo a Polícia Federal, os investigados poderão responder por crimes como embaraço à investigação criminal, denunciação caluniosa, associação criminosa e infrações sanitárias. Os mandados foram autorizados pela 5ª Vara Criminal Federal de Cuiabá.

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POLÍCIA

Operação desarticula suposto esquema de fraude tributária no setor de cereais

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O Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de Mato Grosso (Cira-MT) deflagrou, nesta terça-feira (12), a Operação Joio, com o objetivo de combater um esquema de fraude tributária que teria causado prejuízo superior a R$ 4,4 milhões aos cofres públicos estaduais.

Durante a ação, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e sete ordens de quebra de sigilo telemático contra pessoas físicas e jurídicas investigadas por crimes contra a ordem tributária. As medidas foram autorizadas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Tangará da Serra.

As diligências ocorrem no município de Tangará da Serra e são conduzidas pela Delegacia Especializada em Crimes Fazendários (Defaz), com apoio da Polícia Civil local.

Segundo as investigações, uma empresa do ramo de comércio de cereais teria utilizado documentos fiscais falsos para simular operações de exportação e, assim, obter benefícios fiscais de forma irregular, deixando de recolher ICMS ao Estado de Mato Grosso.

As apurações indicam que as mercadorias não chegavam a sair do país, apesar de constarem como destinadas ao exterior nos documentos emitidos. O valor do débito tributário já reconhecido pela Secretaria de Fazenda e inscrito na dívida ativa ultrapassa R$ 4,47 milhões.

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Além das buscas, a operação também apreendeu aparelhos eletrônicos e documentos fiscais, contábeis e societários que serão analisados pelas autoridades.

Os investigados poderão responder por crimes contra a ordem tributária, falsidade ideológica, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Representantes das instituições que integram o Cira-MT destacaram que a atuação conjunta tem como foco combater fraudes estruturadas, recuperar recursos desviados e proteger a arrecadação pública destinada a políticas essenciais para a população.

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