2026 É AGORA

Em vídeo de tom eleitoral, Jayme Campos reafirma que será candidato ao governo: “Não abro mão”

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O senador Jayme Campos (União Brasil) confirmou novamente sua intenção de disputar o Governo de Mato Grosso em 2026. Em um vídeo com forte carga emocional e cenas de proximidade com a população, o parlamentar declarou de forma categórica: “Eu não abro mão da minha candidatura.”

Decano do União Brasil, Jayme tenta consolidar seu nome como o representante da sigla na sucessão estadual. No material divulgado, ele ressalta sua longa trajetória na vida pública e dispara críticas indiretas a possíveis adversários, sem citar nomes.

“Eu sou pré-candidato ao governo do estado de Mato Grosso. Eu não abro mão da minha candidatura. Doa a quem doer. Meus adversários aceitam ou aceitam, mas tenho certeza de que estou no coração do povo de Mato Grosso”, afirmou.

O senador reforçou ainda que se considera preparado para comandar o Executivo, prometendo um governo “humano” e com investimentos que atendam a maior parte da população.

Cenário eleitoral em disputa

A pré-candidatura de Jayme Campos cria um embate direto com os planos do governador Mauro Mendes (UB), que tem defendido publicamente o nome de seu vice, Otaviano Pivetta (Republicanos), para a disputa.

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No campo da direita e do conservadorismo, a disputa se intensifica. Enquanto Pivetta mantém o apoio do grupo de Mendes, o senador Wellington Fagundes (PL) ganha espaço e aparece na liderança das primeiras sondagens eleitorais. A força do PL no estado aumentou após o lançamento da candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro, fortalecendo o palanque bolsonarista em Mato Grosso.

Já a centro-esquerda deve se unir em torno da médica Natasha Slhesharenko (PSD), que foi oficializada como pré-candidata. Mesmo representando esse campo político, suas manifestações públicas têm dialogado com pautas mais alinhadas à direita.

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Política

Trump sobre Venezuela: “Nós iremos administrar o país”; assista

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste sábado (3/1) que os Estados Unidos irão administrar a Venezuela após a captura de Nicolás Maduro até a transição do governo. O republicano deu a declaração durante coletiva, que ocorre neste momento em Mar-a-Lago, sobre o ataque norte-americano ao território venezuelano.

“Hoje de madrugada, sob minha direção, os Estados Unidos, através de suas Forças Armadas, conduziram uma operação militar extraordinária na capital da Venezuela. O poder militar americano por terra e pelo mar foi usado para lançar um ataque espetacular. […] toda a capacidade militar venezuelana ficou sem poder”, declarou o norte-americano durante a coletiva.

O republicano prosseguiu: “Nós estamos lá [na Venezuela] e ficaremos até que uma transição adequada aconteça. Nós vamos basicamente executar, administrar o país até que uma transição apropriada aconteça. Como todos sabem, o negócio do petróleo na Venezuela tem sido usado por muito tempo. Eles não estão retirando nada do que eles poderiam em comparação e o que poderia acontecer nesse país”.

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Na sequência, Trump justificou a permanência americana no país ao associar a intervenção à exploração dos recursos energéticos venezuelanos, especialmente o petróleo, que, segundo ele, teria sido apropriado de forma ilegal por governos anteriores e pelo regime de Maduro.

“Também conseguimos apreender o petróleo venezuelano para trazer para o solo americano porque eles retiraram isso, eles fizeram, eles roubaram bilhões de dólares no nosso petróleo. Nunca tivemos um presidente que tenha decidido fazer algo com o respeito. Eles lutaram guerras a milhares de quilômetros de distância e nós que construímos a indústria petrolífera na Venezuela com o nosso talento, com o nosso trabalho, deixamos que um exílio socialista roubasse durante esses governos anteriores e roubassem usando a força”, disse.

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