Eleições

Quem não votou no primeiro turno pode votar no segundo

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O eleitor que não votou no primeiro turno poderá votar no dia 27 de outubro, quando ocorre a segunda rodada de votação. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cada turno é uma eleição independente e o não comparecimento à primeira etapa de votação não impede a presença no segundo. A votação é permitida, desde que o eleitor esteja em situação regular com a justiça eleitoral.

O voto é obrigatório para cidadãos com idade entre 18 e 69 anos que não sejam analfabetos. Ele é facultativo para jovens de 16 e 17 anos, pessoas a partir de 70 anos e pessoas analfabetas.

Para os grupos que não são obrigados a votar, a ausência nas urnas não gera consequências junto à Justiça Eleitoral. Não é necessário, portanto, apresentar justificativa.

Quem não votou no 1º turno das eleições e não pôde justificar a ausência às urnas no dia da votação tem até o dia 5 de dezembro para apresentar a justificativa. São 60 dias de prazo, o mesmo para quem não votar no segundo turno. Nesse caso, a data limite de justificativa é 7 de janeiro de 2025.

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O procedimento pode ser feito pelo aplicativo e-título, pelo Sistema Justifica ou pelo Autoatendimento Eleitoral disponível nos portais da justiça eleitoral.

Quem não puder apresentar justificativa on-line deverá comparecer a qualquer cartório eleitoral ou à Central de Atendimento ao Eleitor de seu estado para apresentar o requerimento de forma presencial.

Deixar de votar e de justificar nos dois turnos acarreta duas faltas. A partir da terceira ausência sem justificativa, o eleitor é considerado faltoso e pode ter o título cancelado para as próximas eleições. Os eleitores que estão no exterior não votam. Portanto, não precisam justificar.

Quem ficar sem a quitação eleitoral fica impedido, por exemplo, de fazer matrículas de escolas e de universidades públicas e tomar posse em cargo público após prestar concurso.

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Política

Trump sobre Venezuela: “Nós iremos administrar o país”; assista

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste sábado (3/1) que os Estados Unidos irão administrar a Venezuela após a captura de Nicolás Maduro até a transição do governo. O republicano deu a declaração durante coletiva, que ocorre neste momento em Mar-a-Lago, sobre o ataque norte-americano ao território venezuelano.

“Hoje de madrugada, sob minha direção, os Estados Unidos, através de suas Forças Armadas, conduziram uma operação militar extraordinária na capital da Venezuela. O poder militar americano por terra e pelo mar foi usado para lançar um ataque espetacular. […] toda a capacidade militar venezuelana ficou sem poder”, declarou o norte-americano durante a coletiva.

O republicano prosseguiu: “Nós estamos lá [na Venezuela] e ficaremos até que uma transição adequada aconteça. Nós vamos basicamente executar, administrar o país até que uma transição apropriada aconteça. Como todos sabem, o negócio do petróleo na Venezuela tem sido usado por muito tempo. Eles não estão retirando nada do que eles poderiam em comparação e o que poderia acontecer nesse país”.

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Na sequência, Trump justificou a permanência americana no país ao associar a intervenção à exploração dos recursos energéticos venezuelanos, especialmente o petróleo, que, segundo ele, teria sido apropriado de forma ilegal por governos anteriores e pelo regime de Maduro.

“Também conseguimos apreender o petróleo venezuelano para trazer para o solo americano porque eles retiraram isso, eles fizeram, eles roubaram bilhões de dólares no nosso petróleo. Nunca tivemos um presidente que tenha decidido fazer algo com o respeito. Eles lutaram guerras a milhares de quilômetros de distância e nós que construímos a indústria petrolífera na Venezuela com o nosso talento, com o nosso trabalho, deixamos que um exílio socialista roubasse durante esses governos anteriores e roubassem usando a força”, disse.

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